Avatar do usuário
Por Guisantos
Tempo de Registro Quantidade de postagens
#85619
Na obra "O príncipe", do diplomata Nicolau Maquiavel, é postulada a ideia de que os governantes devem agir de modo a garantir o bem universal. No entanto, ao analisar a conjuntura brasileira, constata-se o oposto da premissa supracitada, pois a discussão acerca da apropriação cultural representa um grave problema que, por debilidade dos regentes e do corpo social, configura um estorvo que fere a dignidade isonômica. Nessa ótica, cabe verificar como a negligência governamental e a falta de informação constituem esse impasse no país.
Sob esse panorama, percebe-se que a sociedade não dispõe de meios que assegurem os termos presentes na Constituição de 1988, a qual afirma que apoiará e incentivará a valorização cultural presente no território. Nesse viés, segundo o portal de notícias G1, a apropriação cultural gera falta de reconhecimento e respeito diante às culturas legítimas apropriadas, tornando invisível, o mito da democracia racial brasileira. Nesse sentido, o desacato à Carta Magna demonstra a negligência governamental disposta na nação e o descaso com essa parcela social em debate, restritos aos benefícios sociais, por exemplo, a valorização de seus costumes étnicos, já que, de acordo com Mc Sid, um dos maiores críticos da atualidade brasileira, o governo não investe nas causas essenciais da federação, fato que estrutura o problema. Desse modo, evidencia-se a ineficiência do Estado na garantia da satisfação pública, posto que ele não cumpre seu dever de anteparo coletivo.
Ademais, é perceptível a falta de conscientização informacional, visto que o corpo social desconhece assuntos de elevada relevância, especificamente, a cobrança de leis básicas. Nesse contexto, conforme o filósofo Immanuel Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele. Dessa maneira, analisa-se que a escassez de informação nos centros educacionais do país resulta em tal impasse, dado que se estrutura a alienação comunitária, exemplificada na obra do matemático Platão, "O mito da caverna", que exibe a ignorância e a manipulação que a sociedade sofre diante da captação do conhecimento, que nesse viés, não exige seus direitos inerentes, como proteção à identidade cultura, perpetuando, dessa forma, o estorvo da adaptação inadequada. Logo, urge uma mudança para a reversão desse quadro caótico.
Portanto, fazem-se necessárias ações acerca da discussão da apropriação cultural. Assim, cabe ao governo federal, órgão com máxima administração executiva do país, a elaboração de projetos sociais informativos, mediante verbas do cofre público, que conscientizem a população diante da forma de apropriação cultura correta, com o fito de minimizar o problema e prevenir a violação dos direitos. Além disso, ele deve providenciar campanhas que alertem as pessoas na cobrança das virtudes constitucionais. Deste modo, será possível minimizar o óbice em pauta e consolidar os preceitos da obra de Maquiavel.
NOTA GERAL (USUÁRIOS)
Sem
nota
Pontuar
NOTA AUTOMÁTICA (IA)
Sem
nota
Desbloquear

No período clássico da Grécia antiga, a concepção […]

A valorização excessiva da aparência física torna-[…]

Com os avanços na tecnologia e nas redes sociais,a[…]

Tecnologia e educação

No século (xxI) 21 tivemos muitos desenvolvimento[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Seu Cookie

O Corrija.com utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Aguarde…
Não atualize a página.