- 10 Nov 2021, 16:40
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A série "Anne with an e" mostra a história de uma adolescente adotada por um casal de idosos irmãos, que tentam, inicialmente, educá-la de maneira tradicional e rígida. Contudo, assim como fora da ficção, percebem as diferenças de comportamento e ideologia que surgem com as gerações e acabam por buscar outros métodos. Dessa forma, percebe-se que o conflito entre os antecessores e sucessores, marcado pelas constantes mudanças no mundo, pode gerar desafios sociais a serem enfrentados, como o preconceito e a violência.
A princípio, é fundamental destacar que a geração z já nasceu inserida em um contexto mais tecnológico e com diversas fontes de informações, o que pode levar a consequências tanto benéficas quanto maléficas para comunidade. Nesse sentido, é possível destacar o desenvolvimento de facilitadores de vida, como andadores mais leves e cadeiras de rodas motorizadas, e, infelizmente, a forte presença do etarismo, devido a comuns dificuldades relacionadas a técnicas atuais. Assim, o preconceito referente a diferença etária é capaz de levar, por exemplo, ao desemprego dos "baby boomers" e das gerações x e y por preferência ao rápido processamento de informações dos mais novos.
Além disso, vale ressaltar que tal desarmonia exposta consegue desencadear reações violentas por parte de todos os grupos. Por um lado, a agressividade vinda dos mais novos pode ser vista através de uma pesquisa realizada pela Sesc São Paulo, a qual relata que 19% dos idosos no Brasil já sofreram violência física ou verbal, já por outro lado, a hostilidade dos mais velhos, devido ao apego a ideologias passadas, é vista, por exemplo, no crescente número de crimes de LGBTfobia. Em suma, o choque de visões das gerações é cada vez mais evidente, fazendo com que ações sejam extremamente necessárias a fim de amenizar os desafios presentes.
É necessário, portanto, que não só o preconceito, mas também a violência, que marcaram tantas gerações, tenha um término. Para isso, o Ministério da Educação deve investir verbas nas escolas, possibilitando a criação de aulas mensais abertas para todos os públicos com o objetivo de ensinar como se comunicar com todas as faixas etárias, suprindo suas necessidades. Somente assim será provável a existência de uma sociedade respeitosa e que ultrapasse todas as diferenças em prol do bem comum.
A princípio, é fundamental destacar que a geração z já nasceu inserida em um contexto mais tecnológico e com diversas fontes de informações, o que pode levar a consequências tanto benéficas quanto maléficas para comunidade. Nesse sentido, é possível destacar o desenvolvimento de facilitadores de vida, como andadores mais leves e cadeiras de rodas motorizadas, e, infelizmente, a forte presença do etarismo, devido a comuns dificuldades relacionadas a técnicas atuais. Assim, o preconceito referente a diferença etária é capaz de levar, por exemplo, ao desemprego dos "baby boomers" e das gerações x e y por preferência ao rápido processamento de informações dos mais novos.
Além disso, vale ressaltar que tal desarmonia exposta consegue desencadear reações violentas por parte de todos os grupos. Por um lado, a agressividade vinda dos mais novos pode ser vista através de uma pesquisa realizada pela Sesc São Paulo, a qual relata que 19% dos idosos no Brasil já sofreram violência física ou verbal, já por outro lado, a hostilidade dos mais velhos, devido ao apego a ideologias passadas, é vista, por exemplo, no crescente número de crimes de LGBTfobia. Em suma, o choque de visões das gerações é cada vez mais evidente, fazendo com que ações sejam extremamente necessárias a fim de amenizar os desafios presentes.
É necessário, portanto, que não só o preconceito, mas também a violência, que marcaram tantas gerações, tenha um término. Para isso, o Ministério da Educação deve investir verbas nas escolas, possibilitando a criação de aulas mensais abertas para todos os públicos com o objetivo de ensinar como se comunicar com todas as faixas etárias, suprindo suas necessidades. Somente assim será provável a existência de uma sociedade respeitosa e que ultrapasse todas as diferenças em prol do bem comum.