- 12 Ago 2021, 16:38
#74359
De acordo com o art.5 da Constituição Brasileira de 1988, todos os cidadãos do país devem ter acesso aos direitos básicos à vida, tais como igualdade, liberdade e segurança. Hodiernamente, esse conceito contrapõe-se à realidade de milhões de brasileiros pobres e periféricos, os quais travam lutas cotidianas para terem seus direitos fundamentais garantidos, assolados pelas desigualdades sociais que perfilam diversas regiões do Brasil. Com efeito, observa-se um grave problema, que emerge do negligenciamento governamental e da priorização de interesses financeiros.
Primeiramente, a insuficiência dos governos é um impasse essencial na estrutura do problema. Segundo Thomas Hobbes, o Estado tem como função garantir o bem-estar da população. Entretanto, essa função não existe de forma igualitária no Brasil, visto que regiões afastadas dos centros globalizados são governamentalmente negligenciadas em relação a serviços essenciais, como saúde, educação e moradia, por exemplo, gerando uma desigualdade social gigantesca e prejudicial. Logo, retirar essas regiões de situação de vulnerabilidade social e garantir condições de vida dignas às populações é urgente.
Em segunda análise, a nocividade da valorização dos interesses financeiros acima das condições humanas é um desafio no que tange ao problema. Para Bauman, os valores da sociedade estão sendo colonizados pela lógica de mercado. Esse conceito é notável no entrave da desigualdade social regional no país, uma vez que regiões desenvolvidas recebem cada vez mais recursos para continuarem gerando lucro, ao passo que regiões periféricas são abandonadas e excluídas de ascensão, continuando em desvantagem não só econômica, mas socialmente. Assim, inverter a lógica e considerar os valores e condições humanas igualitárias em primeiro lugar, é essencial.
Portanto, é imprescindível intervir sobre a questão. Para isso, o Poder Público deve criar e implementar políticas públicas eficazes a regiões vulneráveis, com maior investimento em saúde, educação e moradia, através das esferas públicas de cada local, para promover a democratização social e econômica. Ademais, é preciso que Poderes Executivo e Judiciário implementem medidas de fiscalização e penalização para desvios de verba e priorização de interesses financeiros regionais, através de leis e regulamentos que garantam a chegada de verba a todas as populações, possibilitando acesso necessário à seus direitos e serviços.
Primeiramente, a insuficiência dos governos é um impasse essencial na estrutura do problema. Segundo Thomas Hobbes, o Estado tem como função garantir o bem-estar da população. Entretanto, essa função não existe de forma igualitária no Brasil, visto que regiões afastadas dos centros globalizados são governamentalmente negligenciadas em relação a serviços essenciais, como saúde, educação e moradia, por exemplo, gerando uma desigualdade social gigantesca e prejudicial. Logo, retirar essas regiões de situação de vulnerabilidade social e garantir condições de vida dignas às populações é urgente.
Em segunda análise, a nocividade da valorização dos interesses financeiros acima das condições humanas é um desafio no que tange ao problema. Para Bauman, os valores da sociedade estão sendo colonizados pela lógica de mercado. Esse conceito é notável no entrave da desigualdade social regional no país, uma vez que regiões desenvolvidas recebem cada vez mais recursos para continuarem gerando lucro, ao passo que regiões periféricas são abandonadas e excluídas de ascensão, continuando em desvantagem não só econômica, mas socialmente. Assim, inverter a lógica e considerar os valores e condições humanas igualitárias em primeiro lugar, é essencial.
Portanto, é imprescindível intervir sobre a questão. Para isso, o Poder Público deve criar e implementar políticas públicas eficazes a regiões vulneráveis, com maior investimento em saúde, educação e moradia, através das esferas públicas de cada local, para promover a democratização social e econômica. Ademais, é preciso que Poderes Executivo e Judiciário implementem medidas de fiscalização e penalização para desvios de verba e priorização de interesses financeiros regionais, através de leis e regulamentos que garantam a chegada de verba a todas as populações, possibilitando acesso necessário à seus direitos e serviços.
- 12 Ago 2021, 16:40
#74360
Oi gente, poderiam corrigir esse novo texto que escrevi? desde já, agradeço muito!
@EmillyySilva @geoca @eurodrigo @Dante @vitoriaca @jheromagnoli @GabyyOliver @maiconpgtu @hel0oooo
@Thata007
@EmillyySilva @geoca @eurodrigo @Dante @vitoriaca @jheromagnoli @GabyyOliver @maiconpgtu @hel0oooo
@Thata007
- 13 Ago 2021, 12:25
#74444
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❱𝐸𝑅𝑅𝒜𝒟𝒪
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❱𝒫𝒜𝑅𝒜𝐵𝐸𝒩𝒮
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❱𝑅𝐸𝐸𝒮𝒞𝑅𝐸𝒱𝐸𝑅
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❱𝐹𝒜𝐿𝒯𝒪𝒰
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❱ 𝒜𝒯𝐸𝒩𝒞𝒜𝒪
De acordo com o art.5 da Constituição Brasileira de 1988, todos os cidadãos do país devem ter acesso aos direitos básicos à vida, tais como igualdade, liberdade e segurança. Hodiernamente, esse conceito contrapõe-se à realidade de milhões de brasileiros pobres e periféricos <desnecessário , os quais travam lutas cotidianas para terem seus direitos fundamentais garantidos, assolados pelas desigualdades sociais que perfilam diversas regiões do Brasil. Com efeito, observa-se um grave problema, que emerge do negligenciamento < negligenciação governamental e da priorização de interesses financeiros.

