- 17 Ago 2021, 17:47
#74920
Promulgado pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, o mau funcionamento do SUS e hospitais públicos impossibilita que a população desfrute desse direito universal na prática.
Diante dessa perspectiva, convém analisarmos as consequências de tal postura negligente para nossa sociedade e avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
A saúde é uma das principais políticas públicas do país. Hodiernamente, ocupando a décima terceira posição na economia mundial seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de saúde pública eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos hospitais públicos, onde podemos notar problemas como falta de profissionais qualificados, falta de leitos, atendimento pouco humanizado, entre outros.
De acordo com os dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) existe 1 médico para cada 470 habitantes. Porém, nas regiões Norte e Nordeste, a quantidade é muito menor e chega a 1 médico para cada 953,3 e 749,6 brasileiros.
Faz-se mister, ainda, salientar a má administração financeira como impulsionadora do problema. De acordo com o economista Paulo Feldmann, a administração do sistema público é uma tragédia. Diante de tal concepção é necessário lembrar que não há muitos recursos financeiros para prover tudo o que uma saúde de qualidade precisa e má gestão desperdiça o pouco que tem.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Dessa maneira, urge que a administração hospitalar deve ser confiada a um profissional capacitado e habilitado para a função. E para que os processos de atendimento, operacionalização e gestão sejam executados adequadamente, uma boa capacitação é primordial. O governo deve capacitar todas as equipes das unidades de saúde com cursos presencial ou online com participação de profissionais com materiais didáticos específicos para treinamento que considerem todas as fases, desde atendimento médico ao administrativo. Dessa forma, promovendo a capacitação, espera-se que os profissionais estejam prontos para melhor atender a população.
Diante dessa perspectiva, convém analisarmos as consequências de tal postura negligente para nossa sociedade e avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
A saúde é uma das principais políticas públicas do país. Hodiernamente, ocupando a décima terceira posição na economia mundial seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de saúde pública eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos hospitais públicos, onde podemos notar problemas como falta de profissionais qualificados, falta de leitos, atendimento pouco humanizado, entre outros.
De acordo com os dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) existe 1 médico para cada 470 habitantes. Porém, nas regiões Norte e Nordeste, a quantidade é muito menor e chega a 1 médico para cada 953,3 e 749,6 brasileiros.
Faz-se mister, ainda, salientar a má administração financeira como impulsionadora do problema. De acordo com o economista Paulo Feldmann, a administração do sistema público é uma tragédia. Diante de tal concepção é necessário lembrar que não há muitos recursos financeiros para prover tudo o que uma saúde de qualidade precisa e má gestão desperdiça o pouco que tem.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Dessa maneira, urge que a administração hospitalar deve ser confiada a um profissional capacitado e habilitado para a função. E para que os processos de atendimento, operacionalização e gestão sejam executados adequadamente, uma boa capacitação é primordial. O governo deve capacitar todas as equipes das unidades de saúde com cursos presencial ou online com participação de profissionais com materiais didáticos específicos para treinamento que considerem todas as fases, desde atendimento médico ao administrativo. Dessa forma, promovendo a capacitação, espera-se que os profissionais estejam prontos para melhor atender a população.