- 23 Nov 2021, 13:05
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A Constituição Federal de 1988 foi criada com o objetivo de garantir direitos essenciais a todos os cidadãos brasileiros. Todavia, no que se refere ao acesso à cidadania no Brasil, tal documento e seus direitos permanecem apenas no papel, uma vez que cidadãos que não têm o devido acesso à cidadania não podem gozar dos mesmos. Desse modo, é necessário apresentar a desigualdade social e a banalização do problema como obstáculos para a garantia do acesso à cidadania no país.
À vista disso, é visto que a desigualdade social tem relação direta com o agravante exposto. Segundo o IBGE, o Brasil é o nono país mais desigual do mundo. Diante dessa perspectiva, nota-se que a desigualdade social elevada desincentiva o registro de documentos essenciais, pois além das dificuldades socioeconômicas, indivíduos de classes mais baixas, desde a infância, aprendem a se depreciarem e se tratarem como irrelevantes no contexto social.
Ademais, enxerga-se a banalização da falta de acesso à cidadania como impulsionadora desse problema. Sobre isso, pode-se citar o termo "Atitude Blasé", proposto por Georg Simmel, que representante a atitude da sociedade de ignorar problemas que necessitam de atenção. Dessa maneira, é visto que a sociedade brasileira, atualmente, ignora o problema da falta de acesso à cidadania no país, uma vez que esse agravante não é devidamente discutido pelo corpo social e em veículos de mídia.
Infere-se, portanto, a necessidade de intervir no problema exposto. Para isso, a mídia, como grande veículo de divulgação de informações, tem o dever de explicitar a problemática do acesso à cidadania e de incentivar o registro de documentos necessários para o usufruto da cidadania no país, como certidão de nascimento e RG, através da exibição de propagandas conscientizadoras, com o objetivo de garantir que a falta de acesso à cidadania no Brasil tenha a sua devida atenção e que indivíduos de classes inferiores sejam motivados a registrar os documentos citados, garantindo, assim, o devido acesso aos direitos da Constituição Federal de 1988.
À vista disso, é visto que a desigualdade social tem relação direta com o agravante exposto. Segundo o IBGE, o Brasil é o nono país mais desigual do mundo. Diante dessa perspectiva, nota-se que a desigualdade social elevada desincentiva o registro de documentos essenciais, pois além das dificuldades socioeconômicas, indivíduos de classes mais baixas, desde a infância, aprendem a se depreciarem e se tratarem como irrelevantes no contexto social.
Ademais, enxerga-se a banalização da falta de acesso à cidadania como impulsionadora desse problema. Sobre isso, pode-se citar o termo "Atitude Blasé", proposto por Georg Simmel, que representante a atitude da sociedade de ignorar problemas que necessitam de atenção. Dessa maneira, é visto que a sociedade brasileira, atualmente, ignora o problema da falta de acesso à cidadania no país, uma vez que esse agravante não é devidamente discutido pelo corpo social e em veículos de mídia.
Infere-se, portanto, a necessidade de intervir no problema exposto. Para isso, a mídia, como grande veículo de divulgação de informações, tem o dever de explicitar a problemática do acesso à cidadania e de incentivar o registro de documentos necessários para o usufruto da cidadania no país, como certidão de nascimento e RG, através da exibição de propagandas conscientizadoras, com o objetivo de garantir que a falta de acesso à cidadania no Brasil tenha a sua devida atenção e que indivíduos de classes inferiores sejam motivados a registrar os documentos citados, garantindo, assim, o devido acesso aos direitos da Constituição Federal de 1988.