Primeiramente, a insuficiência dos governos é um impasse essencial na estrutura do problema. Segundo Thomas Hobbes, o Estado tem como função garantir o bem-estar da população. Entretanto, essa função não existe de forma igualitária no Brasil, visto que regiões afastadas dos centros globalizados são governamentalmente negligenciadas em relação a serviços essenciais, como saúde, educação e moradia, por exemplo, gerando uma desigualdade social gigantesca e prejudicial. Logo, retirar essas regiões de situação de vulnerabilidade social e garantir condições de vida dignas às populações é urgente.

Em segunda análise, a nocividade da valorização dos interesses financeiros acima das condições humanas é um desafio no que tange ao problema. Para Bauman, "os valores da sociedade estão sendo colonizados pela lógica de mercado" . Esse conceito é notável no entrave da desigualdade social regional no país, uma vez que regiões desenvolvidas recebem cada vez mais recursos para continuarem gerando lucro, ao passo que regiões periféricas são abandonadas e excluídas de ascensão, continuando em desvantagem não só econômica, mas socialmente. Assim, inverter a lógica e considerar os valores e condições humanas igualitárias em primeiro lugar, é essencial.

Portanto, é imprescindível intervir sobre a questão. Para isso, o Poder Público deve criar e implementar políticas públicas eficazes a regiões vulneráveis, com maior investimento em saúde, educação e moradia, através das esferas públicas de cada local, para promover a democratização social e econômica. Ademais, é preciso que Poderes Executivo e Judiciário implementem medidas de fiscalização e penalização para desvios de verba e priorização de interesses financeiros regionais, através de leis e regulamentos que garantam a chegada de verba a todas as populações, possibilitando acesso necessário à seus 1 direitos e serviços.
1 Possível erro de concordância de gênero.

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De acordo com o art.5 da Constituição Brasileira de 1988, todos os cidadãos do país devem ter acesso aos direitos básicos à vida, tais como igualdade, liberdade e segurança. Hodiernamente, esse conceito contrapõe-se à realidade de milhões de brasileiros pobres e periféricos <desnecessário , os quais travam lutas cotidianas para terem seus direitos fundamentais garantidos, assolados pelas desigualdades sociais que perfilam diversas regiões do Brasil. Com efeito, observa-se um grave problema, que emerge do negligenciamento < negligenciação governamental e da priorização de interesses financeiros.
Primeiramente, a insuficiência dos governos é um impasse essencial na estrutura do problema. Segundo Thomas Hobbes, o Estado tem como função garantir o bem-estar da população. Entretanto, essa função não existe de forma igualitária no Brasil, visto que regiões afastadas dos centros globalizados são governamentalmente negligenciadas em relação a serviços essenciais, como saúde, educação e moradia, por exemplo, gerando uma desigualdade social gigantesca e prejudicial. Logo, retirar essas regiões de situação de vulnerabilidade social e garantir condições de vida dignas às populações é urgente.
Em segunda análise, a nocividade da valorização dos interesses financeiros acima das condições humanas é um desafio no que tange ao problema. Para Bauman, "os valores da sociedade estão sendo colonizados pela lógica de mercado" . Esse conceito é notável no entrave da desigualdade social regional no país, uma vez que regiões desenvolvidas recebem cada vez mais recursos para continuarem gerando lucro, ao passo que regiões periféricas são abandonadas e excluídas de ascensão, continuando em desvantagem não só econômica, mas socialmente. Assim, inverter a lógica e considerar os valores e condições humanas igualitárias em primeiro lugar, é essencial.
Portanto, é imprescindível intervir sobre a questão. Para isso, o Poder Público deve criar e implementar políticas públicas eficazes a regiões vulneráveis, com maior investimento em saúde, educação e moradia, através das esferas públicas de cada local, para promover a democratização social e econômica. Ademais, é preciso que Poderes Executivo e Judiciário implementem medidas de fiscalização e penalização para desvios de verba e priorização de interesses financeiros regionais, através de leis e regulamentos que garantam a chegada de verba a todas as populações, possibilitando acesso necessário à seus 1 direitos e serviços.
1 Possível erro de concordância de gênero.