- 03 Jul 2021, 12:23
#69184
A Declaração Universal dos Direitos Humanos- promulgada em 1948 pela ONU- assegura a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem estar social. Entretanto, o precário serviço de educação do Brasil e a exclusão social vivida por brasileiros de baixa classe social impede que este grupo usufrua desse direito internacional na prática. Nesse contexto, torna-se evidente a carência de estruturas especializadas no acompanhamento desse público, bem como compreensão deturpada da função social deste.
Dessa forma, em primeira análise, a priorização de interesses financeiros é um desafio presente no problema. Em paralelo, o silenciamento das vítimas é um entrave no que tange o problema. Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que medidas sejam promovidas. Porém há um silenciamento instaurado na questão do acesso democrático a cultura, no Brasil, visto que o ingresso do cinema, por exemplo, é caro, muitas pessoas precisam se deslocar até os centros urbanos já que não tem um teatro perto. Assim, urge tirar essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Portanto, é indispensável intervir sobre o problema. Para isso, o Ministério da Economia deve investir na cultura, por meio de destinação de verbas, a fim de reverter a supremacia de interesses mercadológicos que impera, apoiado pelo Ministério da Cultura que deve incentivar a valorização e a difusão de manifestações culturais. Tal ação, pode ainda, ser divulgada na mídia de massa para que a população tome conhecimento. Dessa forma, será possível reverter um passado de exclusão e tornar a cultura democrática.
Dessa forma, em primeira análise, a priorização de interesses financeiros é um desafio presente no problema. Em paralelo, o silenciamento das vítimas é um entrave no que tange o problema. Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que medidas sejam promovidas. Porém há um silenciamento instaurado na questão do acesso democrático a cultura, no Brasil, visto que o ingresso do cinema, por exemplo, é caro, muitas pessoas precisam se deslocar até os centros urbanos já que não tem um teatro perto. Assim, urge tirar essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Portanto, é indispensável intervir sobre o problema. Para isso, o Ministério da Economia deve investir na cultura, por meio de destinação de verbas, a fim de reverter a supremacia de interesses mercadológicos que impera, apoiado pelo Ministério da Cultura que deve incentivar a valorização e a difusão de manifestações culturais. Tal ação, pode ainda, ser divulgada na mídia de massa para que a população tome conhecimento. Dessa forma, será possível reverter um passado de exclusão e tornar a cultura democrática.