- 24 Jul 2019, 12:02
#8077
A violência rodeou a construção da História da humanidade, desde os Persas até os Nazistas, e esta persiste na sociedade brasileira, tendo como uma das principais vítimas a mulher, e isto ocorre, primordialmente, por conta do alicerce moral, machista e patriarcal da história brasileira e por efeito da ineficiência da justiça.
Em princípio, o Brasil passou por um processo de colonização que enfatizou uma suposta superiodade do homem, que construiu a moral machista vista hoje, e isso contribui diretamente nos casos de violência contra a mulher, visto que, o homem sente-se em direito de violentar sua companheira. Isso prova-se de acordo com a pesquisa do Conselho Nacional de Justiça, CNJ, que apontou que sete a cada dez denúncias no ligue 180 eram de mulheres relatando agressão por parte de seus companheiros. Sendo assim, a formação moral do homem a principal ferramenta de indução à violência.
Em segundo momento, a culpa da continuidade dos ataques às mulheres é do poder judiciário. Segundo o CNJ, apenas 33,4% dos processos entre 2006 e 2011 foram julgados pela Lei Maria da Penha, isso mostra que o sistema judicial do Brasil é ineficiente, o que contribui para o aumento dos casos de agressão às mulheres, pois a vítima sente medo e insegurança de realizar a denúncia se nada acontecerá com quem q violentou. Como considerava a filosofa Hannah Arendt, esse medo gera regime de terror psicológico à vítima e sentimento de poder ao agressor, assim, persistindo a violência.
Dessa forma, o Ministério da Justiça pode basear-se em Baise Pascal que dizia que "A justiça sem força é impotente" e abrir vagas de concurso público para juízas especializadas em violência contra a mulher para que a Lei Maria da Penha tenha maior aproveitamento, e assim, julgar e punir aqueles que agridem mulheres, e por conseguinte, aos poucos, a moral e o comportamento machista institucionalizado na sociedade diminuirá, tornando assim, o Brasil um país mais seguro e com poucos índices de violência contra a mulher.
Em princípio, o Brasil passou por um processo de colonização que enfatizou uma suposta superiodade do homem, que construiu a moral machista vista hoje, e isso contribui diretamente nos casos de violência contra a mulher, visto que, o homem sente-se em direito de violentar sua companheira. Isso prova-se de acordo com a pesquisa do Conselho Nacional de Justiça, CNJ, que apontou que sete a cada dez denúncias no ligue 180 eram de mulheres relatando agressão por parte de seus companheiros. Sendo assim, a formação moral do homem a principal ferramenta de indução à violência.
Em segundo momento, a culpa da continuidade dos ataques às mulheres é do poder judiciário. Segundo o CNJ, apenas 33,4% dos processos entre 2006 e 2011 foram julgados pela Lei Maria da Penha, isso mostra que o sistema judicial do Brasil é ineficiente, o que contribui para o aumento dos casos de agressão às mulheres, pois a vítima sente medo e insegurança de realizar a denúncia se nada acontecerá com quem q violentou. Como considerava a filosofa Hannah Arendt, esse medo gera regime de terror psicológico à vítima e sentimento de poder ao agressor, assim, persistindo a violência.
Dessa forma, o Ministério da Justiça pode basear-se em Baise Pascal que dizia que "A justiça sem força é impotente" e abrir vagas de concurso público para juízas especializadas em violência contra a mulher para que a Lei Maria da Penha tenha maior aproveitamento, e assim, julgar e punir aqueles que agridem mulheres, e por conseguinte, aos poucos, a moral e o comportamento machista institucionalizado na sociedade diminuirá, tornando assim, o Brasil um país mais seguro e com poucos índices de violência contra a mulher.