- 22 Nov 2021, 15:13
#82753
A Grécia Antiga, famosa por muitos feitos, apresentou o primeiro conceito de cidadania -ainda muito diferente do existente hoje- em Esparta. De maneira análoga a isso observa-se ainda nos tempos atuais a invisibilidade de muitos brasileiros no que se diz respeito a cidadania, supostamente garantida, no país. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a ineficiência do Estado e a insensibilidade da população.
Em primeira análise evidencia-se a negligência governamental para com aqueles que não têm o direito a cidadania, previsto em lei pela Constituição Federal de 1988, garantido como inerente a todo cidadão brasileiro, visto que boa parte da população sequer tem um registro civil. Sob essa ótica torna-se impossível que essas pessoas consigam ser matrículadas em escolas e receber benefícios sociais, por exemplo. Sendo assim excluídas e não tendo sua existência reconhecida.
Além disso, é notório a insensibilidade da população com as pessoas que infelizmente são privadas desse direito, de modo que passam a ignorar o descumprimento da lei e se silenciam. Martin Luther King, pastor e militante político, disse que: "O que me assusta não é o grito dos maus, mas sim o silêncio dos bons". Consoante a isso, o jornalista e escritor brasileiro, Gilberto Dimenstein cita em sua obra "Cidadão de Papel" que apesar da legislação ser completa na teória ela não se consolida na prática, e os cidadãos deixam de se importar e ir atrás dos seus direitos.
Depreende-se, portanto, a necessidade do Poder Executivo de tomar medidas que busquem fiscalizar rigorosamente o cumprimento da lei, e do Ministério da Cidadania de criar campanhas publicitárias que conscientize a população dos seus direitos. A fim de que todos tenham os documentos necessários. Somente assim, é que o acesso a cidadania no Brasil será garantido.
Em primeira análise evidencia-se a negligência governamental para com aqueles que não têm o direito a cidadania, previsto em lei pela Constituição Federal de 1988, garantido como inerente a todo cidadão brasileiro, visto que boa parte da população sequer tem um registro civil. Sob essa ótica torna-se impossível que essas pessoas consigam ser matrículadas em escolas e receber benefícios sociais, por exemplo. Sendo assim excluídas e não tendo sua existência reconhecida.
Além disso, é notório a insensibilidade da população com as pessoas que infelizmente são privadas desse direito, de modo que passam a ignorar o descumprimento da lei e se silenciam. Martin Luther King, pastor e militante político, disse que: "O que me assusta não é o grito dos maus, mas sim o silêncio dos bons". Consoante a isso, o jornalista e escritor brasileiro, Gilberto Dimenstein cita em sua obra "Cidadão de Papel" que apesar da legislação ser completa na teória ela não se consolida na prática, e os cidadãos deixam de se importar e ir atrás dos seus direitos.
Depreende-se, portanto, a necessidade do Poder Executivo de tomar medidas que busquem fiscalizar rigorosamente o cumprimento da lei, e do Ministério da Cidadania de criar campanhas publicitárias que conscientize a população dos seus direitos. A fim de que todos tenham os documentos necessários. Somente assim, é que o acesso a cidadania no Brasil será garantido.