- 23 Ago 2021, 13:42
#75542
A Constituição Federal de 1988, prevê o direito à liberdade religiosa como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal privilégio não tem manifestando-se com ênfase na prática, quando se observa a intolerância religiosa, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Logo, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeiro plano, deve-se ressaltar a negligência governamental para combater tal obstáculo. Nesse sentido, é notório, a omissão das autoridades, doravante, em que, o governo desonra sua incumbência de assegurar o cumprimento dos direitos, às vítimas da aversão religiosa. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que, o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos gozem de seus direitos indispensáveis, como a liberdade de crença, o que infelizmente é escancarado no Brasil.
Ademais, é necessário apontar o preconceito como impulsionador da inflexibilidade religiosa. De acordo com a filósofa francesa Simone Beauvoir "O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles". Paralelamente com a realidade, essa afirmação pode ser facilmente aplicada ao preconceito, uma vez que, por mais escandalosa que seja essa situação, é o fato da sociedade habitua-se, e não reunir esforços para resolvê-la, pois tal circunstância, advém tanto do descaso governamental, quanto da escassez de diálogo entre a população. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é fundamental para romper o estigma associado às religiões.
Portanto, fica evidente a importância de medidas para combater essas adversidades. Nesse âmbito, cabe ao MEC (Ministério da Educação e da Cultura), promover a valorização e a importância da diversidade religiosa no meio social, por meio de palestras conscientizadoras, que deverão ser transmitidas em escolas e em áreas públicas, como praças, com o objetivo de evitar marginalização e a discriminação de adeptos à religiões diferentes. Assim, consolidará-se uma sociedade mais integrada e tolerante, onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
Em primeiro plano, deve-se ressaltar a negligência governamental para combater tal obstáculo. Nesse sentido, é notório, a omissão das autoridades, doravante, em que, o governo desonra sua incumbência de assegurar o cumprimento dos direitos, às vítimas da aversão religiosa. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que, o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos gozem de seus direitos indispensáveis, como a liberdade de crença, o que infelizmente é escancarado no Brasil.
Ademais, é necessário apontar o preconceito como impulsionador da inflexibilidade religiosa. De acordo com a filósofa francesa Simone Beauvoir "O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles". Paralelamente com a realidade, essa afirmação pode ser facilmente aplicada ao preconceito, uma vez que, por mais escandalosa que seja essa situação, é o fato da sociedade habitua-se, e não reunir esforços para resolvê-la, pois tal circunstância, advém tanto do descaso governamental, quanto da escassez de diálogo entre a população. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é fundamental para romper o estigma associado às religiões.
Portanto, fica evidente a importância de medidas para combater essas adversidades. Nesse âmbito, cabe ao MEC (Ministério da Educação e da Cultura), promover a valorização e a importância da diversidade religiosa no meio social, por meio de palestras conscientizadoras, que deverão ser transmitidas em escolas e em áreas públicas, como praças, com o objetivo de evitar marginalização e a discriminação de adeptos à religiões diferentes. Assim, consolidará-se uma sociedade mais integrada e tolerante, onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
- 27 Ago 2021, 11:50
#76030
Olá, Felipi21, tudo joia?
Vou expor minha humilde opinião, leve sempre como uma crítica construtiva.
De fato, sua redação foi "show de bola", muito boa.
Acredito que só teve um pequeno equívoco na Linha 02, (não tem SE manifestado). Mas, se eu estiver engano, desconsidere.
Outra coisa, gostei da sua conclusão, foi bem feita e detalhada, mas, acredito que faltou mais uma ou duas intervenções (se esta redação for para o Enem). Isso daria mais crédito para sua redação.
No mais, redação bem próxima da nota máxima. Dependendo do avaliador, poderia até ser nota máxima.
Vou expor minha humilde opinião, leve sempre como uma crítica construtiva.
De fato, sua redação foi "show de bola", muito boa.
Acredito que só teve um pequeno equívoco na Linha 02, (não tem SE manifestado). Mas, se eu estiver engano, desconsidere.
Outra coisa, gostei da sua conclusão, foi bem feita e detalhada, mas, acredito que faltou mais uma ou duas intervenções (se esta redação for para o Enem). Isso daria mais crédito para sua redação.
No mais, redação bem próxima da nota máxima. Dependendo do avaliador, poderia até ser nota máxima.