- 16 Ago 2021, 16:04
#74761
A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, documento marco na história dos direitos humanos, prevê em seu artigo 14°, o direito à proteção dos refugiados como inerente à todo cidadão forçado a deixar seu país de origem. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado, com ênfase, na prática, quando se observa a grande dificuldade enfrentada pelos refugiados em solo estrangeiro, dificultando, nesse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, o óbice confrontado na questão do desemprego e a xenofobia contribuem para esse quadro no mundo.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a falta de emprego defrontado pelos expatriados. Nesse sentido, os imigrantes começam a ficar desesperados por trabalho, o que os faz aceitar serviços de baixa remuneração e/ou até trabalhos escravos, visto que necessitam alimentar suas famílias e a insuficiência de oportunidades no país de refúgio é escassa. Essa conjuntura, segundo os ideais do filósofo contratualista John Locke, caracteriza-se como uma violação do " Contrato Social ", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que as pessoas, seja elas refugiadas ou não, desfrutem de direitos indispensáveis, como ter um emprego para garantir seu pão de cada dia. Infelizmente, esse quadro é evidente no mundo.
Ademais, é fundamental apontar a xenofobia como impulsionadores dos problemas enfrentados pelos refugiados no mundo.Nesse contexto, faz-se uma analogia com a máxima do físico Albert Einstein, em que ele diz ser mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Diante de tal exposto, a população tende a atacar tudo aquilo que é diferente do que conhece, seja crenças, hábitos ou costumes provindos de outros países ou regiões, o que torna atitudes xenofóbicas e preconceituosas comuns entre pessoas deportadas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater tais obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Governo - instância máxima de administração executiva -, promova a criação de cotas destinadas a empregabilidade de pessoas refugiadas,por meio de parcerias com empresas de todo o país, além de criar campanhas de combate à xenofobia e ao preconceito, a fim de que expatriados possam se sentir mais seguros no país de guarita. Somente assim, se consolidará uma sociedade mais solidária, onde o artigo prescrito pelo DUDH seja permeado pela efetivação.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a falta de emprego defrontado pelos expatriados. Nesse sentido, os imigrantes começam a ficar desesperados por trabalho, o que os faz aceitar serviços de baixa remuneração e/ou até trabalhos escravos, visto que necessitam alimentar suas famílias e a insuficiência de oportunidades no país de refúgio é escassa. Essa conjuntura, segundo os ideais do filósofo contratualista John Locke, caracteriza-se como uma violação do " Contrato Social ", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que as pessoas, seja elas refugiadas ou não, desfrutem de direitos indispensáveis, como ter um emprego para garantir seu pão de cada dia. Infelizmente, esse quadro é evidente no mundo.
Ademais, é fundamental apontar a xenofobia como impulsionadores dos problemas enfrentados pelos refugiados no mundo.Nesse contexto, faz-se uma analogia com a máxima do físico Albert Einstein, em que ele diz ser mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Diante de tal exposto, a população tende a atacar tudo aquilo que é diferente do que conhece, seja crenças, hábitos ou costumes provindos de outros países ou regiões, o que torna atitudes xenofóbicas e preconceituosas comuns entre pessoas deportadas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater tais obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Governo - instância máxima de administração executiva -, promova a criação de cotas destinadas a empregabilidade de pessoas refugiadas,por meio de parcerias com empresas de todo o país, além de criar campanhas de combate à xenofobia e ao preconceito, a fim de que expatriados possam se sentir mais seguros no país de guarita. Somente assim, se consolidará uma sociedade mais solidária, onde o artigo prescrito pelo DUDH seja permeado pela efetivação.
- 18 Ago 2021, 09:54
#74980
@Anne24,
Bom dia!
Você fez uma ótima redação, não houve fuga ao tema, achei os dois desenvolvimentos muito bons! Só faço uma ressalva para a competência 1, na questão de uso de vírgulas- você precisa se atentar a elas. Achei também a conclusão um pouquinho vaga, você poderia ter selecionado melhor o agente-no caso "governo" fica muito aleatório, talvez se você contextualizasse o texto no Brasil, por exemplo, seria mais fácil de fazer a proposta de intervenção.
No mais, tudo certo, continue!
Um beijo e bons estudos!
Bom dia!
Você fez uma ótima redação, não houve fuga ao tema, achei os dois desenvolvimentos muito bons! Só faço uma ressalva para a competência 1, na questão de uso de vírgulas- você precisa se atentar a elas. Achei também a conclusão um pouquinho vaga, você poderia ter selecionado melhor o agente-no caso "governo" fica muito aleatório, talvez se você contextualizasse o texto no Brasil, por exemplo, seria mais fácil de fazer a proposta de intervenção.
No mais, tudo certo, continue!
Um beijo e bons estudos!
- 25 Ago 2021, 07:59
#75785
Olá, tudo bem? Me desculpe a demora
《
》Correção modelo Enem
@gi69
@@Anne24,
LEGENDA:
ERRO
CORREÇÃO
SUGESTÃO
OPINIÃO
Ressalto que não sou especialista e ainda estou na fase de aprendizagem.

