- 16 Nov 2021, 12:56
#81914
Segundo a filósofa Hannah Arendt, a essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos.No entanto, não é o que acontece na temática da democratização da cultura no Brasil, já que a maioria da população não têm condições acessíveis dessa prática. Nesse sentido, observa-se um delicado problema, que tem como causas o silenciamento e a ausência de representatividade.
Dessa forma, a falta de informações é um desafio presente no tema. Sob essa lógica, a escritora Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas.Entretanto, é notório que há um comportamento silenciador na questão da acessibilidade cultural, uma vez que pouco se fala sobre o assunto nas mídias de massa, o que reverbera em pessoas desinformadas, e, assim, restringe o exercício da cidadania. Logo, urge tirar esse imbróglio da invisibilidade para atuar sobre ele.
Em paralelo, a lacuna de representação é um entrave nessa problemática. Nesse contexto, a poeta Rupi Kaur acredita que a representatividade é vital. Porém, tal pensamento não está sendo colocado em ação no que tange o acesso à cultura, visto que os brasileiros são privados de tal direito, o que gera a perca de identidade de muitos indivíduos e ocasiona na exclusão social. Assim, reverter esse ato lacunar é urgente.
Portanto, é indispensável intervir sobre a questão. Para isso, o MEC -como a maior instituição educacional brasileira-, deve promover palestras, por meio das mídias, a fim de tornar os cidadãos atuantes nessa causa. Tais palestras podem, ainda, contar com a presença de professores para debaterem a situação.Pararelamente, é preciso intervir sobre a passiva representatividade em nosso país. Desta maneira, o Brasil poderá colocar em prática a essência dos Direitos Humanos, como defendeu Hannah Arendt.
Dessa forma, a falta de informações é um desafio presente no tema. Sob essa lógica, a escritora Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas.Entretanto, é notório que há um comportamento silenciador na questão da acessibilidade cultural, uma vez que pouco se fala sobre o assunto nas mídias de massa, o que reverbera em pessoas desinformadas, e, assim, restringe o exercício da cidadania. Logo, urge tirar esse imbróglio da invisibilidade para atuar sobre ele.
Em paralelo, a lacuna de representação é um entrave nessa problemática. Nesse contexto, a poeta Rupi Kaur acredita que a representatividade é vital. Porém, tal pensamento não está sendo colocado em ação no que tange o acesso à cultura, visto que os brasileiros são privados de tal direito, o que gera a perca de identidade de muitos indivíduos e ocasiona na exclusão social. Assim, reverter esse ato lacunar é urgente.
Portanto, é indispensável intervir sobre a questão. Para isso, o MEC -como a maior instituição educacional brasileira-, deve promover palestras, por meio das mídias, a fim de tornar os cidadãos atuantes nessa causa. Tais palestras podem, ainda, contar com a presença de professores para debaterem a situação.Pararelamente, é preciso intervir sobre a passiva representatividade em nosso país. Desta maneira, o Brasil poderá colocar em prática a essência dos Direitos Humanos, como defendeu Hannah Arendt.
- 18 Nov 2021, 09:45
#82143
Segundo a filósofa Hannah Arendt, a essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos.No entanto, não é o que acontece na temática da democratização da cultura no Brasil, já que a maioria da população não têm [população é singular, população não tem] condições acessíveis dessa prática. Nesse sentido, observa-se um delicado problema, que tem como causas o silenciamento e a ausência de representatividade.
seria mais fácil dizer: a maioria da população não tem condições de acesso a essa prática
Dessa forma, a falta de informações é um desafio presente no tema. Sob essa lógica, a escritora Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas.Entretanto, é notório que há um comportamento silenciador na questão da acessibilidade cultural, uma vez que pouco se fala sobre o assunto nas mídias de massa, o que reverbera em pessoas desinformadas, e, assim, restringe o exercício da cidadania. Logo, urge tirar esse imbróglio da invisibilidade para atuar sobre ele.
perfeito.
Em paralelo, a lacuna de representação é um entrave nessa problemática. Nesse contexto, a poeta Rupi Kaur acredita que a representatividade é vital. Porém, tal pensamento não está sendo colocado em ação no que tange o acesso à cultura, visto que os brasileiros são privados de tal direito, o que gera a perca de identidade de muitos indivíduos e ocasiona na exclusão social. Assim, reverter esse ato lacunar é urgente.
perfeito.
