- 26 Nov 2021, 10:01
#83277
Em 1988 o Brasil atribuiria mais uma conquista: A Constituição cidadã, onde a mesma deveria prezar pela direito e igualdade ao povo, ademais a tamanha desigualdade institucionalizada obriga hoje milhões de cidadãos a viverem em situação precária e duvidosa, sem esperança e apoio governamental, por conseguinte levando crianças e adolescentes a viverem sem acesso a educação básica e desvalorizando a população obrigando a viverem em situações trabalhistas desvalorizadas, ou limitando-os no mercado de trabalho, principalmente se levado em conta a questão racial.
Considerando as informações supracitadas, é importante destacar que na Era Vargas de 1930 a 1945 quando o Brasil sofreu o processo de industrialização e com ele o crescimento das grandes cidades, a favelização e a desigualdade extrema assemelha-se então novamente aos dias atuais, onde a pouca visibilidade dos mais carentes ainda persista e a inexistente preocupação em lhes beneficiar.
Deste modo sem acesso a direitos fundamentais os mais desfavorecidos seguem sem oportunidade de emprego, levando assim os índices de marginalidade, prostituição, desemprego e analfabetismo crescerem desmasiadamente, além de falta de assistência como plano de saúde, aposentadoria e benefícios do governo, como o Bolsa Família, em vista que para gozar de tais programas é necessário documentação.
Em suma é mister a atuação governamental para atenuar o problema, pois a visibilidade e a cidadania é um direito obrigatório. Segundo o ativista político norte-americano Martin Luther King "A injustiça em um lugar qualquer ameaça a justiça em todo lugar". Já que dessa forma milhões de brasileiros sofrem pela ação nula, onde se há de cumprir seus direitos para que não ocorra casos onde a população necessite de tal reconhecimento.
Considerando as informações supracitadas, é importante destacar que na Era Vargas de 1930 a 1945 quando o Brasil sofreu o processo de industrialização e com ele o crescimento das grandes cidades, a favelização e a desigualdade extrema assemelha-se então novamente aos dias atuais, onde a pouca visibilidade dos mais carentes ainda persista e a inexistente preocupação em lhes beneficiar.
Deste modo sem acesso a direitos fundamentais os mais desfavorecidos seguem sem oportunidade de emprego, levando assim os índices de marginalidade, prostituição, desemprego e analfabetismo crescerem desmasiadamente, além de falta de assistência como plano de saúde, aposentadoria e benefícios do governo, como o Bolsa Família, em vista que para gozar de tais programas é necessário documentação.
Em suma é mister a atuação governamental para atenuar o problema, pois a visibilidade e a cidadania é um direito obrigatório. Segundo o ativista político norte-americano Martin Luther King "A injustiça em um lugar qualquer ameaça a justiça em todo lugar". Já que dessa forma milhões de brasileiros sofrem pela ação nula, onde se há de cumprir seus direitos para que não ocorra casos onde a população necessite de tal reconhecimento.