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Por francis
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#138792
Atualizaram?
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Por kytlym
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#141403
A língua é um dos principais instrumentos que sustentam a vida em sociedade, já que é responsável pela comunicação e interação entre os indivíduos. No entanto, ela também pode atuar de maneira negativa, sendo uma das ferramentas de segregação social. O preconceito linguístico, no Brasil, é muito evidente e, por isso, é preciso entender que há diversas variantes na língua, e uma não deveria ser mais prestigiada em relação às demais.

Em primeiro lugar, é importante destacar que, embora todos os brasileiros sejam falantes da Língua Portuguesa, ela apresenta diversas particularidades no contexto regional, etário, social e histórico. Isso significa que a linguagem está em constante transformação, e os responsáveis pelas mudanças são os próprios falantes, independente de classe social ou nível de escolaridade. Nesse sentido, não se deve desconsiderar a gramática normativa e suas regras, já que ela serve como base para o sustento do idioma, mas sim admitir que todas as variações são inerentes à língua.

Além disso, é evidente que o fato de existir uma variante padrão faz com que as demais sejam desprestigiadas, gerando o preconceito linguístico. Esse tipo de preconceito – pouco discutido no Brasil – acentua ainda mais a desigualdade social no país, pois a língua está totalmente ligada à estrutura e aos valores da sociedade, e os falantes da norma culta são aqueles que apresentam maior nível de escolaridade e poder aquisitivo. Os indivíduos que sofrem discriminação linguística tendem a desenvolver problemas de sociabilidade e, até mesmo, psicológicos.

