- 01 Ago 2021, 18:19
#73144
A Constituição Federal de 1988, norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro, prevê em seu artigo 5°, VI, o direito ao culto religioso. Contudo, esse benefício não tem se reverberado na prática quando se observa a crescente onda de intolerância religiosa no Brasil. Diante dessa perspectiva, faz-se necessário o análise das raízes da discriminação e de suas consequências para a sociedade.
Em primeiro plano, é importante compreender que as origens da intolerância religiosa no Brasil surgiram durante o processo de colonização. Nesse contexto, os padres jesuítas, que pertenciam a Companhia de Jesus, catequizavam os indígenas mesmo estes já possuindo seus próprios deuses. Em seguida, a fim de concretizar a missão de levar o evangelho por todo o território brasileiro, os padres começaram a converter os negros em cristãos, fazendo-os abandonar suas crenças trazidas do continente africano. Desse modo, é visível que os escravos e os nativos não tinham liberdade para exercerem seu credo, fato que ocorre até os dias atuais com as minorias religiosas.
Por conseguinte, a população brasileira, de maioria cristã, cresceu aprendendo que o cristianismo era a única crença válida. Em virtude disso, as religiões de matriz africana, bem como o islamismo e o espiritismo, começaram a sofrer com esses ideias fundamentalistas. Um dos casos mais emblemáticos de discriminação ocorreu em 1999, quando a Iyalorixá Mãe Gilda teve seu templo invadido por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus. Em resposta ao trauma sofrido, Mãe Gilda faleceu no ano seguinte vítima de infarto.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater essas injustiças. Para isso, é imprescindível que o Governo Federal ponha em prática a lei já existente de n° 10.639, que garante o ensino da cultura e da história afro-brasileira nas escolas, com o objetivo de estimular o respeito no ambiente escolar. Assim, torna-se possível a concretização do artigo 5° da Constituição.
Em primeiro plano, é importante compreender que as origens da intolerância religiosa no Brasil surgiram durante o processo de colonização. Nesse contexto, os padres jesuítas, que pertenciam a Companhia de Jesus, catequizavam os indígenas mesmo estes já possuindo seus próprios deuses. Em seguida, a fim de concretizar a missão de levar o evangelho por todo o território brasileiro, os padres começaram a converter os negros em cristãos, fazendo-os abandonar suas crenças trazidas do continente africano. Desse modo, é visível que os escravos e os nativos não tinham liberdade para exercerem seu credo, fato que ocorre até os dias atuais com as minorias religiosas.
Por conseguinte, a população brasileira, de maioria cristã, cresceu aprendendo que o cristianismo era a única crença válida. Em virtude disso, as religiões de matriz africana, bem como o islamismo e o espiritismo, começaram a sofrer com esses ideias fundamentalistas. Um dos casos mais emblemáticos de discriminação ocorreu em 1999, quando a Iyalorixá Mãe Gilda teve seu templo invadido por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus. Em resposta ao trauma sofrido, Mãe Gilda faleceu no ano seguinte vítima de infarto.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater essas injustiças. Para isso, é imprescindível que o Governo Federal ponha em prática a lei já existente de n° 10.639, que garante o ensino da cultura e da história afro-brasileira nas escolas, com o objetivo de estimular o respeito no ambiente escolar. Assim, torna-se possível a concretização do artigo 5° da Constituição.
- 06 Ago 2021, 09:53
#73724
A Constituição Federal de 1988, norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro, prevê em seu artigo 5°, VI, o direito ao culto religioso. Contudo, esse benefício não tem se reverberado na prática[1] quando se observa a crescente onda de intolerância religiosa no Brasil. Diante dessa perspectiva, faz-se necessário o análise[2] das raízes da discriminação e de suas consequências para a sociedade.
Em primeiro plano, é importante compreender que as origens da intolerância religiosa no Brasil surgiram durante o processo de colonização. Nesse contexto, os padres jesuítas, que pertenciam a[3] Companhia de Jesus, catequizavam os indígenas mesmo estes já possuindo seus próprios deuses. Em seguida, a fim de concretizar a missão de levar o evangelho por todo o território brasileiro, os padres começaram a converter os negros em cristãos, fazendo-os abandonar suas crenças trazidas do continente africano. Desse modo, é visível que os escravos e os nativos não tinham liberdade para exercerem seu credo, fato que ocorre até os dias atuais com as minorias religiosas.
Por conseguinte, a população brasileira, de maioria cristã, cresceu aprendendo que o cristianismo era a única crença válida. Em virtude disso, as religiões de matriz africana, bem como o islamismo e o espiritismo, começaram a sofrer com esses ideias fundamentalistas. Um dos casos mais emblemáticos de discriminação ocorreu em 1999, quando a Iyalorixá Mãe Gilda teve seu templo invadido por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus. Em resposta ao trauma sofrido, Mãe Gilda faleceu no ano seguinte vítima de infarto.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater essas injustiças. Para isso, é imprescindível que o Governo Federal ponha em prática a lei já existente de n° 10.639, que garante o ensino da cultura e da história afro-brasileira nas escolas, com o objetivo de estimular o respeito no ambiente escolar. Assim, torna-se possível a concretização do artigo 5° da Constituição.
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[1] - Separe com vírgulas; Esta locução deve ser separada por vírgulas, e só deve ser utilizada no início duma frase para estilo. = reverberado, na prática
[2] - Possível erro de concordância de gênero. = a análise.
Em primeiro plano, é importante compreender que as origens da intolerância religiosa no Brasil surgiram durante o processo de colonização. Nesse contexto, os padres jesuítas, que pertenciam a[3] Companhia de Jesus, catequizavam os indígenas mesmo estes já possuindo seus próprios deuses. Em seguida, a fim de concretizar a missão de levar o evangelho por todo o território brasileiro, os padres começaram a converter os negros em cristãos, fazendo-os abandonar suas crenças trazidas do continente africano. Desse modo, é visível que os escravos e os nativos não tinham liberdade para exercerem seu credo, fato que ocorre até os dias atuais com as minorias religiosas.
[3] - Erro de crase. = que pertenciam á
Por conseguinte, a população brasileira, de maioria cristã, cresceu aprendendo que o cristianismo era a única crença válida. Em virtude disso, as religiões de matriz africana, bem como o islamismo e o espiritismo, começaram a sofrer com esses ideias fundamentalistas. Um dos casos mais emblemáticos de discriminação ocorreu em 1999, quando a Iyalorixá Mãe Gilda teve seu templo invadido por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus. Em resposta ao trauma sofrido, Mãe Gilda faleceu no ano seguinte vítima de infarto.
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Houve falta de desfecho
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater essas injustiças. Para isso, é imprescindível que o Governo Federal ponha em prática a lei já existente de n° 10.639, que garante o ensino da cultura e da história afro-brasileira nas escolas, com o objetivo de estimular o respeito no ambiente escolar. Assim, torna-se possível a concretização do artigo 5° da Constituição.
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Sua intervenção está pouco vaga usando a lei n°10.639 , já que a intervenção tem que ser mais criativa
- 06 Ago 2021, 17:19
#73796
OLÁ Reinah! Tudo bem? Espero que seu dia esteja "maravilindo"!


