- 08 Set 2021, 13:46
#76987
Durante o mandato de Getúlio Vargas, usou-se veiculos midiáticos a fim de manipular os ouvintes a favor de seu governo. Em consonância com a realidade brasileira, esta a de muitos cidadãos, desde que, em decorrência da era getulista, ainda usa-se a propaganda para persuadir e controlar a a opinião das pessoas. Isso ocorre, seja pela negligência estatal, seja pela falta de informação da população.
Primordialmente, é necessario destacar a forma como o Estado costuma lidar com a proganda infantil no Brasil. Isso porque, de acordo com o economista, Ludwig Von Mises, a lei deve proteger o indviduo e a liberdade, porém, infelizmente tal pensamento destoa da realidade brasileira, dado a escasses de políticas públicas voltadas para a aplicação do artigo 6, o qual garante a proteção infantil. Assim, devido à incompetência estatal, empresas criam propagandas voltadas para o público infantil com intenção de induzir as crianças a desejarem um produlto de forma compulsiva.
Outrossim, é igualmente necessario apontar a falta do ensino desde a infância acerca da absorvição de informações do mundo exterior. Desde que, devido ao fato do público infantil ser ainda mais manipulável, a instrução torna-se ainda mais necessária e, segundo a escritora, Angela Davis "Deve-se falar sobre libertar mentes, tanto quanto sobre libertar a sociedade". Logo, a família, como primeira instituição, é a precursora de tais ensinos, visto que a formação do caráter e percepção de mundo se formam ainda no ambiente familiar.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Isto posto, cabe ao Governo criar uma lei a fim de tornar mais rígida a regulamentação no tocante à propaganda infantil, por meio de penas mais duras a publicidades que visem manipular as crianças; às escolas, cabe o dever de, em parceria com o MEC, instruir famílias para preparar a criança acerca de informaçoes exteriores. Espera-se que, com estas medidas, a manipulação midiática getulista não ocorra novamente.
Primordialmente, é necessario destacar a forma como o Estado costuma lidar com a proganda infantil no Brasil. Isso porque, de acordo com o economista, Ludwig Von Mises, a lei deve proteger o indviduo e a liberdade, porém, infelizmente tal pensamento destoa da realidade brasileira, dado a escasses de políticas públicas voltadas para a aplicação do artigo 6, o qual garante a proteção infantil. Assim, devido à incompetência estatal, empresas criam propagandas voltadas para o público infantil com intenção de induzir as crianças a desejarem um produlto de forma compulsiva.
Outrossim, é igualmente necessario apontar a falta do ensino desde a infância acerca da absorvição de informações do mundo exterior. Desde que, devido ao fato do público infantil ser ainda mais manipulável, a instrução torna-se ainda mais necessária e, segundo a escritora, Angela Davis "Deve-se falar sobre libertar mentes, tanto quanto sobre libertar a sociedade". Logo, a família, como primeira instituição, é a precursora de tais ensinos, visto que a formação do caráter e percepção de mundo se formam ainda no ambiente familiar.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Isto posto, cabe ao Governo criar uma lei a fim de tornar mais rígida a regulamentação no tocante à propaganda infantil, por meio de penas mais duras a publicidades que visem manipular as crianças; às escolas, cabe o dever de, em parceria com o MEC, instruir famílias para preparar a criança acerca de informaçoes exteriores. Espera-se que, com estas medidas, a manipulação midiática getulista não ocorra novamente.