- 18 Out 2021, 23:27
#79749
A série "8 em Istambul", de 2020, conta a história de Meryem, que enfrenta inúmeras barreiras para se relacionar com as pessoas na sociedade turca, sendo uma delas, o fato de ser muçulmana. No Brasil, essa intolerância religiosa não só afeta as relações sociais, mas também gera desemprego, preconceito e, até mesmo, a exclusão destes grupos da população. Tais problemas são favorecidos por questões culturais e políticas enraizadas no povo brasileiro.
Primeiramente, a opressão contra diferentes crenças são praticadas nacionalmente desde a colonização do país. Com a chegada dos portugueses em terras indígenas, começou a catolização dos nativos e, com o início da escravidão africana, essa catequização se intensificou. Segundo o site Brasil de Fato, das 354 denúncias feitas por intolerância, 61 delas foram feitas por religiosos de matriz africana. Afinal, quando o preconceito é uma prática antiga, ele é disseminado de geração para geração.
Em seguida, tem-se a impunidade dos cidadãos que praticam a intolerância religiosa. Segundo o Código Penal, a punição para qualquer prática de agressão relacionada com a religião dá a punição de multa ou detenção de um mês a um ano. Sendo o Brasil um estado laico, é o dever do Governo defender o direito de livre escolha de crença e os proteger de possíveis ataques, mas com o aumento das denúncias, não é o que acontece.
Nesse sentido, nota-se como o preconceito estrutural e a falta de punição afetam o combate contra a intolerância religiosa. Então, através de campanhas, a mídia deve expor as atrocidades que estes diversos fiéis sofrem, a fim de conscientizar a população. Além disso, o Governo deve enrijecer o punimento sobre o crime de agressão religiosa, por meio do ajuste do Código Penal atual, que dará punições mais justas aos infratores. Assim, o Brasil pode se orgulhar de ter uma cultura tão vasta, onde cada praticante possa exercer sua fé sem medo, e mostrar que o Brasil é um país para todos.
Primeiramente, a opressão contra diferentes crenças são praticadas nacionalmente desde a colonização do país. Com a chegada dos portugueses em terras indígenas, começou a catolização dos nativos e, com o início da escravidão africana, essa catequização se intensificou. Segundo o site Brasil de Fato, das 354 denúncias feitas por intolerância, 61 delas foram feitas por religiosos de matriz africana. Afinal, quando o preconceito é uma prática antiga, ele é disseminado de geração para geração.
Em seguida, tem-se a impunidade dos cidadãos que praticam a intolerância religiosa. Segundo o Código Penal, a punição para qualquer prática de agressão relacionada com a religião dá a punição de multa ou detenção de um mês a um ano. Sendo o Brasil um estado laico, é o dever do Governo defender o direito de livre escolha de crença e os proteger de possíveis ataques, mas com o aumento das denúncias, não é o que acontece.
Nesse sentido, nota-se como o preconceito estrutural e a falta de punição afetam o combate contra a intolerância religiosa. Então, através de campanhas, a mídia deve expor as atrocidades que estes diversos fiéis sofrem, a fim de conscientizar a população. Além disso, o Governo deve enrijecer o punimento sobre o crime de agressão religiosa, por meio do ajuste do Código Penal atual, que dará punições mais justas aos infratores. Assim, o Brasil pode se orgulhar de ter uma cultura tão vasta, onde cada praticante possa exercer sua fé sem medo, e mostrar que o Brasil é um país para todos.
- 18 Out 2021, 23:34
#79751
@Veloso o @Anne24 24 @vanussa @BrendaNeves es @Jotaveh h @willoliveira a @anasilva1 va1 @Neris s @dudaramos1 1
@Jamileadrd d @Jamilebp p @Emanoel11 1 @larissa0205 @eurodrigo
Podem me dar um help?
@Jamileadrd d @Jamilebp p @Emanoel11 1 @larissa0205 @eurodrigo
Podem me dar um help?