— Vejo que me marcou, estou bem ocupada, então deixo minha análise mais detalhada para próxima.
— não sou uma corretora profissional, então estou sujeita a erros. Também, vou só complementar o que nosso colega/corretor Maicon analisou.
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⠀⠀⠀⠀⠀⠀
【 ANÁLISE GERAL】
════════════════════
⠀⠀⠀⠀ᵃⁿᵃˡⁱˢᵉ
『
』Pontos positivos:
➬Adorei seu repertório na introdução, ainda mais porque ele possui contextualização, tese e encaminhamento certinho.
↳bem explicado.
➬Você possui pontos muito fortes em seu texto.

↳ótimos repertórios, se tornaram bem produtivos graças a sua argumentação.
↳ fechamento do seu primeiro parágrafo está concluído, e no desenvolvimento também a uma boa quantidade de conectivos.
➬ você está no caminho certo com certeza, basta apenas aprimorar algumas partes do seu texto que ficará melhor ainda.
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『
』Agora vamos observar possíveis erros que passaram despercebidos: (peço que tenha mais atenção na digitação, visto que a maioria são erros bem bobinhos)
『Vou usar o sinal de interrogação para complementar algo.』

➬No sua introdução, sendo mais específica, na parte:
『 " [...]Diante dessa perspectiva, faz-se necessário["necessária"] o["a"] análise"』
↳ Para concordar com o feminino de "análise" o artigo "o" deve ser: "a".
↳ E para o "necessário" concordar com o artigo definido "a" deve se escrever "necessária".

