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Por samuelmor1
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No contexto brasileiro, o trabalho análogo à escravidão configura um reflexo do descaso inerente às práticas estruturais advindas do processo histórico escravista, que permeou o Brasil por mais de três séculos. Em paralelo a isso, como bem ressalta o sociólogo Florestan Fernandes em “A Integração do Negro na Sociedade de Classes”, após a promulgação da Lei Áurea, o Estado brasileiro falhou em promover a integração social do ex-escravizado, relegando-o às margens do mercado de trabalho. Sob essa lente, a exploração laboral permanece presente, ainda hoje, na contemporaneidade.

Diante desse cenário, as condições laborais precárias vivenciadas por parcela da população trabalhadora e as recorrentes denúncias de trabalho escravo demonstram a discrepância entre a realidade social e os direitos assegurados constitucionalmente. Analogamente, na obra Final Fantasy XVI, a marginalização dos Bearers evidencia a exploração legitimada pelo Estado. De modo semelhante, tal problemática também acomete os trabalhadores brasileiros, o que explicita a naturalização de um processo estrutural que submete a classe operária a condições indignas. Dito isso, a violação dos direitos trabalhistas caracteriza a inércia governamental, além do descumprimento dos preceitos constitucionais.

Outrossim, a negligência estatal interfere diretamente, pois representa a omissão do Estado diante do trabalho análogo à escravidão, o que caracteriza a impunidade dos empregadores e a exploração de indivíduos vulneráveis. Em consonância com esse assunto, a Constituição de 1988 garante, essencialmente, a dignidade da pessoa humana e os direitos sociais que se fundamentam na vivência do indivíduo enquanto cidadão. Embora tais direitos sejam garantidos pela Carta Magna, eles são sumariamente violados por aqueles que se dedicam à exploração do trabalhador, bem como pela falta de fiscalização e pelo baixo investimento em órgãos de combate ao trabalho escravo. Assim, ainda se percebe um abismo entre a realidade factual e o que está prescrito no texto constitucional.

Portanto, torna-se essencial que o Estado - por meio do Ministério do Trabalho e do Emprego e da Polícia Federal - amplie a fiscalização nos setores vulneráveis à exploração laboral, mediante o investimento contínuo em instituições fiscalizadoras. Ademais, faz-se imprescindível a promoção de debates, por meio dos veículos midiáticos, em parceria com ONGs, para conscientizar o corpo social sobre o legado escravocrata, a fim de propiciar a desconstrução dessas estruturas que naturalizam a opressão da classe trabalhadora.
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    Erros: uso de referência não acadêmica (Final Fantasy XVI) fragiliza a argumentação (Competência 2/3); excessivo concerto com termos repetitivos sem clareza de vínculo entre ideias (Competência 4); algumas passagens com conectivos melhores substituíveis para coesão. Sugestões: manter fontes socialmente relevantes e citáveis; reestruturar o texto em introdução, desenvolvimento e conclusão com vínculos claros entre as ideias; usar conectivos como “além disso”, “porém”, “consequentemente” para progressão lógica. Proposta de intervenção mais detalhada: agente, ação, meio e finalidade explícitos em uma única frase final.

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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