- 15 Nov 2022, 21:19
#105625
@henrique1827, Obrigado pelo feedback! Por que você acha que eu perderia pontos na C3 e C4? Na minha opinião, um texto simples, porém bem objetivo, argumentado de forma crítica e direto ao ponto é suficiente para tirar 200 na C3.
- 15 Nov 2022, 21:24
#105626
@henrique1827, Penso eu que você não precisa de uma argumentação mirabolante para conseguir 200 na C3. Um texto de redação, quanto mais direto ao ponto, conciso e objetivo, melhor fica para argumentar. Inclusive, eu sugiro que você leia depois um pouco do Manual da Presidência da República que, embora seja um conteúdo mais direcionado para textos jurídicos, é possível adaptar algumas coisas dele ao texto de redação.
Quanto a competência 4, eu utilizei conectivos variados que geraram muita coesão e coerência. Consegue me explicar o porquê de ser somente 160, conforme a sua avaliação?
Quanto a competência 4, eu utilizei conectivos variados que geraram muita coesão e coerência. Consegue me explicar o porquê de ser somente 160, conforme a sua avaliação?
- 15 Nov 2022, 22:24
#105646
Juniin escreveu:@henrique1827, Obrigado pelo feedback! Por que você acha que eu perderia pontos na C3 e C4? Na minha opinião, um texto simples, porém bem objetivo, argumentado de forma crítica e direto ao ponto é suficiente para tirar 200 na C3.Foi uma estimativa, acredito que se você perder pontos, será em uma dessas citadas, por isso coloquei 920 a 960. Parabéns!
- 16 Nov 2022, 10:32
#105730
Não vi erros significativos em quaisquer competências - com exceção da C3. Há diversas falhas argumentativas nesse texto. Primeiro, na introdução, quais seriam esses direitos sociais? Ainda no primeiro parágrafo, você problematiza o tema muito bem, mas não há uma opinião sua a respeito do problema em si. Para você, por qual motivo essa falta de respeito é ruim? No D1, a relação entre o repertório e a ideia argumentativa está escassa. O único mecanismo de relação é o coesivo “nessa perspectiva”. Isso, a meu ver, inviabiliza a fundamentação do argumento, já que, embora o repertório seja pertinente à argumentação, não há suficiente produtividade para sustentá-la. Se você, por exemplo, trouxesse uma justificação para além do repertório para efetivar essa fundamentação, você solucionaria essa lacuna. No D2, não há fundamentação - nem no repertório. Habermas diz que a linguagem é uma forma de ação, contudo, de que modo isso justifica o fato de que as entidades governamentais e a população não discutem soluções para a problemática? Não faz sentido.
De qualquer forma, você escreveu um excelente texto. Parabéns!
De qualquer forma, você escreveu um excelente texto. Parabéns!
- 16 Nov 2022, 11:08
#105741
@JoaoPedro72, muito obrigado pela correção! Eu vou responder algumns dos levantamentos que você fez:
- Você evidenciou o fato de que eu não coloquei em pauta quais seriam esses direitos sociais, porém no período seguinte em relação à alusão à Constituição Federal, eu evidenciei dois desses direitos, que são a moradia e a cultura. Eles são expostos nos primeiros artigos da CF em um rol exemplificativo.
- No último período do primeiro parágrafo, você evidenciou que eu não deixei a minha marca de opinião e que eu não trouxe uma opinião em relação ao tema, porém dizer que os argumentos que eu citei geram "esse NEFASTO CENÁRIO no corpo social" não é um traço de minha autoria? Dizer que algo é nefasto é falar que algo é prejudicial e nocivo. Creio que esse seja um traço de opinião e autoria, sim. Eu, inclusive, preocupei-me bastante em deixar muitos traços de autoria ao longo do texto kkkkk
- Sério mesmo que você acha que o argumento 1 não foi tão produtivo? Eu disse que os direitos funcionam na teoria, porém não funcionam na prática. Eu fiz a sustentação desse repertório, dizendo que não funciona na prática pelo fato de os órgãos públicos são inertes ao não providenciarem políticas públicas. A Constituição diz uma coisa, mas a prática é outra. Além disso, eu deixei bem clara a minha visão no último período do segundo parágrafo, no que se refere ao agentes estatais terem mais atitudes concretas com diálogos bem formados.
- No segundo argumento, eu fiz alusão ao repertório de Habermas, que a linguagem é uma forma de ação. A comunicação (Que eu mencionei no período seguinte) fundamenta-se na linguagem, há uma relação direta entre comunicação e linguagem. No terceiro parágrafo, ficou evidenciado que as entidades governamentais e a população são muito passivas e inertes, porque não discutem sobre como poderia se estabelecer a integração social entre as comunidades e povos tradicionais, no sentido de dar mais atenção à problemática. E deixei clara a minha visão no último período do terceiro parágrafo.
Mais uma vez, agradeço muito pela sua correção!
