- 27 Dez 2021, 09:23
#84140
Gregório de Matos, poeta luso-brasileiro, ficou conhecido como "Boca de inferno", por denunciar, de maneira ácida, os problemas que assolavam o século XVII. Porventura, ao se deparar com a invisibilidade e registro civil: a falta de garantia do acesso à cidadania, o autor produziria críticas a respeito, uma vez que o entrave precisa ser mitigado no âmbito social. Assim, faz-se mister averiguar ora a negligência estatal, ora a desigualdade social.
Diante desse cenário, convém frisar a omissão governamental entre íntima relação com a exclusão dos indivíduos sem registro civil no Brasil. À luz disso, Thomas Hobbes, filósofo inglês, defendia ser dever do Estado proporcionar meios que auxiliem o progresso de toda a coletividade. A máxima intelectual, todavia, destoa a realidade, fato que se materializa na quantidade irrisória, especialmente do governo federal, de políticas que tenham a finalidade de romper essa invisibilidade dos indivíduos sem documentos, como a ampliação de investimento em programas que visem à busca de tirar seu registro civil, para que futuramente o indivíduo possa ingressar no mercado de trabalho e a importância desse processo para o desenvolvimento econômico. Dessa forma, esse cenário nefasto revela o quão exíguo é o posicionamento do Estado no combate a essa distopia.
Outrossim, denuncia-se, ainda, a íntima relação da desigualdade comunitária com o revés. Para entender essa lógica, alude-se a opinião da idolatrada filósofa Djamila Ribeiro, a qual discorreu ser necessário tirar uma questão da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, essa máxima não é concretizada na prática, pois há um silêncio instaurado na questão da indiferença social. Isso ocorre seja pela falta de informação dos cidadãos, seja pela exclusão dos indivíduos periféricos sem documentos no Brasil, pois os brasilianos de classes mais baixas emergem-se a margem do Brasil e, infelizmente, não tendem a usufruir dos direitos previstos pela Carta Magna, como à igualdade e à identificação social. Destarte, enquanto não houver a invalidação dessa desigualdade, manter-se-á em vigor o imbróglio.
Portanto, o governo federal deve, em parceria com as ONGs, desenvolver palestras e debates, com ênfase à criação de um projeto nacional que aborde a questão da des-invisibilização dos cidadãos sem certidão de nascimento, com a finalidade de romper essa exclusão social. Tal ação pode ser realizada através das redes sociais da máquina pública. Ademais, é necessário que a sociedade realize simpósios, no fito de liquidar o problema. Por fim, talvez, a problemática sairá da invisibilidade e, Gregório de Matos, escreveria como o Brasil superou sua adversidade.
Diante desse cenário, convém frisar a omissão governamental entre íntima relação com a exclusão dos indivíduos sem registro civil no Brasil. À luz disso, Thomas Hobbes, filósofo inglês, defendia ser dever do Estado proporcionar meios que auxiliem o progresso de toda a coletividade. A máxima intelectual, todavia, destoa a realidade, fato que se materializa na quantidade irrisória, especialmente do governo federal, de políticas que tenham a finalidade de romper essa invisibilidade dos indivíduos sem documentos, como a ampliação de investimento em programas que visem à busca de tirar seu registro civil, para que futuramente o indivíduo possa ingressar no mercado de trabalho e a importância desse processo para o desenvolvimento econômico. Dessa forma, esse cenário nefasto revela o quão exíguo é o posicionamento do Estado no combate a essa distopia.
Outrossim, denuncia-se, ainda, a íntima relação da desigualdade comunitária com o revés. Para entender essa lógica, alude-se a opinião da idolatrada filósofa Djamila Ribeiro, a qual discorreu ser necessário tirar uma questão da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, essa máxima não é concretizada na prática, pois há um silêncio instaurado na questão da indiferença social. Isso ocorre seja pela falta de informação dos cidadãos, seja pela exclusão dos indivíduos periféricos sem documentos no Brasil, pois os brasilianos de classes mais baixas emergem-se a margem do Brasil e, infelizmente, não tendem a usufruir dos direitos previstos pela Carta Magna, como à igualdade e à identificação social. Destarte, enquanto não houver a invalidação dessa desigualdade, manter-se-á em vigor o imbróglio.
Portanto, o governo federal deve, em parceria com as ONGs, desenvolver palestras e debates, com ênfase à criação de um projeto nacional que aborde a questão da des-invisibilização dos cidadãos sem certidão de nascimento, com a finalidade de romper essa exclusão social. Tal ação pode ser realizada através das redes sociais da máquina pública. Ademais, é necessário que a sociedade realize simpósios, no fito de liquidar o problema. Por fim, talvez, a problemática sairá da invisibilidade e, Gregório de Matos, escreveria como o Brasil superou sua adversidade.
- 27 Dez 2021, 11:46
#84149
Tudo bom?
Estou com créditos extras na minha plataforma (ProEnem) que expiram até o fim do ano.
Como não quero deixar expirar sem uso, estou vendendo cada um por 3 reais no pix.
A correção vem em 2-3 dias, no máximo. Às vezes, até no mesmo dia.
Se você tiver interesse, me manda mensagem.
Abraço.
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Fico contente em ajudar! Qualquer dúvida, me pergunte
Se você me achou exigente demais, é pro seu bem
~Ana
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- 02 Jan 2022, 08:58
#84252
AhNaoAna escreveu:Tudo bom?Quero, como faço o pagamento?
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- 04 Jan 2022, 15:57
#84381
@Vitolopes, te mandei essa mensagem, mas não sei se tu recebeu:
Oi! Vi que tem interesse em comprar um dos créditos de redação. Você quer da redação Enem 2021? Se estiver postada aqui na plataforma, só me marca no tópico que eu envio sua redação agorinha.
Meu pix é 06020107302.
Abraço
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