- 12 Out 2021, 19:23
#79321
Com os movimentos feministas, as mulheres têm tido cada vez mais influência nas esferas sociais e assegurados seus direitos. No entanto, a inclusão do público feminino no Brasil ainda não é uma realidade, visto que a pobreza menstrual dificulta o cotidiano de milhares de mulheres que sofrem com tal fato. Dessa forma, é necessária a atenuação da problemática que é consequência da desigualdade social e da inércia governamental.
Primeiramente, vale ressaltar que no período menstrual as mulheres com vulnerabilidade econômica são privadas de muitas práticas inclusive de sair de casa. Seguindo esse contexto, pesquisas afirmaram que 1 em cada 5 meninas não vão à escola quando estão menstruadas por não terem acesso a absorventes. Logo, muitas vezes as mulheres se veem obrigadas a abrir mão dos itens higiênicos se submetendo aos riscos de infecções.
Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, muitas instituições perderam sua função social, dentre elas, ou estado. Sobre tal lógica, o Estado tem uma pouca atuação sobre o tema, uma vez que mesmo necessário na vida das mulheres, os itens menstruais não são distribuídos gratuitamente e ainda apresentam altos pesos ponto com isso, pouca participação do governo no combate da pobreza menstrual é determinante para a persistência da problemática.
Infere-se portanto, a necessidade de uma discussão para mitigar o tema. Cabe ao ministério da Saúde a criação de campanhas que reforçam a importância da higiene íntima e ainda incentiva a doação de absorvente aos menos favorecidos, usando a mídia como meio de difusão com o objetivo de diminuir o número de pessoas que sofrem com problemas. Ademais, é pertinente que o governo federal aprova e projetos para distribuição de absorventes em unidades de saúde, para que todos tenham acesso aos itens que faz parte da Saúde, como garante a carta Magna.
Primeiramente, vale ressaltar que no período menstrual as mulheres com vulnerabilidade econômica são privadas de muitas práticas inclusive de sair de casa. Seguindo esse contexto, pesquisas afirmaram que 1 em cada 5 meninas não vão à escola quando estão menstruadas por não terem acesso a absorventes. Logo, muitas vezes as mulheres se veem obrigadas a abrir mão dos itens higiênicos se submetendo aos riscos de infecções.
Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, muitas instituições perderam sua função social, dentre elas, ou estado. Sobre tal lógica, o Estado tem uma pouca atuação sobre o tema, uma vez que mesmo necessário na vida das mulheres, os itens menstruais não são distribuídos gratuitamente e ainda apresentam altos pesos ponto com isso, pouca participação do governo no combate da pobreza menstrual é determinante para a persistência da problemática.
Infere-se portanto, a necessidade de uma discussão para mitigar o tema. Cabe ao ministério da Saúde a criação de campanhas que reforçam a importância da higiene íntima e ainda incentiva a doação de absorvente aos menos favorecidos, usando a mídia como meio de difusão com o objetivo de diminuir o número de pessoas que sofrem com problemas. Ademais, é pertinente que o governo federal aprova e projetos para distribuição de absorventes em unidades de saúde, para que todos tenham acesso aos itens que faz parte da Saúde, como garante a carta Magna.