Fica claro, portanto, que a língua é um fator decisivo na exclusão social. Por isso, o preconceito linguístico deve ser admitido e combatido. Primeiramente, as escolas deveriam fazer uma abordagem mais aprofundada sobre esse tema, além de ensinar, nas aulas de Português, todas as variantes existentes na língua. A mídia deveria parar de estereotipar os personagens de acordo com a sua maneira de falar e poderia investir em campanhas que ajudem a desconstruir o preconceito linguístico. Afinal, ser um “bom” falante é ser poliglota na própria língua.
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Por LLuciano
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#143205
É site ou aplicativo?
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Por LLuciano
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#143206
A CIRA corrige bem?
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Por LLuciano
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#143329
Agora que eu percebi também @Eduardo 15
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Por LLuciano
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#143499
Quantas redações são corrigidas gratuitamente nesse aplicativo que a gente está usando, por inteligência artificial? Eu fiz uma e foi corrigida e a segunda já não corrigiu?
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Por Monica1
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#145446
Eu quero vê minha redação o que eu faço
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Por EI01TS01cl
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#154214
A modalidade de trabalho remoto, popularmente conhecida como home office, deixou de ser uma tendência para se consolidar como uma realidade transformadora no cenário corporativo. Essa reconfiguração, acelerada por eventos globais e impulsionada por avanços tecnológicos, impactou profundamente as rotinas de empresas e funcionários, trazendo consigo um conjunto de desafios e benefícios que exigem adaptação e reavaliação de modelos tradicionais.
Um dos aspectos mais evidentes dessa mudança reside na reestruturação da infraestrutura e da gestão empresarial. Empresas que antes dependiam exclusivamente de espaços físicos agora precisam investir em plataformas de comunicação e colaboração eficientes, além de desenvolverem políticas claras para o trabalho a distância. A gestão de equipes remotas demanda novas competências por parte dos líderes, como a promoção da autonomia, a comunicação transparente e a capacidade de manter o engajamento e o bem-estar dos colaboradores, mesmo à distância. Essa transição, embora complexa, pode resultar em redução de custos operacionais, acesso a um pool de talentos mais diversificado e geograficamente disperso, e um potencial aumento de produtividade decorrente da flexibilidade oferecida.
Por outro lado, a vida dos funcionários também foi significativamente alterada. A eliminação do tempo de deslocamento diário libera horas preciosas, permitindo uma melhor gestão do equilíbrio entre vida pessoal e profissional. A flexibilidade de horários, em muitos casos, possibilita que o trabalho se adapte às necessidades individuais, como o cuidado com a família ou a busca por atividades de lazer e saúde. Contudo, essa autonomia exige um alto grau de disciplina e autogerenciamento. A indistinção entre o ambiente de trabalho e o lar pode dificultar o "desligamento" das atividades laborais, gerando o risco de jornadas excessivas e esgotamento. Ademais, a ausência da interação social presencial com colegas pode impactar o senso de pertencimento e a troca informal de conhecimentos, demandando esforços conscientes para manter a coesão e o espírito de equipe.
Diante do exposto, é inegável que o home office representa uma revolução no mundo do trabalho, exigindo uma adaptação mútua. As empresas precisam investir em tecnologia e novas metodologias de gestão, ao passo que os colaboradores devem cultivar a autodisciplina e a comunicação remota. A forma como organizações e indivíduos abraçarem essa transformação determinará o sucesso e a sustentabilidade de um modelo de trabalho cada vez mais flexível e digital.
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Por ingriddes
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#156322
A crescente popularidade da Internet e das redes sociais transformou profundamente a comunicação e a interação entre os jovens. No entanto, o uso excessivo dessas plataformas tem gerado sérios impactos na saúde mental de adolescentes e jovens levando-a um aumento preocupante de problemas como ansiedade, depressão e baixa alto estima. Embora as redes sociais oferecem benefícios significativos, como a facilidade de comunicação e acesso à informações, seu uso exagerado pode ter efeitos adversários, estudos mostram que jovens que passam mais de três horas por dia nas redes sociais tem maior probabilidade de relatar sintomas de depressão e ansiedade. No Brasil, uma pesquisa realizada pelo centro de estudos sobre as tecnologias da informação e comunicação, em 2021 revelou que 65% dos adolescentes sentem-se pressionados a manter uma imagem perfeita nas redes sociais, contribuindo o aumento desses sintomas.
A comparação constantes com os pares, baseada em curtidas e seguidores, é um fator principal na baixa alto estima dos jovens. A busca incessante por aprovação virtual pode levar a sentimentos de inaquedação e insatisfação com a própria imagem, além disso a necessidade de estar sempre "online" e responder rapidamente a mensagens e atualizações podem resultar em altos níveis de ansiedade e estresse problemas técnicos como falava de conexão ou falta de dados, frequentemente exacerbam esses sentimentos, gerando frustração e angústia.
Portando, apesar dos benefícios das redes sociais, é essencial que os jovens a utilizem de forma consciente e equilibrado para evitar impactos negativos na saude mental. A adoção de medidas preventivas, como programas educacionais, apoio psicológico e campanha de sensibilização é fundamental para mitigar os efeitos adversários das redes sociais e promover o bem-estar mental dos jovens
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Por ingriddes
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#156323
A crescente popularidade da Internet e das redes sociais transformou profundamente a comunicação e a interação entre os jovens. No entanto, o uso excessivo dessas plataformas tem gerado sérios impactos na saúde mental de adolescentes e jovens levando-a um aumento preocupante de problemas como ansiedade, depressão e baixa alto estima. Embora as redes sociais oferecem benefícios significativos, como a facilidade de comunicação e acesso à informações, seu uso exagerado pode ter efeitos adversários, estudos mostram que jovens que passam mais de três horas por dia nas redes sociais tem maior probabilidade de relatar sintomas de depressão e ansiedade. No Brasil, uma pesquisa realizada pelo centro de estudos sobre as tecnologias da informação e comunicação, em 2021 revelou que 65% dos adolescentes sentem-se pressionados a manter uma imagem perfeita nas redes sociais, contribuindo o aumento desses sintomas.
A comparação constantes com os pares, baseada em curtidas e seguidores, é um fator principal na baixa alto estima dos jovens. A busca incessante por aprovação virtual pode levar a sentimentos de inaquedação e insatisfação com a própria imagem, além disso a necessidade de estar sempre "online" e responder rapidamente a mensagens e atualizações podem resultar em altos níveis de ansiedade e estresse problemas técnicos como falava de conexão ou falta de dados, frequentemente exacerbam esses sentimentos, gerando frustração e angústia.
Portando, apesar dos benefícios das redes sociais, é essencial que os jovens a utilizem de forma consciente e equilibrado para evitar impactos negativos na saude mental. A adoção de medidas preventivas, como programas educacionais, apoio psicológico e campanha de sensibilização é fundamental para mitigar os efeitos adversários das redes sociais e promover o bem-estar mental dos jovens
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