- 15 Set 2021, 12:48
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A Revolução Tecnológica afetou o mundo em diversos aspectos, tanto nas formas de socialização quanto em empregos e comércio, mas especialmente, afetou o desenvolvimento de crianças. A possibilidade de crescer com tecnologia é algo que define a geração pós 2010, esse fato prejudica a criança tanto em capacidade de memorização quanto em alterações de humor, como a irritabilidade, afetando drasticamente os futuros adultos.
Crianças podem assistir a televisões ou jogar certos jogos em celulares, mas essa faixa etária é decisiva na formação intelectual e social delas. Elas devem ter um momento de brincadeiras sem o uso de aparelhos tecnológicos, sentir tédio e usar a mente para criar novas brincadeiras. Crianças devem usar a imaginação, mostrarem criatividade e com o uso de tecnologias digitais não é possível.
Além dos fatores sobre o desenvolvimento infantil, ainda há o caso de crianças terem acesso ilimitado na internet sem supervisão. Cerca de 32% delas já mentiram sobre sua idade para conseguir ter uma rede social. Essa necessidade de estar conectado e a liberdade que lhe são mostradas aumentam os casos de circulação de dados infantis e até mesmo fotos íntimas. Acarretando inúmeros problemas judiciais e até traumas futuros.
Para combater esse acesso indiscriminado, deve, primeiramente, haver maior supervisão dos pais e responsáveis em relação a quais sites são visitados e com quem as crianças falam, porque essa disponibilidade só existe por conta da liberdade e confiança que dão à elas. Precisa ainda limitar a tecnologia àquelas que estão em fase de desenvolvimento intelectual, para que não haja prejuízo nisto no futuro.
Crianças podem assistir a televisões ou jogar certos jogos em celulares, mas essa faixa etária é decisiva na formação intelectual e social delas. Elas devem ter um momento de brincadeiras sem o uso de aparelhos tecnológicos, sentir tédio e usar a mente para criar novas brincadeiras. Crianças devem usar a imaginação, mostrarem criatividade e com o uso de tecnologias digitais não é possível.
Além dos fatores sobre o desenvolvimento infantil, ainda há o caso de crianças terem acesso ilimitado na internet sem supervisão. Cerca de 32% delas já mentiram sobre sua idade para conseguir ter uma rede social. Essa necessidade de estar conectado e a liberdade que lhe são mostradas aumentam os casos de circulação de dados infantis e até mesmo fotos íntimas. Acarretando inúmeros problemas judiciais e até traumas futuros.
Para combater esse acesso indiscriminado, deve, primeiramente, haver maior supervisão dos pais e responsáveis em relação a quais sites são visitados e com quem as crianças falam, porque essa disponibilidade só existe por conta da liberdade e confiança que dão à elas. Precisa ainda limitar a tecnologia àquelas que estão em fase de desenvolvimento intelectual, para que não haja prejuízo nisto no futuro.