➬No sua introdução, sendo mais específica, na parte:
『 " [...]Contudo, esse benefício não tem (
) se reverberado na prática (
) quando se observa a crescente onda de"』
↳Deveria ser "tem-se" com hífen na interrogação branca.
↳ Tem que haver vírgula no sinal de interrogação vermelho.

➬ No seu primeiro desenvolvimento, na parte:
『 " [...]
fato que ocorre até os dias atuais com as minorias religiosas." 』
↳ Acredito que faltou o artigo indefinido "um" no sinal de interrogação.

➬ No seu primeiro desenvolvimento, nessa parte
『" [...]que pertenciam ̶a̶ ̶ Companhia de Jesus, [...]"』
↳ o "a" tem crase (quem pertence/ pertence A algum lugar/ mais o A da "companhia de Jesus"= A+A: à).

➬ Ainda no D2.
『"[…] ao trauma sofrido, Mãe Gilda faleceu [vírgula] no ano seguinte [vírgula] vítima de infarto. [...]"』
↳ sugiro isolar o "no ano seguinte" —que seria como uma informação a mais inserida no contexto— entre vírgulas.
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『
』Dicas para melhorar a coerência e coesão do seu texto:
(🛠) ➬Na introdução acredito que algumas modificações poderiam beneficiar seu texto :
『" [...] das raízes ["históricas"] ̶ ̶d̶a̶ ̶["no que tange à"] discriminação ["social"] e ̶ ̶d̶e̶ ̶ ̶["e as"] suas consequências para a sociedade.
".』
↳Melhore a formação dessa frase.
(🛠)➬ no primeiro desenvolvimento:
『"[...] [...] levar o evangelho por todo o território brasileiro, os ̶p̶a̶d̶r̶e̶s̶ ̶["sacerdotes"] começaram a converter [...]"』
↳ para não ficar repetitivo, troquei "padre" por um sinônimo.
(🛠)➬ ainda no mesmo desenvolvimento:
『"[...] visível que os escravos e os nativos não tinham liberdade para exercerem ̶ ̶s̶e̶u̶ ̶c̶r̶e̶d̶o̶ ̶ ̶["sua doutrina"], [...]"』
↳ Acredito que "doutrina" se encaixaria melhor.
(🛠) ➬ Já no D2:
『" [Faltou conectivo] Um dos casos mais emblemáticos de discriminação ocorreu em 1999,[...]"』
↳ adicione um conectivo ali.

➬ D2:
『 .̶ ̶E̶m̶ ̶r̶e̶s̶p̶o̶s̶t̶a̶ ̶["e, como consequência do "] ao trauma sofrido, Mãe Gilda faleceu no ano seguinte vítima de infarto. [Faltou o fechamento do parágrafo] 』
↳ Mude para "e, como consequência do". Ademais, faltou o fechamento no seu segundo desenvolvimento.
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》 CONCLUSÃO
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater essas injustiças.[TÓPICO FRASAL] Para isso, é imprescindível que o Governo Federal [AGENTE] ponha em prática a lei já existente de n° 10.639,[AÇÃO] que garante o ensino da cultura e da história afro-brasileira nas escolas,[DETALHAMENTO] com o objetivo de estimular o respeito no ambiente escolar. [OBJETIVO]Assim, torna-se possível a concretização do artigo 5° da Constituição.[FINALIDADE COM RETOMADA]
[
》