- Você evidenciou o fato de que eu não coloquei em pauta quais seriam esses direitos sociais, porém no período seguinte em relação à alusão à Constituição Federal, eu evidenciei dois desses direitos, que são a moradia e a cultura. Eles são expostos nos primeiros artigos da CF em um rol exemplificativo.
- No último período do primeiro parágrafo, você evidenciou que eu não deixei a minha marca de opinião e que eu não trouxe uma opinião em relação ao tema, porém dizer que os argumentos que eu citei geram "esse NEFASTO CENÁRIO no corpo social" não é um traço de minha autoria? Dizer que algo é nefasto é falar que algo é prejudicial e nocivo. Creio que esse seja um traço de opinião e autoria, sim. Eu, inclusive, preocupei-me bastante em deixar muitos traços de autoria ao longo do texto kkkkk
- Sério mesmo que você acha que o argumento 1 não foi tão produtivo? Eu disse que os direitos funcionam na teoria, porém não funcionam na prática. Eu fiz a sustentação desse repertório, dizendo que não funciona na prática pelo fato de os órgãos públicos são inertes ao não providenciarem políticas públicas. A Constituição diz uma coisa, mas a prática é outra. Além disso, eu deixei bem clara a minha visão no último período do segundo parágrafo, no que se refere ao agentes estatais terem mais atitudes concretas com diálogos bem formados.
- No segundo argumento, eu fiz alusão ao repertório de Habermas, que a linguagem é uma forma de ação. A comunicação (Que eu mencionei no período seguinte) fundamenta-se na linguagem, há uma relação direta entre comunicação e linguagem. No terceiro parágrafo, ficou evidenciado que as entidades governamentais e a população são muito passivas e inertes, porque não discutem sobre como poderia se estabelecer a integração social entre as comunidades e povos tradicionais, no sentido de dar mais atenção à problemática. E deixei clara a minha visão no último período do terceiro parágrafo.
Mais uma vez, agradeço muito pela sua correção!
- 16 Nov 2022, 11:28
#105748
-Sim, de fato, "nefasto" é uma palavra crítica. Só não acho que somente essa palavra é capaz de ser considerada como uma tese.
-Não é o argumento que sustenta o repertório, é o repertório que sustenta o argumento. Tanto no D1 quanto no D2, você faz afirmações, mas elas não possuem sustentação, gerando lacunas.
Imagina, fico feliz em tentar ajudar.
Juniin escreveu:@JoaoPedro72, muito obrigado pela correção! Eu vou responder algumns dos levantamentos que você fez:-Você tem razão ao dizer que evidenciou os direitos, mas, a meu ver, seria melhor se você colocasse os direitos logo na primeira frase. Mas, claro, é só uma opinião minha.
- Você evidenciou o fato de que eu não coloquei em pauta quais seriam esses direitos sociais, porém no período seguinte em relação à alusão à Constituição Federal, eu evidenciei dois desses direitos, que são a moradia e a cultura. Eles são expostos nos primeiros artigos da CF em um rol exemplificativo.
- No último período do primeiro parágrafo, você evidenciou que eu não deixei a minha marca de opinião e que eu não trouxe uma opinião em relação ao tema, porém dizer que os argumentos que eu citei geram "esse NEFASTO CENÁRIO no corpo social" não é um traço de minha autoria? Dizer que algo é nefasto é falar que algo é prejudicial e nocivo. Creio que esse seja um traço de opinião e autoria, sim. Eu, inclusive, preocupei-me bastante em deixar muitos traços de autoria ao longo do texto kkkkk
- Sério mesmo que você acha que o argumento 1 não foi tão produtivo? Eu disse que os direitos funcionam na teoria, porém não funcionam na prática. Eu fiz a sustentação desse repertório, dizendo que não funciona na prática pelo fato de os órgãos públicos são inertes ao não providenciarem políticas públicas. A Constituição diz uma coisa, mas a prática é outra. Além disso, eu deixei bem clara a minha visão no último período do segundo parágrafo, no que se refere ao agentes estatais terem mais atitudes concretas com diálogos bem formados.
- No segundo argumento, eu fiz alusão ao repertório de Habermas, que a linguagem é uma forma de ação. A comunicação (Que eu mencionei no período seguinte) fundamenta-se na linguagem, há uma relação direta entre comunicação e linguagem. No terceiro parágrafo, ficou evidenciado que as entidades governamentais e a população são muito passivas e inertes, porque não discutem sobre como poderia se estabelecer a integração social entre as comunidades e povos tradicionais, no sentido de dar mais atenção à problemática. E deixei clara a minha visão no último período do terceiro parágrafo.
Mais uma vez, agradeço muito pela sua correção!
-Sim, de fato, "nefasto" é uma palavra crítica. Só não acho que somente essa palavra é capaz de ser considerada como uma tese.
-Não é o argumento que sustenta o repertório, é o repertório que sustenta o argumento. Tanto no D1 quanto no D2, você faz afirmações, mas elas não possuem sustentação, gerando lacunas.
Imagina, fico feliz em tentar ajudar.