- 04 Jan 2021, 21:02
#49328
Na tese "cidadão de papel", desenvolvida pelo jornalista brasileiro Gilberto Dimenstein, o autor denomina o termo como um indivíduo que apesar de possuir direitos na legislação, não usufrui dos mesmos devido à desinformação ou à subtração destes pela máquina governamental. Ao observarmos o contexto do analfabetismo digital, é cabível fazer uma analogia à tese do jornalista, uma vez que por conta da ausência do Estado no incentivo à inclusão digital e a baixa condição financeira de grande parte da população, os indivíduos tem seus direitos de educação e igualdade subtraídos, tornando a inclusão digital uma realidade distante.
Primordialmente, deve-se ressaltar a ineficácia do Estado em incentivar e capacitar os funcionários de ensino público a utilizar plataformas de ensino digitais, fazendo, assim, com que se levante uma barreira que dificulta o contato do profissional de ensino com o aluno, tornando o ensino à distância uma atividade infrutífera para a maioria dos estudantes.
Ademais, cabe apontar a péssima qualidade financeira de grande parcela da população como um impulsionador do analfabetismo digital. O artigo 5° da Constituição Federal - documento jurídico de maior importância do país -, prevê a igualdade como direito inerente a qualquer cidadão brasileiro. Entretanto, quando é observada a dificuldade do acesso à tecnologia pela população pobre, constata-se que a prerrogativa prevista pela Constituição não tem se reverberado. Por conta do baixo salário mínimo e do alto custo dos aparelhos digitais - proveniente de altos valores de impostos - a parcela mais carente da sociedade se distância da inclusão digital. Logo, é inadmissível que este cenário continue a perdurar.
Portanto, para que esse obstáculo seja superado, medidas cabíveis devem ser estabelecidas. Visto isso, o Ministério da Educação deve criar um programa, de nome ENSINO PARA O FUTURO, por meio de recursos disponibilizados pelo Governo Federal, com o intuito de capacitar os profissionais de ensino para a utilização de ferramentas digitais de aprendizado, além de aumentar o direcionamento de verbas para o desenvolvimento tecnológico de escolas localizadas em regiões mais carentes do país. Apenas assim, tornar-se-á possível a abolição do analfabetismo digital e que a sociedade não seja mais composta por "cidadãos de papel".
@GlendaMorais
@Geralcinoj
@Ashiley
Ola, ficaria extremamente grato se alguém fizesse a correção e a pontuação pra mim, agradeço desde já
Primordialmente, deve-se ressaltar a ineficácia do Estado em incentivar e capacitar os funcionários de ensino público a utilizar plataformas de ensino digitais, fazendo, assim, com que se levante uma barreira que dificulta o contato do profissional de ensino com o aluno, tornando o ensino à distância uma atividade infrutífera para a maioria dos estudantes.
Ademais, cabe apontar a péssima qualidade financeira de grande parcela da população como um impulsionador do analfabetismo digital. O artigo 5° da Constituição Federal - documento jurídico de maior importância do país -, prevê a igualdade como direito inerente a qualquer cidadão brasileiro. Entretanto, quando é observada a dificuldade do acesso à tecnologia pela população pobre, constata-se que a prerrogativa prevista pela Constituição não tem se reverberado. Por conta do baixo salário mínimo e do alto custo dos aparelhos digitais - proveniente de altos valores de impostos - a parcela mais carente da sociedade se distância da inclusão digital. Logo, é inadmissível que este cenário continue a perdurar.
Portanto, para que esse obstáculo seja superado, medidas cabíveis devem ser estabelecidas. Visto isso, o Ministério da Educação deve criar um programa, de nome ENSINO PARA O FUTURO, por meio de recursos disponibilizados pelo Governo Federal, com o intuito de capacitar os profissionais de ensino para a utilização de ferramentas digitais de aprendizado, além de aumentar o direcionamento de verbas para o desenvolvimento tecnológico de escolas localizadas em regiões mais carentes do país. Apenas assim, tornar-se-á possível a abolição do analfabetismo digital e que a sociedade não seja mais composta por "cidadãos de papel".
