- 03 Ago 2021, 11:13
#73383
A Constituição Federal de 1988, prevê o direito à liberdade religiosa como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal privilégio não tem manifestando-se com ênfase na prática, quando se observa a intolerância religiosa, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Logo, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeiro plano, deve-se ressaltar a negligência governamental para combater tal obstáculo. Nesse sentido, é notório, a omissão das autoridades, doravante, em que, o governo desonra sua incumbência de assegurar o cumprimento dos direitos, às vítimas da aversão religiosa. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que, o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos gozem de seus direitos indispensáveis, como a liberdade de crença, o que infelizmente é escancarado no Brasil.
Ademais, é necessário apontar o preconceito como impulsionador da inflexibilidade religiosa. De acordo com a filósofa francesa Simone Beauvoir "O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles". Paralelamente com a realidade, essa afirmação pode ser facilmente aplicada ao preconceito, uma vez que, por mais escandalosa que seja essa situação, é o fato da sociedade habitua-se, e não reunir esforços para resolvê-la, pois tal circunstância, advém tanto do descaso governamental, quanto da escassez de diálogo entre a população. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é fundamental para romper o estigma associado às religiões.
Portanto, fica evidente a importância de medidas para combater essas adversidades. Nesse âmbito, cabe ao MEC (Ministério da Educação e da Cultura), promover a valorização e a importância da diversidade religiosa no meio social, por meio de palestras conscientizadoras, que deverão ser transmitidas em escolas e em áreas públicas, como praças, com o objetivo de evitar marginalização e a discriminação de adeptos à religiões diferentes. Assim, consolidará-se uma sociedade mais integrada e tolerante, onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
Em primeiro plano, deve-se ressaltar a negligência governamental para combater tal obstáculo. Nesse sentido, é notório, a omissão das autoridades, doravante, em que, o governo desonra sua incumbência de assegurar o cumprimento dos direitos, às vítimas da aversão religiosa. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que, o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos gozem de seus direitos indispensáveis, como a liberdade de crença, o que infelizmente é escancarado no Brasil.
Ademais, é necessário apontar o preconceito como impulsionador da inflexibilidade religiosa. De acordo com a filósofa francesa Simone Beauvoir "O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles". Paralelamente com a realidade, essa afirmação pode ser facilmente aplicada ao preconceito, uma vez que, por mais escandalosa que seja essa situação, é o fato da sociedade habitua-se, e não reunir esforços para resolvê-la, pois tal circunstância, advém tanto do descaso governamental, quanto da escassez de diálogo entre a população. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é fundamental para romper o estigma associado às religiões.
Portanto, fica evidente a importância de medidas para combater essas adversidades. Nesse âmbito, cabe ao MEC (Ministério da Educação e da Cultura), promover a valorização e a importância da diversidade religiosa no meio social, por meio de palestras conscientizadoras, que deverão ser transmitidas em escolas e em áreas públicas, como praças, com o objetivo de evitar marginalização e a discriminação de adeptos à religiões diferentes. Assim, consolidará-se uma sociedade mais integrada e tolerante, onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.