- 28 Mar 2021, 23:54
#57170
Os casos de uso de drogas ilícitas no Brasil sequem em um ritmo de crescimento alarmante. O consumo de tais drogas se mostra prejudicial, tanto para o indivíduo quanto para familiares, e até mesmo letal. Em meio a essa delicadíssima questão surgem mais alguns problemas: a resistência do próprio indivíduo e a inabrangência do tratamento.
Segundo estudo da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados, realizado em 2014, haviam no mundo 29 milhões de pessoas com problemas relacionados às drogas, das quais 12 milhões eram usuários de drogas injetáveis, e 207 mil casos de morte em decorrência delas, um terço por overdose. Já no tocante ao tratamento temos o problema em aceitar a dependência como uma doença, aceitar ajuda e, por muitas vezes, possuir algum apoio ou ajuda. Aliado a tudo isso temos a ineficiência do próprio tratamento, dado seu alto custo e grandes chances de recaída, o que torna algo muito pesado para um país emergente, porém ainda subdesenvolvido, como o Brasil.
Tal situação tende a remeter numa infância difícil e cheia de problemas, aliada à proximidade das drogas, por parte do dependente, e a um sistema de leis restritivas sobre os tratamentos. Visto que em muitos casos o próprio paciente não possui apoio, ou se recusa ao tratamento, podemos observar o valor de leis como a Lei n 13.8040 que prevê, sob certas condições, o internamento involuntário que, somado a centros sociais de reabilitação e convivência, podem retirar dependentes desse mundo.
Segundo estudo da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados, realizado em 2014, haviam no mundo 29 milhões de pessoas com problemas relacionados às drogas, das quais 12 milhões eram usuários de drogas injetáveis, e 207 mil casos de morte em decorrência delas, um terço por overdose. Já no tocante ao tratamento temos o problema em aceitar a dependência como uma doença, aceitar ajuda e, por muitas vezes, possuir algum apoio ou ajuda. Aliado a tudo isso temos a ineficiência do próprio tratamento, dado seu alto custo e grandes chances de recaída, o que torna algo muito pesado para um país emergente, porém ainda subdesenvolvido, como o Brasil.
Tal situação tende a remeter numa infância difícil e cheia de problemas, aliada à proximidade das drogas, por parte do dependente, e a um sistema de leis restritivas sobre os tratamentos. Visto que em muitos casos o próprio paciente não possui apoio, ou se recusa ao tratamento, podemos observar o valor de leis como a Lei n 13.8040 que prevê, sob certas condições, o internamento involuntário que, somado a centros sociais de reabilitação e convivência, podem retirar dependentes desse mundo.
- 06 Abr 2021, 23:57
#58055
Olá, então, primeira coisa senti falta de conectivos e vírgulas na estrutura do seu texto, acho também que você poderia de generalizado mais como na citação de vivências de outros países não só como o Brasil,não consigo compreender de forma clara a sua proposta de intervenção já que não vejo o agente, ação, modo, detalhamento e finalidade. Uma dica acho que você poderia ter usado séries, como contextualização para sua introdução.
Espero ter ajudado, mesmo de forma "relativa" e "solta".
Espero ter ajudado, mesmo de forma "relativa" e "solta".
- 08 Abr 2021, 00:56
#58178
Obrigado.
Yagomlh escreveu:Olá, então, primeira coisa senti falta de conectivos e vírgulas na estrutura do seu texto, acho também que você poderia de generalizado mais como na citação de vivências de outros países não só como o Brasil,não consigo compreender de forma clara a sua proposta de intervenção já que não vejo o agente, ação, modo, detalhamento e finalidade. Uma dica acho que você poderia ter usado séries, como contextualização para sua introdução.Certo, vou tentar usar suas dicas na próxima redação que for escrever.
Espero ter ajudado, mesmo de forma "relativa" e "solta".
Obrigado.