- 18 Out 2021, 22:41
#79743
Os meios de comunicação virtuais são uma ótima ferramenta para reduzir distâncias e aumentar as interações sociais. Contudo, o uso irregular dos mesmos pode acarretar em problemas para as crianças. Isso ocorre porque a utilização incorreta dessa tecnologia compromete a vida estudantil dos pequenos, além de abrir caminho para que criminosos possam se aproveitar dos mesmos.
Primeiramente, é importante esclarecer que uma má noite de sono atrapalha a fixação do aprendizado. Isso porque o uso indiscriminado dos aparelhos eletrônicos inibe o cérebro de produzir melatonina, um hormônio que induz a pessoa à dormir. Se a criança passar várias horas em frente à tela do celular, quando for para a cama não conseguirá dormir ou terá poucas horas de um sono reparador.
Além disso, se o menor não estiver sendo supervisionado enquanto navega pela internet, ele estará sujeito a ser vítima de algum criminoso digital. Em uma pesquisa realizada pela Universidade de Campinas (Unicamp) com crianças de 8 à 12 anos, foi informado que 47% delas tinham visto imagens com teor sexual nos últimos 12 meses, e que, 29% do grupo estudado já teve contato com pessoas desconhecidas através da internet.
Tendo isso em vista, fica evidente que a utilização das mídias digitais pelo público infantil deve possuir claros limites. Ou seja, é função do responsável legal administrar o tempo de uso das redes pela criança, e também, compete aos órgãos públicos a formulação de políticas públicas para aumentar a segurança online e impedir que pessoas mau intecionadas se valham da inocência dos mais jovens para concretizarem seus atos ilegais.
Primeiramente, é importante esclarecer que uma má noite de sono atrapalha a fixação do aprendizado. Isso porque o uso indiscriminado dos aparelhos eletrônicos inibe o cérebro de produzir melatonina, um hormônio que induz a pessoa à dormir. Se a criança passar várias horas em frente à tela do celular, quando for para a cama não conseguirá dormir ou terá poucas horas de um sono reparador.
Além disso, se o menor não estiver sendo supervisionado enquanto navega pela internet, ele estará sujeito a ser vítima de algum criminoso digital. Em uma pesquisa realizada pela Universidade de Campinas (Unicamp) com crianças de 8 à 12 anos, foi informado que 47% delas tinham visto imagens com teor sexual nos últimos 12 meses, e que, 29% do grupo estudado já teve contato com pessoas desconhecidas através da internet.
Tendo isso em vista, fica evidente que a utilização das mídias digitais pelo público infantil deve possuir claros limites. Ou seja, é função do responsável legal administrar o tempo de uso das redes pela criança, e também, compete aos órgãos públicos a formulação de políticas públicas para aumentar a segurança online e impedir que pessoas mau intecionadas se valham da inocência dos mais jovens para concretizarem seus atos ilegais.