- 19 Out 2021, 10:27
#79793
Bom dia, @Aleksa . Segue a minha correção:
Primeiramente, a opressão contra diferentes crenças são praticadas nacionalmente desde a colonização do país. Com a chegada dos portugueses em terras indígenas, começou a catolização dos nativos e, com o início da escravidão africana, essa catequização se intensificou. Segundo o site Brasil de Fato, das 354 denúncias feitas por intolerância, 61 delas foram feitas por religiosos de matriz africana. Afinal, quando o preconceito é uma prática antiga, ele é disseminado de geração para geração.
Nesse parágrafo não ficou clara a sua opinião em relação ao tema central, pois mostrou a questão cultural, mas não a problemática da catequização católica relacionada à intolerância religiosa, ou seja, somente tangenciou. Além disso, relacionou a escravização africana ao aumento da catequização, o que não ficou muito claro o fato de ser intolerável. E mais, no trecho: " ... feitas por religiosos de matriz africana." Houve uma pequena confusão nesse excerto.
Em seguida, tem-se a impunidade dos cidadãos que praticam a intolerância religiosa. Segundo o Código Penal, a punição para qualquer prática de agressão relacionada com a religião dá a punição de multa ou detenção de um mês a um ano. Sendo o Brasil um estado laico, é o dever do Governo defender o direito de livre escolha de crença e os proteger de possíveis ataques, mas com o aumento das denúncias, não é o que acontece.
Ademais, nesse parágrafo, foi mais uma vez tangenciado o tema central, pois não foram expostas ideias para consubstanciar o seu tópico frasal, pois tratou sobre a impunidade e, logo após discorre sobre o código penal, diz que o Brasil é laico e mostra um dever do Governo. Portanto, faltaram ideias que confirmem o fato da impunidade dos cidadãos que praticam tal ato.
Nesse sentido, nota-se como o preconceito estrutural e a falta de punição afetam o combate contra a intolerância religiosa. Então, através de campanhas, a mídia deve expor as atrocidades que estes diversos fiéis sofrem, a fim de conscientizar a população (conscientizar de quê? Discorra). Além disso, o Governo deve enrijecer o punimento sobre o crime de agressão religiosa, por meio do ajuste do Código Penal atual, que dará punições mais justas aos infratores. Assim, o Brasil pode se orgulhar de ter uma cultura tão vasta, onde cada praticante possa exercer sua fé sem medo, e mostrar que o Brasil (Use sinônimo) é um país para todos.
Percebe-se, portanto, alguns desvios no quesito relacionar argumentos ao tema ou aos subtemas. No mais, conectivos, pontuação e gramática estão boas.
Primeiramente, a opressão contra diferentes crenças são praticadas nacionalmente desde a colonização do país. Com a chegada dos portugueses em terras indígenas, começou a catolização dos nativos e, com o início da escravidão africana, essa catequização se intensificou. Segundo o site Brasil de Fato, das 354 denúncias feitas por intolerância, 61 delas foram feitas por religiosos de matriz africana. Afinal, quando o preconceito é uma prática antiga, ele é disseminado de geração para geração.
Nesse parágrafo não ficou clara a sua opinião em relação ao tema central, pois mostrou a questão cultural, mas não a problemática da catequização católica relacionada à intolerância religiosa, ou seja, somente tangenciou. Além disso, relacionou a escravização africana ao aumento da catequização, o que não ficou muito claro o fato de ser intolerável. E mais, no trecho: " ... feitas por religiosos de matriz africana." Houve uma pequena confusão nesse excerto.
Em seguida, tem-se a impunidade dos cidadãos que praticam a intolerância religiosa. Segundo o Código Penal, a punição para qualquer prática de agressão relacionada com a religião dá a punição de multa ou detenção de um mês a um ano. Sendo o Brasil um estado laico, é o dever do Governo defender o direito de livre escolha de crença e os proteger de possíveis ataques, mas com o aumento das denúncias, não é o que acontece.
