O bullying nas escolas é um dos maiores problemas enfrentados pelos jovens de 13 a 17 anos. A realidade mostra como as pessoas que são “diferentes” sofrem bullying, seja por deficiência física, por sexualidade, por aparência e problemas de neurodesenvolvimento. Nesse contexto, compreender o porquê a sociedade age e pensa assim se torna essencial para pensar em soluções que resolvam o problema.
Primeiramente, o bullying está diretamente ligado a antiguidade (século XIX), onde começou a existir por diferenças de grupos sociais, religiões, crenças e cor. Antigamente não havia o conceito de “vítima”, acreditavam que essas situações serviriam para “fortalecer o caráter”, e isso só passou a ser visto como um problema em 1970, quando Dan Olweus começou a pesquisar sobre isso e viu que jovens cometiam suicídio por isso, e sofriam diferentes tipos de agressões sem ninguém intervir. A obra “Extraordinário”, retrata os problemas que um garoto sofre na escola, por ter uma deformidade facial, exigindo 27 cirurgias e apelidam ele de “anomalia”, os professores e alunos veem o que estava acontecendo, mas não tomaram nenhuma medida eficaz para solucionar o problema.
Portanto, combater o bullying nas escolas do Brasil exige ações imediatas. O governo federal deve promover leis e programas que identifiquem os sinais de bullying, fazer campanhas para conscientizar sobre as consequências desse ato. Além disso, a família deve se aproximar do ambiente escolar e ficar atento aos sinais para tomar medidas eficazes. Com a aplicação dessas medidas, será possível reduzir o bullying, e consequentemente diminuir a violência e depressão, e dessa forma manter uma sociedade igualitária.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros identificados: (C1) várias falhas de norma, como “se torna essencial” -> “torna-se essencial”; uso inadequado de vírgulas e conectores, além de termos como “antiguidade” e expressão “por diferenças de grupos sociais, religiões, crenças e cor” com “cor” solto. Sugestão: reescrever: “O bullying nas escolas brasileiras é um problema sério entre jovens de 13 a 17 anos. Diferentes características geram preconceito...”. (C2/C3) desenvolvimento pouco profundo e com exemplos limitados (Olweus e Extraordinário) sem relação clara com propostas. Proposta: ampliar argumentos sobre causas, impactos e dados. (C4) conectivos presente, mas a coesão falha em progressão de ideias; melhorar com encadeamento: entretanto, ademais, por conseguinte. (C5) proposta de intervenção contém agentes (governo federal, famílias), ações (promover leis, campanhas), meios (leis, campanhas) e finalidade (reduzir bullying); poderia detalhar como tratar sinais, metas mensuráveis e responsabilidades. Melhorias práticas: reescrever a intervenção com: agente específico, ação concreta, meio (recursos/cronograma) e finalidade avaliada (redução X% de casos em Y anos); por ex.: “O Ministério da Educação implementará um programa de capacitação de docentes até 2026, com campanhas de conscientização e avaliação anual, com meta de reduzir incidentes reportados em 40%.”
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