Por Alysson6899
Tempo de Registro Quantidade de postagens
#48214
A Constituição Federal de 1988 -norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro- garante o acesso à segurança. no entanto, na atual realidade brasileira, não há o cumprimento dessa norma, principalmente no que diz respeito aos crimes cibernéticos. isso ocorre devido a forte influência da tecnologia nas relações interpessoais e a falta de proteção por parte das empresas produtoras.

É relevante abordar, primeiramente, que as redes cibernéticas estão diretamente ligadas ao cotidiano social. Nesse sentido, conforme o filósofo polonês, Zygmunt Bauman, a contemporaneidade está associada a uma era efêmera que, por muitas das vezes, os relacionamentos pessoais estão correlacionados à volatilidade. Sob tal ótica, a convivência torna-se algo prático, já que com um aparelho tecnológico, um indivíduo pode se conectar ao mundo e facilmente se desconectar dele. Dessa maneira, o crime cibernético é mais suscetível, pois a uma gama ilimitada de informações sujeita a invasões.

Outrossim, vale ressaltar a carência de programas de proteções aos crimes cibernéticos por parte de empresas fornecedoras. Nessa lógica, consoante o ideário marxiano, a economia determina a sociedade. seguindo essa linha de pensamento, grande parte das instituições produtores de aparatos tecnológicos visam o lucro acima da segurança e, por muita das ocasiões, desconsideram a instalação de aplicativos que possam reduzir as ameaças à privacidade. Logo, com a baixa segurança, motivada pela falta de apoio econômico das empresas fornecedoras, o combate a invasão tecnológica torna-se algo distante da realidade brasileira.

Depreende-se, portanto, que o crime cibernético é um entrave que precisa ser solucionado. Para que isso ocorra, o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia, deve propor a criação de um programa “Educação Digital”, por meio de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Tal programa será lecionado em instituições públicas e empresas de grande fornecimento tecnológico, a fim de debater possíveis invasões cibernéticas, e assim, evitá-las. Dessa forma, os brasileiros verão o direito garantido pela Constituição como uma realidade próxima..
NOTA GERAL (USUÁRIOS)
Sem
nota
Pontuar
NOTA AUTOMÁTICA (IA)
Sem
nota
Desbloquear
Por Alysson6899
Tempo de Registro Quantidade de postagens
#48218
Alguém pode dar uma olhada??? Por favores!!
0
Avatar do usuário
Por jheromagnoli
Tempo de Registro Quantidade de postagens
#48254
A Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro - garante o acesso à segurança. No entanto, na atual realidade brasileira, não há o cumprimento dessa norma, principalmente no que diz respeito aos crimes cibernéticos. [faltou conectivo] Isso ocorre devido a forte influência da tecnologia nas relações interpessoais e a falta de proteção por parte das empresas produtoras.

[inverter a posição > É relevante abordar, primeiramente, que as redes cibernéticas estão diretamente ligadas ao cotidiano social. Nesse sentido, conforme o filósofo polonês, Zygmunt Bauman, a contemporaneidade está associada a uma era efêmera que, por muitas das vezes, os relacionamentos pessoais estão correlacionados à volatilidade. Sob tal ótica, a convivência torna-se algo prático, já que com um aparelho tecnológico, um indivíduo pode se conectar ao mundo e facilmente se desconectar dele. Dessa maneira, o crime cibernético é mais suscetível, pois a uma gama ilimitada de informações sujeita a invasões.

Outrossim, vale ressaltar a carência de programas de proteções aos crimes cibernéticos por parte de empresas fornecedoras. Nessa lógica, consoante o ideário marxista, a economia determina a sociedade. [melhorar conectivo > Seguindo [evite gerúndio] essa linha de pensamento, grande parte das instituições produtoras de aparatos tecnológicos visam o lucro acima da segurança e, por muita das ocasiões, desconsideram a instalação de aplicativos que possam reduzir as ameaças à privacidade. Logo, com a baixa segurança, motivada pela falta de apoio econômico das empresas fornecedoras, o combate à invasão tecnológica torna-se algo distante da realidade brasileira.

Depreende-se, portanto, que o crime cibernético é um entrave que precisa ser solucionado. Para que isso ocorra, o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia, deve propor a criação de um programa “Educação Digital”, por meio de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Tal programa será lecionado em instituições públicas e empresas de grande fornecimento tecnológico, a fim de debater possíveis invasões cibernéticas, e assim, evitá-las. Dessa forma, os brasileiros verão o direito garantido pela Constituição como uma realidade próxima.
* Acredito que intervenção está completa
* Tenho nada a falar da estrutura da redação, creio que está no caminho certo. Só precisa prestar mais atenção na parte gramatical


Espero ter ajudado! ;)
0
Por Alysson6899
Tempo de Registro Quantidade de postagens
#48260
@jherodrigues , você é um anjo!❤ Muito obrigado pelas dicas, vou seguir fielmente, viu?
0

Em “Os Bruzundangas” — obra de crítica social de L[…]

Na sociedade contemporânea, a violência doméstica […]

Perante o ponto de vista filosófico de Santo Tomás[…]

O envelhecimento populacional é uma realidade cres[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Seu Cookie

O Corrija.com utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Aguarde…
Não atualize a página.