- 28 Mai 2021, 00:01
#64261
No período colonial Brasileiro, marcado pela vinda dos Jesuítas, afim de catequizar os indígenas, forçando-os a se converte-se ao catolicismo. Nesse sentido a história revela a falta de intolerância religiosa da época. Fica evidente que a realidade vivida no período colonial faz alusão ao século XXI, de liberdade de ter ou não uma crença e a falta de intolerância religiosa.
Em primeiro lugar, é importante destacar que não havendo a completa liberdade religiosa, tanto quanto de fiéis afro-brasileiro e evangélicos, que são as principais vítimas de crimes de ódio, séria um governo com paranóia ditatorial. Segundo o Portas Abertas, o país Maldivas, conhecido por sua beleza e luxo, tentam mantê-lo 100% islâmico, sem qualquer meio de liberdade religiosa. Assim, fica claro que sem a livre opção de se ter ou não crença, tiraria da sociedade brasileira a sua liberdade de escolha.
Consequentemente, a tolerância religiosa seria quase que inexistente, devido a falta de liberdade, onde lhes garantiria a intolerância religiosa. No período em que o Brasil foi invadido por Holandeses, por exemplo, foi como um curto "paraíso" religioso holandês, onde judeus poderiam praticar e professar sua crença. Paralelamente, seria pressuposto que na atualidade houvesse grande tolerância religiosa, se pudessem extrair como lição a história, brasileira e mundial.
Por conseguinte, é imprescindível que o Estado tome medidas para amenizar a circunstância atual. Para que haja caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil, urge que o Ministério da Educação, por intermédio de programas educacionais que conscientizem os pequenos sobre a tolerância religiosa. Somente assim, será possível registrar após alguns anos a diminuição dos números de crimes de ódio à fiéis, sabendo que este programa educacional seria agregado a grade curricular de todo aluno brasileiro.
Em primeiro lugar, é importante destacar que não havendo a completa liberdade religiosa, tanto quanto de fiéis afro-brasileiro e evangélicos, que são as principais vítimas de crimes de ódio, séria um governo com paranóia ditatorial. Segundo o Portas Abertas, o país Maldivas, conhecido por sua beleza e luxo, tentam mantê-lo 100% islâmico, sem qualquer meio de liberdade religiosa. Assim, fica claro que sem a livre opção de se ter ou não crença, tiraria da sociedade brasileira a sua liberdade de escolha.
Consequentemente, a tolerância religiosa seria quase que inexistente, devido a falta de liberdade, onde lhes garantiria a intolerância religiosa. No período em que o Brasil foi invadido por Holandeses, por exemplo, foi como um curto "paraíso" religioso holandês, onde judeus poderiam praticar e professar sua crença. Paralelamente, seria pressuposto que na atualidade houvesse grande tolerância religiosa, se pudessem extrair como lição a história, brasileira e mundial.
Por conseguinte, é imprescindível que o Estado tome medidas para amenizar a circunstância atual. Para que haja caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil, urge que o Ministério da Educação, por intermédio de programas educacionais que conscientizem os pequenos sobre a tolerância religiosa. Somente assim, será possível registrar após alguns anos a diminuição dos números de crimes de ódio à fiéis, sabendo que este programa educacional seria agregado a grade curricular de todo aluno brasileiro.