INTRODUÇÃO

A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, documento marco na história dos direitos humanos, prevê em seu artigo 14°, o direito à proteção dos refugiados como inerente à todo cidadão forçado a deixar seu país de origem. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado, com ênfase, na prática, quando uma vez que se observa a uma grande dificuldade enfrentada pelos refugiados em solo estrangeiro, dificultando, nesse desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, o óbice confrontado na questão do desemprego e a xenofobia contribuem para esse quadro no mundo. ACHO QUE FICOU MAL FORMULADO, SUGIRO: Sendo assim, cabe analisar as causas de tal problemática: o desemprego e a xenofobia.
CONTEXTUALIZAÇÃO
EXPOSIÇÃO DO TEMA E TESE
MUITO BOOOM!

D.1

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a falta de emprego defrontado pelos expatriados. Nesse sentido, os imigrantes começam a ficar desesperados por trabalho, o que os faz aceitar serviços de baixa remuneração e/ou até trabalhos escravos, visto que necessitam alimentar suas famílias e a insuficiência de oportunidades no país de refúgio é escassa. Essa conjuntura, segundo os ideais do filósofo contratualista John Locke, caracteriza-se como uma violação do " Contrato Social ", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que as pessoas, seja sejam elas refugiadas ou não, desfrutem de direitos indispensáveis, como ter um emprego para garantir seu pão de cada dia
ACHO QUE ESSA EXPRESSÃO NÃO DEVERIA SER USADA. ACREDITO QUE SEJA UM POUCO COLOQUIAL, SUGIRO: para se alimentarem. Infelizmente, esse quadro é evidente no mundo.
TÓPICO FRASAL
ARGUMENTAÇÃO/EXPLICAÇÃO DO ARGUMENTO 1
REPERTÓRIO
FINALIZAÇÃO
ÓTIMO!

D.2

Ademais, é fundamental apontar a xenofobia como impulsionadores impulsionadora dos problemas enfrentados pelos refugiados no mundo.Nesse contexto, faz-se uma analogia com a máxima do físico Albert Einstein, em que ele diz ser mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. APENAS UMA SUGESTÃO: Nesse contexto, faz-se uma analogia com a máxima do físico Albert Einstein: "é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito". Diante de tal exposto, a população tende a atacar tudo aquilo que é diferente do que conhece, seja crenças, hábitos ou costumes provindos de outros países ou regiões, o que torna atitudes xenofóbicas e preconceituosas comuns entre pessoas deportadas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
ARGUMENTAÇÃO/EXPLICAÇÃO DO ARGUMENTO 2
REPERTÓRIO
FINALIZAÇÃO
EXCELENTE!

CONCLUSÃO

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater tais obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Governo - instância máxima de administração executiva -, promova a criação de cotas destinadas a empregabilidade de pessoas refugiadas,por meio de parcerias com empresas de todo o país País, além de criar campanhas de combate à xenofobia e ao preconceito, a fim de que expatriados possam se sentir mais seguros no país de guarita. Somente assim, se consolidará uma sociedade mais solidária, onde o artigo prescrito pelo DUDH seja permeado pela efetivação.
AGENTE
AÇÃO
MEIO
FINALIDADE
DETALHAMENTO
SUA PROPOSTA ESTÁ PERFEITA E COMPLETA!
Parabéns pela redação, está muito boa!


《
@gi69
LEGENDA:
ERRO
CORREÇÃO
SUGESTÃO
OPINIÃO
A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, documento marco na história dos direitos humanos, prevê em seu artigo 14°, o direito à proteção dos refugiados como inerente à todo cidadão forçado a deixar seu país de origem. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado, com ênfase, na prática, quando uma vez que se observa a uma grande dificuldade enfrentada pelos refugiados em solo estrangeiro, dificultando, nesse desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, o óbice confrontado na questão do desemprego e a xenofobia contribuem para esse quadro no mundo. ACHO QUE FICOU MAL FORMULADO, SUGIRO: Sendo assim, cabe analisar as causas de tal problemática: o desemprego e a xenofobia.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a falta de emprego defrontado pelos expatriados. Nesse sentido, os imigrantes começam a ficar desesperados por trabalho, o que os faz aceitar serviços de baixa remuneração e/ou até trabalhos escravos, visto que necessitam alimentar suas famílias e a insuficiência de oportunidades no país de refúgio é escassa. Essa conjuntura, segundo os ideais do filósofo contratualista John Locke, caracteriza-se como uma violação do " Contrato Social ", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que as pessoas, seja sejam elas refugiadas ou não, desfrutem de direitos indispensáveis, como ter um emprego para garantir seu pão de cada dia
Ademais, é fundamental apontar a xenofobia como impulsionadores impulsionadora dos problemas enfrentados pelos refugiados no mundo.Nesse contexto, faz-se uma analogia com a máxima do físico Albert Einstein, em que ele diz ser mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. APENAS UMA SUGESTÃO: Nesse contexto, faz-se uma analogia com a máxima do físico Albert Einstein: "é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito". Diante de tal exposto, a população tende a atacar tudo aquilo que é diferente do que conhece, seja crenças, hábitos ou costumes provindos de outros países ou regiões, o que torna atitudes xenofóbicas e preconceituosas comuns entre pessoas deportadas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater tais obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Governo - instância máxima de administração executiva -, promova a criação de cotas destinadas a empregabilidade de pessoas refugiadas,por meio de parcerias com empresas de todo o país País, além de criar campanhas de combate à xenofobia e ao preconceito, a fim de que expatriados possam se sentir mais seguros no país de guarita. Somente assim, se consolidará uma sociedade mais solidária, onde o artigo prescrito pelo DUDH seja permeado pela efetivação.