- 12 Ago 2021, 19:26
#74398
Promulgado pela UNU em 1948, a Declaração dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, a saúde pública no Brasil impossibilitada que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na saúde pública. Segundo o filósofo Aristóteles, a felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade. Diante do exposto, a saúde é fundamental para o ser humano.
Faz-se mister, ainda salienta que “A morte caminha livremente pelas corredores dos hospitais públicos brasileiros, com a certeza do êxito”, como impulsionador da má saúde pública. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, isso ainda se agrava.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que a
média deve criar um projeto que vise informar a população sobre a saúde pública no Brasil. Isso deve ocorrer por meio de propagandas televisas e de reportagens, com a participação de profissionais competentes e membros da comunidade, a fim de garantir os direitos dos indivíduos prejudicados e mobilizar a população. Dessa forma, o Brasil poderia superar esse problema que se agrava.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na saúde pública. Segundo o filósofo Aristóteles, a felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade. Diante do exposto, a saúde é fundamental para o ser humano.
Faz-se mister, ainda salienta que “A morte caminha livremente pelas corredores dos hospitais públicos brasileiros, com a certeza do êxito”, como impulsionador da má saúde pública. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, isso ainda se agrava.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que a
média deve criar um projeto que vise informar a população sobre a saúde pública no Brasil. Isso deve ocorrer por meio de propagandas televisas e de reportagens, com a participação de profissionais competentes e membros da comunidade, a fim de garantir os direitos dos indivíduos prejudicados e mobilizar a população. Dessa forma, o Brasil poderia superar esse problema que se agrava.