Portanto, é indispensável intervir sobre a questão. Para isso, o MEC (o que significa MEC?) -como a maior instituição educacional brasileira-, deve promover palestras, por meio das mídias, a fim de tornar os cidadãos atuantes nessa causa. Tais palestras podem, ainda, contar com a presença de professores para debaterem a situação.Pararelamente, é preciso intervir sobre a passiva representatividade em nosso país. Desta maneira, o Brasil poderá colocar em prática a essência dos Direitos Humanos, como defendeu Hannah Arendt.
primeira solução com 5 elementos.
seria mais fácil dizer: a maioria da população não tem condições de acesso a essa prática
Dessa forma, a falta de informações é um desafio presente no tema. Sob essa lógica, a escritora Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas.Entretanto, é notório que há um comportamento silenciador na questão da acessibilidade cultural, uma vez que pouco se fala sobre o assunto nas mídias de massa, o que reverbera em pessoas desinformadas, e, assim, restringe o exercício da cidadania. Logo, urge tirar esse imbróglio da invisibilidade para atuar sobre ele.
perfeito.
Em paralelo, a lacuna de representação é um entrave nessa problemática. Nesse contexto, a poeta Rupi Kaur acredita que a representatividade é vital. Porém, tal pensamento não está sendo colocado em ação no que tange o acesso à cultura, visto que os brasileiros são privados de tal direito, o que gera a perca de identidade de muitos indivíduos e ocasiona na exclusão social. Assim, reverter esse ato lacunar é urgente.
perfeito.
Portanto, é indispensável intervir sobre a questão. Para isso, o MEC (o que significa MEC?) -como a maior instituição educacional brasileira-, deve promover palestras, por meio das mídias, a fim de tornar os cidadãos atuantes nessa causa. Tais palestras podem, ainda, contar com a presença de professores para debaterem a situação.Pararelamente, é preciso intervir sobre a passiva representatividade em nosso país. Desta maneira, o Brasil poderá colocar em prática a essência dos Direitos Humanos, como defendeu Hannah Arendt.
primeira solução com 5 elementos.
- 18 Nov 2021, 11:48
#82162
Jotaveh escreveu:Segundo a filósofa Hannah Arendt, a essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos.No entanto, não é o que acontece na temática da democratização da cultura no Brasil, já que a maioria da população não têm [população é singular, população não tem] condições acessíveis dessa prática. Nesse sentido, observa-se um delicado problema, que tem como causas o silenciamento e a ausência de representatividade.Muito obrigado Jotaveh, você me ajudou muito a melhorar a minha escrita, não sei nem como te agradecer por tudo isso, boa sorte no domingo!
seria mais fácil dizer: a maioria da população não tem condições de acesso a essa prática
Dessa forma, a falta de informações é um desafio presente no tema. Sob essa lógica, a escritora Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas.Entretanto, é notório que há um comportamento silenciador na questão da acessibilidade cultural, uma vez que pouco se fala sobre o assunto nas mídias de massa, o que reverbera em pessoas desinformadas, e, assim, restringe o exercício da cidadania. Logo, urge tirar esse imbróglio da invisibilidade para atuar sobre ele.
perfeito.
Em paralelo, a lacuna de representação é um entrave nessa problemática. Nesse contexto, a poeta Rupi Kaur acredita que a representatividade é vital. Porém, tal pensamento não está sendo colocado em ação no que tange o acesso à cultura, visto que os brasileiros são privados de tal direito, o que gera a perca de identidade de muitos indivíduos e ocasiona na exclusão social. Assim, reverter esse ato lacunar é urgente.
perfeito.
Portanto, é indispensável intervir sobre a questão. Para isso, o MEC (o que significa MEC?) -como a maior instituição educacional brasileira-, deve promover palestras, por meio das mídias, a fim de tornar os cidadãos atuantes nessa causa. Tais palestras podem, ainda, contar com a presença de professores para debaterem a situação.Pararelamente, é preciso intervir sobre a passiva representatividade em nosso país. Desta maneira, o Brasil poderá colocar em prática a essência dos Direitos Humanos, como defendeu Hannah Arendt.
primeira solução com 5 elementos.