- 30 Set 2021, 00:45
#78365
A Constituição Federal de 1988, documento mais importante do país prevê em seu artigo 6°, o direito à segurança e à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro.
Conquanto, tal prerrogativa não tem se repercutido com ênfase na prática quando se observa a imunização da população contra a covid-19, dificultando, deste modo, a universalização desses direitos sociais tão importantes. Diante dessa perspectiva, faz-se impresiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de imunizantes. Nesse sentido, a não imunização parcial ou completa de boa parte da população vai permeando na sociedade e culminando em uma série de problemas, tais como a morte de pessoas, superlotamento dos hospitais e aumento dos casos da doença no país. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o direito à vida, segurança e saúde, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a briga política como um dos principais impulsionadores da falta de imunizantes no Brasil. Segundo o site Our Word in Data, apenas 42,2% da população brasileira foi completamente vacinada, o que representa apenas aproximadamente 89 milhões de pessoas. Diante de tal exposto, vemos que o atual conflito político nada mais faz a não ser prejudicar a sociedade de modo geral. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo tanto federal quanto estadual, por meio de diálogos e debates, desenvolvam planos viáveis e corretos, que viabilizem a aquisição e distribuição de imunizantes - a fim de imunizar toda a população restante, para que assim possamos deixar para trás esse período pandêmico.
Conquanto, tal prerrogativa não tem se repercutido com ênfase na prática quando se observa a imunização da população contra a covid-19, dificultando, deste modo, a universalização desses direitos sociais tão importantes. Diante dessa perspectiva, faz-se impresiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de imunizantes. Nesse sentido, a não imunização parcial ou completa de boa parte da população vai permeando na sociedade e culminando em uma série de problemas, tais como a morte de pessoas, superlotamento dos hospitais e aumento dos casos da doença no país. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o direito à vida, segurança e saúde, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a briga política como um dos principais impulsionadores da falta de imunizantes no Brasil. Segundo o site Our Word in Data, apenas 42,2% da população brasileira foi completamente vacinada, o que representa apenas aproximadamente 89 milhões de pessoas. Diante de tal exposto, vemos que o atual conflito político nada mais faz a não ser prejudicar a sociedade de modo geral. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo tanto federal quanto estadual, por meio de diálogos e debates, desenvolvam planos viáveis e corretos, que viabilizem a aquisição e distribuição de imunizantes - a fim de imunizar toda a população restante, para que assim possamos deixar para trás esse período pandêmico.