- 29 Jul 2021, 15:32
#72812
Segundo Karl Marx, o capitalismo impõe uma realidade de opressão e exploração ao proletariado. Ao analisar a teoria do sociólogo, essa realidade perpetua-se com as desigualdades do acesso à cultura no Brasil. Dado aos fatos, é necessário analisar aspectos sociais e culturais, para que se chegue a uma conclusão sobre o assunto.
Em primeira análise, é evidente que cada indivíduo possui um papel relevante na construção de valores e problemas sociais. Cada cultura compõem o ser e a essência de uma coletividade. Entretanto, infelizmente o capitalismo se tornou o maior impedimento nos dias atuais para o acesso à cultura. A escola de Frankfurt formulou uma teoria crítica ao capitalismo, no qual conceitua a industrialização da arte e da cultura com o objetivo de lucrar, pois, somente a elite tem acesso ao entretenimento, excluindo assim a maior parte da sociedade que é oprimida. Logo, fica claro a necessidade da produção da Cultura em massa e da desmistificação de o que é entretenimento.
Diante deste cenário, é fato de que existe uma grande alienação da classe oprimida em relação à cultura. Na novela Paraisópolis, essa situação é explícita, visto que há uma clara distinção entre a “burguesia” e os “favelados”, no qual a elite frequenta teatro, cinemas e óperas, enquanto os subordinados vão à bailes de favela e churrascos na laje, pois não possuem capital para custear os altos preços do entretenimento reacionário.
Dessa forma, torna-se explícito a necessidade da democratização da cultura do entretenimento. O Ministério da Educação em parceria com o Estado, deve criar projetos sociais com entretenimento cultura, em que filmes e apresentações devem ser divulgados, e é claro um evento gratuito e aberto para todo o público. Aulas de teatro, canto e de instrumentos musicais também seriam de grande importância. Logo, nesse senso em um futuro próximo teremos maior acesso da cultura pelas massas.
Em primeira análise, é evidente que cada indivíduo possui um papel relevante na construção de valores e problemas sociais. Cada cultura compõem o ser e a essência de uma coletividade. Entretanto, infelizmente o capitalismo se tornou o maior impedimento nos dias atuais para o acesso à cultura. A escola de Frankfurt formulou uma teoria crítica ao capitalismo, no qual conceitua a industrialização da arte e da cultura com o objetivo de lucrar, pois, somente a elite tem acesso ao entretenimento, excluindo assim a maior parte da sociedade que é oprimida. Logo, fica claro a necessidade da produção da Cultura em massa e da desmistificação de o que é entretenimento.
Diante deste cenário, é fato de que existe uma grande alienação da classe oprimida em relação à cultura. Na novela Paraisópolis, essa situação é explícita, visto que há uma clara distinção entre a “burguesia” e os “favelados”, no qual a elite frequenta teatro, cinemas e óperas, enquanto os subordinados vão à bailes de favela e churrascos na laje, pois não possuem capital para custear os altos preços do entretenimento reacionário.
Dessa forma, torna-se explícito a necessidade da democratização da cultura do entretenimento. O Ministério da Educação em parceria com o Estado, deve criar projetos sociais com entretenimento cultura, em que filmes e apresentações devem ser divulgados, e é claro um evento gratuito e aberto para todo o público. Aulas de teatro, canto e de instrumentos musicais também seriam de grande importância. Logo, nesse senso em um futuro próximo teremos maior acesso da cultura pelas massas.