- 14 Jul 2021, 13:24
#70620
Francis Bacon, ao relacionar o conhecimento ao poder, afirmou que o saber fornece meios para alterar o panorama vivido. No entanto, ao observar a mobilidade migratória para o Brasil no século atual, certifica-se que a tese do filósofo diverge da realidade, haja-vista que as condições precárias de vida dessas pessoas é persistente. Desse modo ao mediar a problemática, a questão dos imigrantes no Brasil é preocupante.
Antes de tudo, é preciso considerar a mentalidade coletiva. Segundo o conceito de normalização, de Michel Foucault, há, na sociedade, a repetição de comportamentos sem a devida reflexão crítica dessa conduta. Sob tal perspectiva, quando se analisa o movimento imigratório para o Brasil contemporâneo, verifica-se que a falta de deliberação minuciosa sobre o assunto em questão intensifica o revés, uma vez que o preconceito e a xenofobia é real e evidente. Com isso torna-se imprescindível a discussão coletiva para atenuar o impasse.
Além disso, merece ênfase o quesito estatal. De acordo com John Locke, por meio do contrato social, o estado deve garantir o bem-estar coletivo. Entretanto o deslocamento imigratório para o Brasil constrata o ideal do filósofo, tendo em vista que o governo não dá o apoio necessário a esse indivíduo e que por consequência gera um problema ainda maior, não só aos imigrantes, mas também a população brasileira. Destarte, vê-se a importância da atuação do Estado na resolução do porém.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham organizar o processo de imigração no país. Por conseguinte, cabe ao governo auxiliar na busca de emprego adequado, verificando necessidades e habilidades para que esses cidadãos sejam inceridos no país. E ainda é importante que o governo Federal em conjunto com a mídia, faça estratégias e campanhas, a fim de atingir o público brasileiro e reduzir o preconceito. Desse modo, com a visão crítica de Foucalt e o contrato social de Locke, a sociedade terá esse panorama mudado, como enfatizou Fracis Bacon.
Antes de tudo, é preciso considerar a mentalidade coletiva. Segundo o conceito de normalização, de Michel Foucault, há, na sociedade, a repetição de comportamentos sem a devida reflexão crítica dessa conduta. Sob tal perspectiva, quando se analisa o movimento imigratório para o Brasil contemporâneo, verifica-se que a falta de deliberação minuciosa sobre o assunto em questão intensifica o revés, uma vez que o preconceito e a xenofobia é real e evidente. Com isso torna-se imprescindível a discussão coletiva para atenuar o impasse.
Além disso, merece ênfase o quesito estatal. De acordo com John Locke, por meio do contrato social, o estado deve garantir o bem-estar coletivo. Entretanto o deslocamento imigratório para o Brasil constrata o ideal do filósofo, tendo em vista que o governo não dá o apoio necessário a esse indivíduo e que por consequência gera um problema ainda maior, não só aos imigrantes, mas também a população brasileira. Destarte, vê-se a importância da atuação do Estado na resolução do porém.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham organizar o processo de imigração no país. Por conseguinte, cabe ao governo auxiliar na busca de emprego adequado, verificando necessidades e habilidades para que esses cidadãos sejam inceridos no país. E ainda é importante que o governo Federal em conjunto com a mídia, faça estratégias e campanhas, a fim de atingir o público brasileiro e reduzir o preconceito. Desse modo, com a visão crítica de Foucalt e o contrato social de Locke, a sociedade terá esse panorama mudado, como enfatizou Fracis Bacon.