@GlendaMorais
@Geralcinoj
@Ashiley
Ola, ficaria extremamente grato se alguém fizesse a correção e a pontuação pra mim, agradeço desde já
- 04 Jan 2021, 21:04
#49329
@GlendaMorais
@Geralcinoj
@Ashiley
@Flaviaa
Ola, ficaria extremamente grato se alguém fizesse a correção e a pontuação pra mim, agradeço desde já
@Geralcinoj
@Ashiley
@Flaviaa
Ola, ficaria extremamente grato se alguém fizesse a correção e a pontuação pra mim, agradeço desde já
- 02 Fev 2021, 14:26
#53867
Vith escreveu:Estou no aguardo da correção, agradeço desde ja.O rascunho da correção estava até em meu bloco de notas, não postei antes pois fiquei um tempo sem internet.
Erre, corrija, erre e corrija novamente...
Assim sucessivamente...
Até que fique interessante...
Assim sucessivamente...
Até que fique interessante...
- 02 Fev 2021, 15:02
#53870
Correção do texto: ANALFABETISMO DIGITAL
Usuário(a): @Vith
INTRODUÇÃO:
Na tese "cidadão de papel", desenvolvida pelo jornalista brasileiro Gilberto Dimenstein, o autor denomina o termo como um indivíduo que apesar de possuir direitos na legislação, não usufrui dos mesmos devido à desinformação ou à (1) subtração destes desses pela máquina governamental. (CONECTIVO) Ao observarmos (dê preferência à terceira pessoa do singular) o contexto do analfabetismo digital, é cabível fazer uma analogia à tese do jornalista, uma vez que por conta da ausência do Estado no incentivo à pela ausência de incentivo estatal para a (2) inclusão digital e a baixa condição financeira de grande parte da população, os indivíduos tem têm (quem "têm" são os indivíduos, logo, o verbo deve ser marcado com acento circunflexo para marcar o plural do sujeito) seus direitos de educação e igualdade subtraídos negligenciados, tornando (fuja do gerúndio) que faz da inclusão digital uma realidade distante.
Legenda:
possível erro (incerto)
erro
confuso
desnecessário
"melhorável"
(x): observações
repetição
(meus comentários)
sugestão (ou correção)
"stonkis"
Adequação ao tema
(_) espaço
...
Observações:
(1) Não acredito que esteja errado, mas ao meu ver é desnecessário pois você já usou o artigo antes da palavra "desinformação" (é apenas uma sugestão).
(2) Foram usadas 3 contrações de preposição + artigo em um trecho pequeno, por isso sugeri uma mudança.
...
Comentários gerais: Ótima proposta! Contém todos os elementos necessários, apenas atente-se às observações.
Usuário(a): @Vith
INTRODUÇÃO:
Na tese "cidadão de papel", desenvolvida pelo jornalista brasileiro Gilberto Dimenstein, o autor denomina o termo como um indivíduo que apesar de possuir direitos na legislação, não usufrui dos mesmos devido à desinformação ou à (1) subtração destes desses pela máquina governamental. (CONECTIVO) Ao observarmos (dê preferência à terceira pessoa do singular) o contexto do analfabetismo digital, é cabível fazer uma analogia à tese do jornalista, uma vez que por conta da ausência do Estado no incentivo à pela ausência de incentivo estatal para a (2) inclusão digital e a baixa condição financeira de grande parte da população, os indivíduos tem têm (quem "têm" são os indivíduos, logo, o verbo deve ser marcado com acento circunflexo para marcar o plural do sujeito) seus direitos de educação e igualdade subtraídos negligenciados, tornando (fuja do gerúndio) que faz da inclusão digital uma realidade distante.
Legenda:
possível erro (incerto)
erro
confuso
desnecessário
"melhorável"
(x): observações
repetição
(meus comentários)
sugestão (ou correção)
"stonkis"
Adequação ao tema
(_) espaço
...
Observações:
(1) Não acredito que esteja errado, mas ao meu ver é desnecessário pois você já usou o artigo antes da palavra "desinformação" (é apenas uma sugestão).
(2) Foram usadas 3 contrações de preposição + artigo em um trecho pequeno, por isso sugeri uma mudança.
...
Erre, corrija, erre e corrija novamente...
Assim sucessivamente...
Até que fique interessante...
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Até que fique interessante...