Ademais, nesse parágrafo, foi mais uma vez tangenciado o tema central, pois não foram expostas ideias para consubstanciar o seu tópico frasal, pois tratou sobre a impunidade e, logo após discorre sobre o código penal, diz que o Brasil é laico e mostra um dever do Governo. Portanto, faltaram ideias que confirmem o fato da impunidade dos cidadãos que praticam tal ato.
Nesse sentido, nota-se como o preconceito estrutural e a falta de punição afetam o combate contra a intolerância religiosa. Então, através de campanhas, a mídia deve expor as atrocidades que estes diversos fiéis sofrem, a fim de conscientizar a população (conscientizar de quê? Discorra). Além disso, o Governo deve enrijecer o punimento sobre o crime de agressão religiosa, por meio do ajuste do Código Penal atual, que dará punições mais justas aos infratores. Assim, o Brasil pode se orgulhar de ter uma cultura tão vasta, onde cada praticante possa exercer sua fé sem medo, e mostrar que o Brasil (Use sinônimo) é um país para todos.
Percebe-se, portanto, alguns desvios no quesito relacionar argumentos ao tema ou aos subtemas. No mais, conectivos, pontuação e gramática estão boas.
- 19 Out 2021, 10:32
#79796
willoliveira escreveu:Bom dia, @Aleksa . Segue a minha correção:Obrigada pela correção! Vai ser de grande ajuda!
Primeiramente, a opressão contra diferentes crenças são praticadas nacionalmente desde a colonização do país. Com a chegada dos portugueses em terras indígenas, começou a catolização dos nativos e, com o início da escravidão africana, essa catequização se intensificou. Segundo o site Brasil de Fato, das 354 denúncias feitas por intolerância, 61 delas foram feitas por religiosos de matriz africana. Afinal, quando o preconceito é uma prática antiga, ele é disseminado de geração para geração.
Nesse parágrafo não ficou clara a sua opinião em relação ao tema central, pois mostrou a questão cultural, mas não a problemática da catequização católica relacionada à intolerância religiosa, ou seja, somente tangenciou. Além disso, relacionou a escravização africana ao aumento da catequização, o que não ficou muito claro o fato de ser intolerável. E mais, no trecho: " ... feitas por religiosos de matriz africana." Houve uma pequena confusão nesse excerto.
Em seguida, tem-se a impunidade dos cidadãos que praticam a intolerância religiosa. Segundo o Código Penal, a punição para qualquer prática de agressão relacionada com a religião dá a punição de multa ou detenção de um mês a um ano. Sendo o Brasil um estado laico, é o dever do Governo defender o direito de livre escolha de crença e os proteger de possíveis ataques, mas com o aumento das denúncias, não é o que acontece.
Ademais, nesse parágrafo, foi mais uma vez tangenciado o tema central, pois não foram expostas ideias para consubstanciar o seu tópico frasal, pois tratou sobre a impunidade e, logo após discorre sobre o código penal, diz que o Brasil é laico e mostra um dever do Governo. Portanto, faltaram ideias que confirmem o fato da impunidade dos cidadãos que praticam tal ato.
Nesse sentido, nota-se como o preconceito estrutural e a falta de punição afetam o combate contra a intolerância religiosa. Então, através de campanhas, a mídia deve expor as atrocidades que estes diversos fiéis sofrem, a fim de conscientizar a população (conscientizar de quê? Discorra). Além disso, o Governo deve enrijecer o punimento sobre o crime de agressão religiosa, por meio do ajuste do Código Penal atual, que dará punições mais justas aos infratores. Assim, o Brasil pode se orgulhar de ter uma cultura tão vasta, onde cada praticante possa exercer sua fé sem medo, e mostrar que o Brasil (Use sinônimo) é um país para todos.
Percebe-se, portanto, alguns desvios no quesito relacionar argumentos ao tema ou aos subtemas. No mais, conectivos, pontuação e gramática estão boas.