》 Incompleta]
↳Faltou o meio, e sugiro melhorar a parte do "ponha em prática" para algo como "para aperfeiçoar as leis já garantidas pelo Estado, [...]"
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⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 《 ⚠Atenção: Como disse já de início, isso é apenas uma pequena análise básica, para te auxiliar e fazer com que você não cometa os mesmos erros em suas próximas redações (por mais que eu seja apenas uma aluna com conhecimentos prévios que podem ser contrariados). Ademais, quero comentar que você tem muito potencial, então no geral seu texto ficou bom! 》
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— Vejo que me marcou, estou bem ocupada, então deixo minha análise mais detalhada para próxima.
— não sou uma corretora profissional, então estou sujeita a erros. Também, vou só complementar o que nosso colega/corretor Maicon analisou.
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➬Adorei seu repertório na introdução, ainda mais porque ele possui contextualização, tese e encaminhamento certinho.
↳bem explicado.
➬Você possui pontos muito fortes em seu texto.
↳ótimos repertórios, se tornaram bem produtivos graças a sua argumentação.
↳ fechamento do seu primeiro parágrafo está concluído, e no desenvolvimento também a uma boa quantidade de conectivos.
➬ você está no caminho certo com certeza, basta apenas aprimorar algumas partes do seu texto que ficará melhor ainda.
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『Vou usar o sinal de interrogação para complementar algo.』
『 " [...]Diante dessa perspectiva, faz-se necessário["necessária"] o["a"] análise"』
↳ Para concordar com o feminino de "análise" o artigo "o" deve ser: "a".
↳ E para o "necessário" concordar com o artigo definido "a" deve se escrever "necessária".
『 " [...]Contudo, esse benefício não tem (
↳Deveria ser "tem-se" com hífen na interrogação branca.
↳ Tem que haver vírgula no sinal de interrogação vermelho.
『 " [...]
↳ Acredito que faltou o artigo indefinido "um" no sinal de interrogação.
『" [...]que pertenciam ̶a̶ ̶ Companhia de Jesus, [...]"』
↳ o "a" tem crase (quem pertence/ pertence A algum lugar/ mais o A da "companhia de Jesus"= A+A: à).
『"[…] ao trauma sofrido, Mãe Gilda faleceu [vírgula] no ano seguinte [vírgula] vítima de infarto. [...]"』
↳ sugiro isolar o "no ano seguinte" —que seria como uma informação a mais inserida no contexto— entre vírgulas.
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(🛠) ➬Na introdução acredito que algumas modificações poderiam beneficiar seu texto :
『" [...] das raízes ["históricas"] ̶ ̶d̶a̶ ̶["no que tange à"] discriminação ["social"] e ̶ ̶d̶e̶ ̶ ̶["e as"] suas consequências para a sociedade.
".』
↳Melhore a formação dessa frase.
(🛠)➬ no primeiro desenvolvimento:
『"[...] [...] levar o evangelho por todo o território brasileiro, os ̶p̶a̶d̶r̶e̶s̶ ̶["sacerdotes"] começaram a converter [...]"』
↳ para não ficar repetitivo, troquei "padre" por um sinônimo.
(🛠)➬ ainda no mesmo desenvolvimento:
『"[...] visível que os escravos e os nativos não tinham liberdade para exercerem ̶ ̶s̶e̶u̶ ̶c̶r̶e̶d̶o̶ ̶ ̶["sua doutrina"], [...]"』
↳ Acredito que "doutrina" se encaixaria melhor.
(🛠) ➬ Já no D2:
『" [Faltou conectivo] Um dos casos mais emblemáticos de discriminação ocorreu em 1999,[...]"』
↳ adicione um conectivo ali.
『 .̶ ̶E̶m̶ ̶r̶e̶s̶p̶o̶s̶t̶a̶ ̶["e, como consequência do "] ao trauma sofrido, Mãe Gilda faleceu no ano seguinte vítima de infarto. [Faltou o fechamento do parágrafo] 』
↳ Mude para "e, como consequência do". Ademais, faltou o fechamento no seu segundo desenvolvimento.
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Depreende-se, portanto, a necessidade de combater essas injustiças.[TÓPICO FRASAL] Para isso, é imprescindível que o Governo Federal [AGENTE] ponha em prática a lei já existente de n° 10.639,[AÇÃO] que garante o ensino da cultura e da história afro-brasileira nas escolas,[DETALHAMENTO] com o objetivo de estimular o respeito no ambiente escolar. [OBJETIVO]Assim, torna-se possível a concretização do artigo 5° da Constituição.[FINALIDADE COM RETOMADA]
[
↳Faltou o meio, e sugiro melhorar a parte do "ponha em prática" para algo como "para aperfeiçoar as leis já garantidas pelo Estado, [...]"
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