- 15 Jun 2021, 11:23
#66915
Na idade média, grande período histórico, o clero era a classe que retinha maior poder influência sobre o povo, assim defendendo que a região católica era a religião certa a ser seguida. Ademais, muitas vezes, repudiava aqueles que fossem de uma religião ou crença diferente, assim os condenando. Nesse caso, esse período ainda sim pode ser associado aos dias atuais, visto que a Intolerância Religiosa é um problema muito presente na sociedade, no qual a população exclui e evita pessoas de religiões que não seja católica ou evangélica, assim configurando um problema grave que deve ser combatido. Isso ocorre tanto pelo silenciamento da mídia, quanto pela falta de informações e explicações sobre as outras religiões nas escolas.
Nessa perspectiva, a mídia vem omitindo esse impasse, deixando-o silenciado. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro afirma que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um silenciamento instaurado na questão da intolerância religiosa no Brasil, já que a mídia não expõe os diversos casos de humilhação de pessoas de uma religião conservadora com outras de religiões pouco difundidas, como as de raízes africanas, repercutindo tal problemática com superficialismo, assim deixando esse problema despercebido aos olhos da sociedade. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Em segundo plano, as escolas tem ausência de explanação sobre as diferentes crenças. Por conseguinte, o ex presidente da África e atuante na luta contra o racismo Nelson Mandela defende que a educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo. Dessa maneira, essa analogia pode ser associada a Intolerância religiosa no Brasil, pois nas escolas faltam ensinamentos de costumes de diferentes religiões, culturas ou costumes de outros povos, assim tornando a educação ineficaz para a mudança dessa situação, na qual faz-se contrária a afirmação de Nelson Mandela. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa ocorrência.
Portanto é imperioso que sejam proporcionadas políticas públicas para intermediação do imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério de educação junto Ministério de Segurança Pública — ramos do Estado responsáveis pela educação e segurança do Brasil — promover a erradicação da Intolerância religiosa no conjunto social brasileira por meio da efetuação de debates e palestras reflexivas nas escolas para todas a séries e a criação de leis rigorosas, afim de manter um ambiente livre da problemática, pois somente assim esse contratempo poderá ser freado.
Nessa perspectiva, a mídia vem omitindo esse impasse, deixando-o silenciado. Acerca disso, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro afirma que é necessário tirar uma situação de invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Entretanto, há um silenciamento instaurado na questão da intolerância religiosa no Brasil, já que a mídia não expõe os diversos casos de humilhação de pessoas de uma religião conservadora com outras de religiões pouco difundidas, como as de raízes africanas, repercutindo tal problemática com superficialismo, assim deixando esse problema despercebido aos olhos da sociedade. Dessa forma, urge tirar essa situação de invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Em segundo plano, as escolas tem ausência de explanação sobre as diferentes crenças. Por conseguinte, o ex presidente da África e atuante na luta contra o racismo Nelson Mandela defende que a educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo. Dessa maneira, essa analogia pode ser associada a Intolerância religiosa no Brasil, pois nas escolas faltam ensinamentos de costumes de diferentes religiões, culturas ou costumes de outros povos, assim tornando a educação ineficaz para a mudança dessa situação, na qual faz-se contrária a afirmação de Nelson Mandela. Desse modo, é imprescindível uma ação do Estado para mudar essa ocorrência.
Portanto é imperioso que sejam proporcionadas políticas públicas para intermediação do imbróglio pontuado. Por isso, cabe ao Ministério de educação junto Ministério de Segurança Pública — ramos do Estado responsáveis pela educação e segurança do Brasil — promover a erradicação da Intolerância religiosa no conjunto social brasileira por meio da efetuação de debates e palestras reflexivas nas escolas para todas a séries e a criação de leis rigorosas, afim de manter um ambiente livre da problemática, pois somente assim esse contratempo poderá ser freado.