Em primeiro lugar, destaca-se a negligência de instituições escolares diante de casos de bullying. Muitas vezes, escolas não possuem preparo adequado para identificar e intervir nessas situações, tratando-as como conflitos comuns entre alunos. Essa postura contribui para a normalização da violência e intensifica os impactos negativos nas vítimas, como baixa autoestima e dificuldades no aprendizado. Nesse sentido, a teoria do sociólogo Émile Durkheim sobre a importância da coesão social evidencia que a ausência de regras claras e de intervenção compromete o equilíbrio do ambiente coletivo.
Além disso, a falta de conscientização da sociedade agrava o problema. O bullying, frequentemente visto como “brincadeira”, é minimizado por familiares e colegas, o que impede o reconhecimento de sua gravidade. Tal cenário é reforçado pela ausência de debates efetivos sobre empatia e respeito nas escolas. A obra “Pedagogia do Oprimido”, de Paulo Freire, defende a educação como ferramenta de transformação social, o que evidencia a necessidade de formar indivíduos críticos e conscientes desde cedo.
Portanto, é fundamental combater a prática de bullying nas escolas. Para isso, o Ministério da Educação, em parceria com as instituições de ensino, deve promover programas de capacitação para professores, a fim de prepará-los para identificar e intervir em casos de violência escolar. Ademais, as escolas devem implementar projetos educativos que incentivem o respeito e a empatia entre os alunos, por meio de palestras, debates e atividades interativas. Dessa forma, será possível construir um ambiente escolar mais seguro e acolhedor para todos.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros/aciões: (1) Norma-Padrão: alguns sinais de informalidade/consistência; sugerir revisão de expressões como “Essa postura contribui”/“Tal cenário” para coesão mais precisa. (2) Falta de aprofundamento na intervenção: proponha ações com detalhes (agente: Ministério da Educação; ação: capacitar professores; meio: parcerias com universidades; finalidade: reduzir bullying). (3) Coerência: manter progressão lógica em alguns trechos; usar conectivos mais variados para articular ideias (além de “em primeiro lugar”/“além disso”, inserir “logo que”, “por consequência”). (4) Complemento institucional: mencionar exemplos de políticas já existentes pode fortalecer a argumentação. Sugestões: reescrever trechos introdutórios para situar o tema, ampliar a conclusão com perspectivas futuras e metas mensuráveis.
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