Por Liny
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São Tomás de Aquino defendeu que devemos tratar todos de maneira igualitária. Contudo, é perceptível que a sociedade brasileira encontra-se em oposição quanto as questões religiosas no país. Nesse sentido, a intolerância religiosa se dissemina de maneira atroz em meio às pessoas devido a falta de debates e a insuficiência legislativa, tornando comum os ataques sofridos por pessoas pertencentes às religiões exclusas de "grupos sociais".
Primeiramente, é importante salientar que o silenciamento em meio aos debates é um forte empecilho no combate à intolerância religiosa no Brasil. Segundo o sociólogo e filósofo alemão Habermas, a liguagem é uma verdadeira forma de ação. Entretanto, é notório que a falta de discussões leva ao desconhecimento das pessoas sobre o respeito e a aceitação ao novo, gerando ignorância e a ideia de que para ser comum o outro deve se adaptar ao que a maioria acha certo. Dessa forma, é necessário a disseminação de conhecimento em meio a população utilizando a oralidade.
Ademais, das diversas consequências ocasionadas da intolerância religiosa cabe destacar a violência sofrida pelos adeptos dessas religiões. Nesse ângulo é importante destacar que a constituição Federal de 1988 assegura o estado brasileiro como sendo laico, e ainda prevê a liberdade de credo. Contudo, a falta de leis que fiscalizem e incrimine atos violentos oriundos da intolerância religiosa só ajuda na disseminação de ataques físicos e psicológicos, cada dia mais presente na vida dos indivíduos adeptos a outra religião. Dessa maneira, a falta de leis que assegurem tais pessoas e as protejam de ataques só ajuda para a perduração de tal problema.
Portanto, uma intervenção faz-se necessária o quanto antes. Para isso, o Ministério da Educação, por meio das escolas da rede pública poderia incluir na grade curricular separada da Cultura Afro-Brasileira, a religiosidade, que deve ser abordada de maneira clara e aprofundada. Tal matéria poderia ter como base fundamental a tolerância e como ela deve ser exercida pelas pessoas no dia dia, sendo repassada para os alunos durante as aulas, sentimentos básicos de grande importância, como por exemplo, o respeito e a empatia. Com isso, cumpre-se o que foi defendido por São Tomás de Aquino e há igualdade idependente de qualquer fator ameno.
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