- 20 Jan 2021, 20:06
#53048
A obra “O Grito”, do pintor Edvard Munch, apresenta um ser humano perplexo diante da sua realidade. Analogamente, nota-se, no contexto brasileiro, a perpetuação desse sentimento de perplexidade, sobretudo no que diz respeito ao estigma relacionado às doenças mentais. Nesse sentido, a falta de conscientização é apontada como uma das principais responsáveis pelo agravamento do quadro, o que representa uma grande involução para o Brasil e, dessa forma, precisa ser combatida.
Em primeira análise, ressalta-se que a ausência de conscientização é um grande entrave para o solucionamento da questão, uma vez que impede a reflexão crítica da sociedade, impulsionando a disseminação de estigmas e de preconceitos dirigidos aos indivíduos psiquicamente doentes. Sobre isso, informações divulgadas pelo site “Abrapa” revelam que os estigmas relacionados aos transtornos mentais estão fortemente atrelados à carência de empatia, ou seja, à falta de compreensão e conscientização acerca da realidade do outro. Não obstante, segundo o filósofo Immanuel Kant, “o ser humano é aquilo o que a educação faz dele”. Paralelamente a esse pensamento, salienta-se a necessidade de um modelo educativo eficaz para promover a conscientização da população a respeito das problemas psíquicos.
Em segunda análise, a obra "Educação e Antropologia no Espaço e no Tempo”, do autor J.L. Poersch, diz que a humanidade está predestinada a crescer em valor e em dignidade. No entanto, contrariando a teoria do escritor, o que se nota é uma imensa involução da sociedade, dado que os estigmas associados às doenças mentais representam um grande retrocesso para os estudos em psiquiatria e psicologia. Sob tal ótica, evidencia-se a necessidade de medidas que possam reverter o quadro e promover, assim, o pleno progresso social do Brasil.
Portanto, objetivando combater o sentimento de perplexidade exposto por Munch, o Ministério da Educação – setor do Estado responsável pela formação cívil dos indivíduos – deve, por meio da reconfiguração da grade curricular comum, instituir nas escolas palestras ministradas por psicólogos e especialistas que possam promover a conscientização, para, assim, acabar com os estigmas associados às doenças mentais.

Em primeira análise, ressalta-se que a ausência de conscientização é um grande entrave para o solucionamento da questão, uma vez que impede a reflexão crítica da sociedade, impulsionando a disseminação de estigmas e de preconceitos dirigidos aos indivíduos psiquicamente doentes. Sobre isso, informações divulgadas pelo site “Abrapa” revelam que os estigmas relacionados aos transtornos mentais estão fortemente atrelados à carência de empatia, ou seja, à falta de compreensão e conscientização acerca da realidade do outro. Não obstante, segundo o filósofo Immanuel Kant, “o ser humano é aquilo o que a educação faz dele”. Paralelamente a esse pensamento, salienta-se a necessidade de um modelo educativo eficaz para promover a conscientização da população a respeito das problemas psíquicos.
Em segunda análise, a obra "Educação e Antropologia no Espaço e no Tempo”, do autor J.L. Poersch, diz que a humanidade está predestinada a crescer em valor e em dignidade. No entanto, contrariando a teoria do escritor, o que se nota é uma imensa involução da sociedade, dado que os estigmas associados às doenças mentais representam um grande retrocesso para os estudos em psiquiatria e psicologia. Sob tal ótica, evidencia-se a necessidade de medidas que possam reverter o quadro e promover, assim, o pleno progresso social do Brasil.
Portanto, objetivando combater o sentimento de perplexidade exposto por Munch, o Ministério da Educação – setor do Estado responsável pela formação cívil dos indivíduos – deve, por meio da reconfiguração da grade curricular comum, instituir nas escolas palestras ministradas por psicólogos e especialistas que possam promover a conscientização, para, assim, acabar com os estigmas associados às doenças mentais.
- 20 Jan 2021, 20:27
#53049
Mathilda escreveu:A obra “O Grito”, do pintor Edvard Munch, apresenta um ser humano perplexo diante da sua realidade. Analogamente, nota-se, no contexto brasileiro, a perpetuação desse sentimento de perplexidade, sobretudo no que diz respeito ao estigma relacionado às doenças mentais. Nesse sentido, a falta de conscientização é apontada como uma das principais responsáveis pelo agravamento do quadro, o que representa uma grande involução para o Brasil e, dessa forma, precisa ser combatida.
Em primeira análise, ressalta-se que a ausência de conscientização é um grande entrave para o solucionamento da questão, uma vez que impede a reflexão crítica da sociedade, impulsionando a disseminação de estigmas e de preconceitos dirigidos aos indivíduos psiquicamente doentes. Sobre isso, informações divulgadas pelo site “Abrapa” revelam que os estigmas relacionados aos transtornos mentais estão fortemente atrelados à carência de empatia, ou seja, à falta de compreensão e conscientização acerca da realidade do outro. Não obstante, segundo o filósofo Immanuel Kant, “o ser humano é aquilo o que a educação faz dele”. Paralelamente a esse pensamento, salienta-se a necessidade de um modelo educativo eficaz para promover a conscientização da população a respeito dos problemas psíquicos.
Em segunda análise, a obra "Educação e Antropologia no Espaço e no Tempo”, do autor J.L. Poersch, diz que a humanidade está predestinada a crescer em valor e em dignidade. No entanto, contrariando a teoria do escritor, o que se nota é uma imensa involução da sociedade brasileira, dado que os estigmas associados às doenças mentais representam um grande retrocesso para os estudos em psiquiatria e psicologia. Sob tal ótica, evidencia-se a necessidade de medidas que possam reverter o quadro e promover, assim, o pleno progresso social do Brasil.
Portanto, objetivando combater o sentimento de perplexidade exposto por Munch, o Ministério da Educação – setor do Estado responsável pela formação cívil dos indivíduos – deve, por meio da reconfiguração da grade curricular comum, instituir nas escolas palestras ministradas por psicólogos e especialistas que possam promover a conscientização da juventude, para, no futuro, acabar com os estigmas associados às doenças mentais.