- 22 Nov 2021, 11:15
#82678
A Constituição Federal promulgada em 1988, prevê a todo cidadão brasileiro o pleno direito à cidadania. De forma análoga, a realidade é distinta, pois percebe-se a dificuldade de acesso. Esse panorama lamentável ocorre devido a negligência governamental e populacional, como também a ausência de estrutura familiar.
Em primeiro plano, a negligência governamental é um grave problema, uma vez que qualquer ser humano tem deveres e direitos de prestarem seus documentos, como forma de identificação. Como diria o sociólogo e filósofo Zygmunt Bauman, "a falta de solidez nas relações políticas, sociais e econômicas, são características da 'Modernidade Líquida' vivida no século XXI". A cooperação com a invisibilidade antecede inúmeras vezes pela consolidação de parentes de má formação e de governantes mal capacitados para dominar esse cenário nefasto. Assim, lamentavelmente, essa situação é caótica.
Ademais, a ausência de estrutura familiar é um fato notório que contribui com esse quadro deletério, por muitas vezes descenderem de famílias incapacitadas de conhecimento. Segundo o pensador Mário Cortela, "estamos na era de excesso de informação, mas também da falta de conhecimento". A garantia a cidadania convém a toda sociedade, porém a quebra de raciocínio muitas vezes influencia na queda de números de cidadãos brasileiros com registros e documentos pessoais, acentuando-se também por questões de analfabetismo e/ou arrogância. Fica evidente a ineficiência da máquina administrativa.
Destarte, cabe ao governo federal, órgão responsável pelo bem-estar social, como o Ministério da Cidadania, realizar campanhas e ações midiáticas, por intermédio de reuniões informacionais, visando a importância de tal, com o intuito de aumentar a eficácia no poder público, em função da melhoria.
Em primeiro plano, a negligência governamental é um grave problema, uma vez que qualquer ser humano tem deveres e direitos de prestarem seus documentos, como forma de identificação. Como diria o sociólogo e filósofo Zygmunt Bauman, "a falta de solidez nas relações políticas, sociais e econômicas, são características da 'Modernidade Líquida' vivida no século XXI". A cooperação com a invisibilidade antecede inúmeras vezes pela consolidação de parentes de má formação e de governantes mal capacitados para dominar esse cenário nefasto. Assim, lamentavelmente, essa situação é caótica.
Ademais, a ausência de estrutura familiar é um fato notório que contribui com esse quadro deletério, por muitas vezes descenderem de famílias incapacitadas de conhecimento. Segundo o pensador Mário Cortela, "estamos na era de excesso de informação, mas também da falta de conhecimento". A garantia a cidadania convém a toda sociedade, porém a quebra de raciocínio muitas vezes influencia na queda de números de cidadãos brasileiros com registros e documentos pessoais, acentuando-se também por questões de analfabetismo e/ou arrogância. Fica evidente a ineficiência da máquina administrativa.
Destarte, cabe ao governo federal, órgão responsável pelo bem-estar social, como o Ministério da Cidadania, realizar campanhas e ações midiáticas, por intermédio de reuniões informacionais, visando a importância de tal, com o intuito de aumentar a eficácia no poder público, em função da melhoria.