- 25 Dez 2021, 18:01
#84101
Segundo o filósofo Karl Marx, a base de uma sociedade é uma estrutura econômica na qual ela se apoia. Paralelamente, observa-se um entrave no quesito empreendedorismo no Brasil, onde diversas localidades sofrem economicamente, uma vez que em seu território não há incentivo de inovação e criação de novos negócios, citando os seguintes estorvos como causantes: a falta de educação financeira por parte da sociedade e a inépcia do Estado em relação ao incentivo do empreendedorismo no país.
Em primeiro lugar, é de demasiada notoriedade citar a lacuna educacional financeira na nação, onde as escolas e colégios não instruem esse assunto. Jean Piget disse -“O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram.”. Em contradição, percebe-se o descaso do Estado sobre a educação financeira de sua nação, onde o próprio não insere verbas governamentais para isso e, em seguida, ocasiona em uma “ignorância econômica”, pois pessoas desinformadas financeiramente tendem a usarem seu dinheiro de forma não produtiva e eficiente, reduzindo o índice de inovação no país e, consequentemente, a riqueza do mesmo.
Em segundo lugar, vê-se uma inaptidão do governo no incentivo aos empreendedores no país. Paulo Freire dizia que –“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” Exemplificativamente, notam-se a falta de incentivo do empreendedorismo por parte do governo a sua população, deixando a mesma passiva a escolhas individuais e reduzindo o capital social, uma vez que conhecimento e encorajamento não são lhes dado nas instituições de ensino, ou seja, originando em menos patrimônio privado circulando pelo território e desaquecendo a economia. Indubitavelmente, isso deve ser corrigido o quanto antes.
Sendo assim, é de interesse público que esses estorvos sejam solucionados. Portanto, cabe ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), por meio de verbas governamentais e ações publicitárias, desenvolverem iniciativas que alavanquem o conhecimento financeiro e o pensamento autônomo nas instituições de ensino para que haja um aumento na criação de pequenas empresas e o incentivo por parte da população. Nesse ínterim, podemos criar uma comunidade empresarial maior e, logo após, melhores condições econômicas para o país, subindo sua riqueza e, talvez, chegarmos mais perto ao pensamento de Karl Marx.
Em primeiro lugar, é de demasiada notoriedade citar a lacuna educacional financeira na nação, onde as escolas e colégios não instruem esse assunto. Jean Piget disse -“O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram.”. Em contradição, percebe-se o descaso do Estado sobre a educação financeira de sua nação, onde o próprio não insere verbas governamentais para isso e, em seguida, ocasiona em uma “ignorância econômica”, pois pessoas desinformadas financeiramente tendem a usarem seu dinheiro de forma não produtiva e eficiente, reduzindo o índice de inovação no país e, consequentemente, a riqueza do mesmo.
Em segundo lugar, vê-se uma inaptidão do governo no incentivo aos empreendedores no país. Paulo Freire dizia que –“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” Exemplificativamente, notam-se a falta de incentivo do empreendedorismo por parte do governo a sua população, deixando a mesma passiva a escolhas individuais e reduzindo o capital social, uma vez que conhecimento e encorajamento não são lhes dado nas instituições de ensino, ou seja, originando em menos patrimônio privado circulando pelo território e desaquecendo a economia. Indubitavelmente, isso deve ser corrigido o quanto antes.
Sendo assim, é de interesse público que esses estorvos sejam solucionados. Portanto, cabe ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), por meio de verbas governamentais e ações publicitárias, desenvolverem iniciativas que alavanquem o conhecimento financeiro e o pensamento autônomo nas instituições de ensino para que haja um aumento na criação de pequenas empresas e o incentivo por parte da população. Nesse ínterim, podemos criar uma comunidade empresarial maior e, logo após, melhores condições econômicas para o país, subindo sua riqueza e, talvez, chegarmos mais perto ao pensamento de Karl Marx.
O importante não é acertar, e sim tentar. Existem aqueles que tentam, e aqueles que fracassam.
- 25 Dez 2021, 18:03
#84102
O importante não é acertar, e sim tentar. Existem aqueles que tentam, e aqueles que fracassam.
- 25 Dez 2021, 18:29
#84103
Oi Higor! Vejo que sua redação dispõe de alguns erros:
Em primeiro lugar, vale ressaltar que o uso dos repertórios e dos argumentos não foram coerentes no que tange ao tema, pois eles não possuem uma adequada relação com o empreendedorismo. No seu Desenvolvimento 1, por exemplo, você falou sobre a educação financeira, mas não destacou nada acerca do empreendedorismo. Isso fomenta tanto uma imperfeição no uso do repertório quanto uma lacuna argumentativa.
Em segundo lugar, é imprescindível acentuar que sua proposta não dispõe de um detalhamento adequado. Minha dica é: detalhe o agente da sua proposta, mencionando qual é sua responsabilidade.
Em terceiro lugar, não é um erro, mas é essencial destacar: eu recomendo que você não use as frases genéricas dos pensadores, pois elas podem ficar difícil de entender em um primeiro olhar. Tente mostrar a ideia por trás dessas frases para que o leitor compreenda seu ponto de vista.
Apesar disso, gosto muito da sua consistência e dedicação em fazer redações. Consertando pouco a pouco os pequenos erros, você pode chegar longe. Um abraço!
Em primeiro lugar, vale ressaltar que o uso dos repertórios e dos argumentos não foram coerentes no que tange ao tema, pois eles não possuem uma adequada relação com o empreendedorismo. No seu Desenvolvimento 1, por exemplo, você falou sobre a educação financeira, mas não destacou nada acerca do empreendedorismo. Isso fomenta tanto uma imperfeição no uso do repertório quanto uma lacuna argumentativa.
Em segundo lugar, é imprescindível acentuar que sua proposta não dispõe de um detalhamento adequado. Minha dica é: detalhe o agente da sua proposta, mencionando qual é sua responsabilidade.
Em terceiro lugar, não é um erro, mas é essencial destacar: eu recomendo que você não use as frases genéricas dos pensadores, pois elas podem ficar difícil de entender em um primeiro olhar. Tente mostrar a ideia por trás dessas frases para que o leitor compreenda seu ponto de vista.
Apesar disso, gosto muito da sua consistência e dedicação em fazer redações. Consertando pouco a pouco os pequenos erros, você pode chegar longe. Um abraço!