- 08 Jun 2021, 19:42
#66062
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo, 6°, o direito ao lazer como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase, na prática, quando se observa a falta de democratização do acesso ao cinema, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Primordialmente, deve se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater as desigualdades existentes no consumo cinematográfico. Nesse sentido, grande parte da população fica vulnerável a más condições de entretenimento. Essa conjuntura, segundo o filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o lazer, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o alto custo dos ingressos para filmes como impulsionador desse impasse no Brasil. Segundo uma pesquisa do Jornal Folha, apenas 15% da população tem condições de usufruir de uma sala de cinema. Diante de tal exposto, milhares de cidadãos brasileiros acabam ficando a margem do conhecimento cultural e artístico que é proporcionado apenas para a classe elitista do país. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Portanto, é 'mister' que o Estado tome providências para melhorar o quadro atual. Para isso, é imprescritível que o Ministério da Cultura, por intermédio de políticas públicas e sociais, realize exibições cinematográficas com baixo custo em várias cidades brasileiras, de modo a fornecer cultura e lazer para a parcela marginalizada. Somente assim, torna-se á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Carta Magna.
Primordialmente, deve se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater as desigualdades existentes no consumo cinematográfico. Nesse sentido, grande parte da população fica vulnerável a más condições de entretenimento. Essa conjuntura, segundo o filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o lazer, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o alto custo dos ingressos para filmes como impulsionador desse impasse no Brasil. Segundo uma pesquisa do Jornal Folha, apenas 15% da população tem condições de usufruir de uma sala de cinema. Diante de tal exposto, milhares de cidadãos brasileiros acabam ficando a margem do conhecimento cultural e artístico que é proporcionado apenas para a classe elitista do país. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Portanto, é 'mister' que o Estado tome providências para melhorar o quadro atual. Para isso, é imprescritível que o Ministério da Cultura, por intermédio de políticas públicas e sociais, realize exibições cinematográficas com baixo custo em várias cidades brasileiras, de modo a fornecer cultura e lazer para a parcela marginalizada. Somente assim, torna-se á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Carta Magna.
- 09 Jun 2021, 19:18
#66215
cassiahso escreveu:@cassiahso, @EduardoSH @3m1ly @Dante@Costa2020 @Ashiley
Podem me ajudar por favor?
- 10 Jun 2021, 16:24
#66336
Tudo bem? Estarei corrigindo sua redação amanhã, pois se corrige-se por agora não terei qualidade e não seria uma correção benéfica a você, visto que estou cansado. @cassiahso,
- 17 Jun 2021, 18:47
#67197
Muito obrigada!
Dante escreveu:Tudo bem? Estarei corrigindo sua redação amanhã, pois se corrige-se por agora não terei qualidade e não seria uma correção benéfica a você, visto que estou cansado. @cassiahso,Oioi
Muito obrigada!