- 07 Dez 2021, 09:05
#83660
Barão de Itararé, um dos criadores do jornalismo alternativo durante o período da ditadura no país, estava certo ao dizer: "o Brasil é feito por nós, basta desatar os nós." No panorama atual, a inexistência de um documento pessoal, pode, entre outros problemas, nos deixar invisíveis perante a sociedade.
Não há dúvidas de que essa problemática é só mais um dos nós, a serem desatados; O qual ocorre, infelizmente, não só à desigualdade social, mas também à falha de efetivação de leis governamentais. Nesse contexto, medidas precisam ser estabelecidas, para que uma sociedade integrada seja alcançada.
A economia, diz muito a respeito de um país.
Ocupando a décima terceira posição na economia mundial, seria racional pensar que a população brasileira, segue uma linha de direitos civís sólida, mas a realidade é o oposto disso, esse contraste é claramente percebido, quando o assunto é garantia à cidadania. Segundo a escritora cristã, norte-americana, Ellen Gould White, na obra; "mensagens aos jovens," "haverá eterna perda por todo conhecimento e capacidade não alcançados, que poderíamos ter ganho." O ato de cidadão não ter certidão de nascimento, acarreta infinitos prejuízos, por isso, não devemos nos omitir.
Portanto, indubitavelmente, essas lacunas devem ser sanadas. De acordo com, "Estatuto da criança e do adolescente," a lei de número 8.069, do artigo 53, defende aos mesmos o direito à educação. Conquanto, a falta de identificação impossibilita que essas pessoas tenham esse direito na prática. É inadmissível, que em pleno século XXI, tais direitos não sejam acessíveis a todos.
Diante do exposto, o governo como principal órgão regente de um país, deve enviar profissionais capacitados às comunidades, no intuito de alcançar essas pessoas que não tem suas documentações, deve também por meio de palestras socioeducativas mostrar a importância de cada um deles. Dessa forma, essa sociedade não viverá a realidade das sombras, citada por Platão, na alegoria da caverna.
Não há dúvidas de que essa problemática é só mais um dos nós, a serem desatados; O qual ocorre, infelizmente, não só à desigualdade social, mas também à falha de efetivação de leis governamentais. Nesse contexto, medidas precisam ser estabelecidas, para que uma sociedade integrada seja alcançada.
A economia, diz muito a respeito de um país.
Ocupando a décima terceira posição na economia mundial, seria racional pensar que a população brasileira, segue uma linha de direitos civís sólida, mas a realidade é o oposto disso, esse contraste é claramente percebido, quando o assunto é garantia à cidadania. Segundo a escritora cristã, norte-americana, Ellen Gould White, na obra; "mensagens aos jovens," "haverá eterna perda por todo conhecimento e capacidade não alcançados, que poderíamos ter ganho." O ato de cidadão não ter certidão de nascimento, acarreta infinitos prejuízos, por isso, não devemos nos omitir.
Portanto, indubitavelmente, essas lacunas devem ser sanadas. De acordo com, "Estatuto da criança e do adolescente," a lei de número 8.069, do artigo 53, defende aos mesmos o direito à educação. Conquanto, a falta de identificação impossibilita que essas pessoas tenham esse direito na prática. É inadmissível, que em pleno século XXI, tais direitos não sejam acessíveis a todos.
Diante do exposto, o governo como principal órgão regente de um país, deve enviar profissionais capacitados às comunidades, no intuito de alcançar essas pessoas que não tem suas documentações, deve também por meio de palestras socioeducativas mostrar a importância de cada um deles. Dessa forma, essa sociedade não viverá a realidade das sombras, citada por Platão, na alegoria da caverna.