Diante desse cenário, as condições laborais precárias vivenciadas por parcela da população trabalhadora e as recorrentes denúncias de trabalho escravo demonstram a discrepância entre a realidade social e os direitos assegurados constitucionalmente. Analogamente, na obra Final Fantasy XVI, a marginalização dos Bearers evidencia a exploração legitimada pelo Estado. De modo semelhante, tal problemática também acomete os trabalhadores brasileiros, o que explicita a naturalização de um processo estrutural que submete a classe operária a condições indignas. Dito isso, a violação dos direitos trabalhistas caracteriza a inércia governamental, além do descumprimento dos preceitos constitucionais.
Outrossim, a negligência estatal interfere diretamente, pois representa a omissão do Estado diante do trabalho análogo à escravidão, o que caracteriza a impunidade dos empregadores e a exploração de indivíduos vulneráveis. Em consonância com esse assunto, a Constituição de 1988 garante, essencialmente, a dignidade da pessoa humana e os direitos sociais que se fundamentam na vivência do indivíduo enquanto cidadão. Embora tais direitos sejam garantidos pela Carta Magna, eles são sumariamente violados por aqueles que se dedicam à exploração do trabalhador, bem como pela falta de fiscalização e pelo baixo investimento em órgãos de combate ao trabalho escravo. Assim, ainda se percebe um abismo entre a realidade factual e o que está prescrito no texto constitucional.
Portanto, torna-se essencial que o Estado - por meio do Ministério do Trabalho e do Emprego e da Polícia Federal - amplie a fiscalização nos setores vulneráveis à exploração laboral, mediante o investimento contínuo em instituições fiscalizadoras. Ademais, faz-se imprescindível a promoção de debates, por meio dos veículos midiáticos, em parceria com ONGs, para conscientizar o corpo social sobre o legado escravocrata, a fim de propiciar a desconstrução dessas estruturas que naturalizam a opressão da classe trabalhadora.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros: uso de referência não acadêmica (Final Fantasy XVI) fragiliza a argumentação (Competência 2/3); excessivo concerto com termos repetitivos sem clareza de vínculo entre ideias (Competência 4); algumas passagens com conectivos melhores substituíveis para coesão. Sugestões: manter fontes socialmente relevantes e citáveis; reestruturar o texto em introdução, desenvolvimento e conclusão com vínculos claros entre as ideias; usar conectivos como “além disso”, “porém”, “consequentemente” para progressão lógica. Proposta de intervenção mais detalhada: agente, ação, meio e finalidade explícitos em uma única frase final.
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