- 26 Jun 2021, 18:11
#68514
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual, observa-se justamente o contrário quanto à questão da intolerância religiosa no Brasil. Nesse sentido, estratégias são necessárias para reduzir a problemática, que possui como causas a criação de esteriótipos feita pela mídia e a herança do pensamento desenvolvido ao longo da história brasileira.
Em primeira análise, deve-se pontuar que os esteriótipos criados pela mídia configuram-se como uma grave causa para a intolerância religiosa no território nacional. Por consequência da má influência midiática e silenciamento da minoria que compactua com outras religiões, forma-se então uma inflexibilidade no que se diz respeito à outras que não sejam as impostas como "corretas" pela sociedade. Dessa forma, como já afirmado pela filósofa Olgária Matos, "Uma sociedade que só é capaz de conversar com o mesmo não é uma sociedade", fazendo-se, então, necessário as mudanças nas mídias sociais a fim de aumentar a visibilidade de outras crenças e religiões.
Além disso, outra dificuldade enfrentada é a questão do pensamento ao longo da história brasileira, visto que a intolerância religiosa é fruto de um processo histórico de doutrinação. Com a chegada dos portugueses no Brasil, os índios foram obrigados a renegar suas crenças, sendo catequizados por padres jesuítas e, assim, dando origem a um preconceito religioso quase que irreversível. Sendo assim, a herança dos portugueses para conosco, deixada há séculos atrás, é a de um preconceito enraizado.
Portanto, mediante essa situação, é preciso que medidas sejam tomadas para o combate à intolerância religiosa no Brasil. Para isso, é preciso que escolas, em parceria com a prefeitura, promovam um espaço para rodas de conversa e debates sobre a intolerância religiosa no ambiente escolar, a fim de que seja desconstruído esse preconceito imposto na nossa sociedade há gerações. Tais eventos podem ocorrer no período extraclasse, para que não atrapalhe a grade escolar dos alunos. Em paralelo, faz-se necessário ações que promovam debates sobre o assunto na internet, a fim de aumentar a visibilidade para outras religiões. Dessa maneira, enfim cumpriremos o que foi pré dito na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Repostando pq não obtive resposta ou nota..
Em primeira análise, deve-se pontuar que os esteriótipos criados pela mídia configuram-se como uma grave causa para a intolerância religiosa no território nacional. Por consequência da má influência midiática e silenciamento da minoria que compactua com outras religiões, forma-se então uma inflexibilidade no que se diz respeito à outras que não sejam as impostas como "corretas" pela sociedade. Dessa forma, como já afirmado pela filósofa Olgária Matos, "Uma sociedade que só é capaz de conversar com o mesmo não é uma sociedade", fazendo-se, então, necessário as mudanças nas mídias sociais a fim de aumentar a visibilidade de outras crenças e religiões.
Além disso, outra dificuldade enfrentada é a questão do pensamento ao longo da história brasileira, visto que a intolerância religiosa é fruto de um processo histórico de doutrinação. Com a chegada dos portugueses no Brasil, os índios foram obrigados a renegar suas crenças, sendo catequizados por padres jesuítas e, assim, dando origem a um preconceito religioso quase que irreversível. Sendo assim, a herança dos portugueses para conosco, deixada há séculos atrás, é a de um preconceito enraizado.
Portanto, mediante essa situação, é preciso que medidas sejam tomadas para o combate à intolerância religiosa no Brasil. Para isso, é preciso que escolas, em parceria com a prefeitura, promovam um espaço para rodas de conversa e debates sobre a intolerância religiosa no ambiente escolar, a fim de que seja desconstruído esse preconceito imposto na nossa sociedade há gerações. Tais eventos podem ocorrer no período extraclasse, para que não atrapalhe a grade escolar dos alunos. Em paralelo, faz-se necessário ações que promovam debates sobre o assunto na internet, a fim de aumentar a visibilidade para outras religiões. Dessa maneira, enfim cumpriremos o que foi pré dito na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
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