- 22 Nov 2021, 15:49
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O escritor austríaco Stefan Zweig escreveu um livro ufanista cujo o nome é até hoje repetido: Brasil, país do futuro. Entretanto, quando se observa a ausência de medidas contra a falta de acesso à cidadania no Brasil, nota-se que essa profecia não se constata na prática. Dessa maneira, é evidente que a problemática se desenvolve devido à negligência estatal e à baixa influência midiática.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a falta de medidas governamentais para combater a questão. De acordo com o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. No entanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, em razão da baixa operação das autoridades, milhões de cidadãos não possuem sua existência reconhecida oficialmente pelo Estado.
Outrossim, a baixa influência midiática também pode ser atrelada como promotora do problema. De acordo com dados do IBGE, no ano de 2015 havia uma estimativa de 2,94 milhões de pessoas sem registro de nascimento no país. Partindo desse pressuposto, percebe-se que a ausência de campanhas nas redes colabora para que esse número se mantenha elevado, já que esse meio é de extrema importância para a influência social.
Portando, medidas são necessárias para resolver tal impasse. O Governo Federal, deve direcionar erário ao Ministério da Segurança Pública, que por intermédio das mídias sociais será revertido em campanhas de conscientização à importância do registro de nascimento, com o objetivo de diminuir o elevado número de pessoas "inexistentes", e assim, solidificar a profecia de Zweig no país.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a falta de medidas governamentais para combater a questão. De acordo com o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. No entanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, em razão da baixa operação das autoridades, milhões de cidadãos não possuem sua existência reconhecida oficialmente pelo Estado.
Outrossim, a baixa influência midiática também pode ser atrelada como promotora do problema. De acordo com dados do IBGE, no ano de 2015 havia uma estimativa de 2,94 milhões de pessoas sem registro de nascimento no país. Partindo desse pressuposto, percebe-se que a ausência de campanhas nas redes colabora para que esse número se mantenha elevado, já que esse meio é de extrema importância para a influência social.
Portando, medidas são necessárias para resolver tal impasse. O Governo Federal, deve direcionar erário ao Ministério da Segurança Pública, que por intermédio das mídias sociais será revertido em campanhas de conscientização à importância do registro de nascimento, com o objetivo de diminuir o elevado número de pessoas "inexistentes", e assim, solidificar a profecia de Zweig no país.