- 08 Jul 2021, 17:53
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A constituição, artigo 5°, assegura o livre exercício de cultos religiosos e estipula a liberdade de consciência. No entanto, o Brasil não tem seguido esses parâmetros, uma vez que há tanta violência contra as diferentes formas de crenças. Logo, é necessário que haja caminhos para combater a intolerância, como a unificação da sociedade e uma maior preocupação do poder público.
Deve-se destacar, a princípio, a intolerância que está enraizada na população desde muito tempo. De acordo com a história do Brasil, os africanos escravizados eram proibidos de praticar seus cultos, pois sofriam dominação pelos europeus extremamente católicos que não aceitavam outro tipo de religião. Vale ressaltar, que muitas pessoas herdaram esse preconceito e a forma violenta de agir. Logo, seria necessário que a sociedade desconstrua essa forma de pensar que uma crença estar acima de outra.
Ademais, a falta de políticas públicas eficazes é um problema a ser resolvido. Cabe salientar, que já foi criada uma lei de proteção religiosa, porém ela não tem sido suficiente para combater a problemática, a falta de fiscalização, punição e preocupação do governo acaba contribuindo para os casos atuais. Outrossim, a não conscientização da sociedade também é um motivo para intolerância. Além disso, carência de comunicação dos pais com os jovens aumenta a possibilidade de agirem de forma desrespeitosa.
Portanto, é necessário que haja caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil. Para tanto, o governo em parceria com as mídias deve concientizar a população sobre as diferenças de cada crença e mostrar a importância da liberdade de escolha, por meio de posts e anúncios nas redes sociais, para que um pouco desse preconceito possa ser quebrado. Além disso, o poder legislativo- responsável por legislar as leis- deve fiscalizar a lei de proteção ao culto, para que por meio de inspeções mais pessoas possam cultuar em segurança e sem medo. Assim, boa parte dos problemas poderão ser resolvidos.
Deve-se destacar, a princípio, a intolerância que está enraizada na população desde muito tempo. De acordo com a história do Brasil, os africanos escravizados eram proibidos de praticar seus cultos, pois sofriam dominação pelos europeus extremamente católicos que não aceitavam outro tipo de religião. Vale ressaltar, que muitas pessoas herdaram esse preconceito e a forma violenta de agir. Logo, seria necessário que a sociedade desconstrua essa forma de pensar que uma crença estar acima de outra.
Ademais, a falta de políticas públicas eficazes é um problema a ser resolvido. Cabe salientar, que já foi criada uma lei de proteção religiosa, porém ela não tem sido suficiente para combater a problemática, a falta de fiscalização, punição e preocupação do governo acaba contribuindo para os casos atuais. Outrossim, a não conscientização da sociedade também é um motivo para intolerância. Além disso, carência de comunicação dos pais com os jovens aumenta a possibilidade de agirem de forma desrespeitosa.
Portanto, é necessário que haja caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil. Para tanto, o governo em parceria com as mídias deve concientizar a população sobre as diferenças de cada crença e mostrar a importância da liberdade de escolha, por meio de posts e anúncios nas redes sociais, para que um pouco desse preconceito possa ser quebrado. Além disso, o poder legislativo- responsável por legislar as leis- deve fiscalizar a lei de proteção ao culto, para que por meio de inspeções mais pessoas possam cultuar em segurança e sem medo. Assim, boa parte dos problemas poderão ser resolvidos.