- 05 Fev 2022, 19:48
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Na produção cinematográfica "Grey 's Anatomy”, seriado americano, é retratada a narrativa da personagem Meredith Grey no hospital Seathe Grace. No entanto, é notório o quanto Meredith enfrenta diversas barreiras, como o machismo e a falta de reconhecimento pelo seu esforço na trama. Fora das telas, esta noção não se limita somente a produções seriadas, como, também, na realidade brasileira hodierna, uma vez que, o reconhecimento das mulheres da saúde no Brasil mostram uma conjuntura perniciosa. Nesse viés, tal quadro perpetua-se pela negligência governamental e o silenciamento.
Nesse sentido, o descaso estatal mostra-se como dificultador da problemática. Segundo Hideraldo Montenegro, “nenhum estado pode ser justo se as leis que o compõem não vêm dos anseios populares.” Isso, porque, a construção da legislação vem de uma elite que não atende todos os corpos sociais. Nesse contexto, é explícito que as mulheres não serão representadas, haja vista que, os anseios pelo reconhecimento do campo medicinal vem de um grande legado histórico que foi atendida de forma inadequada. Logo, é fulcral que o poder público aja sobre a problemática em questão.
Ademais, o silenciamento é um grande percursor na consolidação do revés. Consoante Jurgens Habermas, a linguagem é uma verdadeira forma de ação. Assim, percebe-se que no Brasil contemporâneo a ideia do pensador não está efetivada, uma vez que, não há debates sobre a falta e as dificuldades do reconhecimento da mulher, na medicina, em grandes espaços sociais, como mídias e escolas. Sendo assim, a população brasileira não estará ciente dos problemas e consequentemente a temática persistirá no Brasil. Portanto, há necessidade de que ações sejam tomadas para alcance dos objetivos sociais.
Torna-se imperativo, portanto, desenvolver medidas que ajam sobre o problema. Faz-se essencial que o Poder Executivo, em parceria com o Ministério da Saúde, invista, por meio das emendas parlamentares, em programas de reconhecimento à figuras femininas na saúde do Brasil, nomeando de “O meu lugar e na ciência''. Tais ações têm como finalidade o entendimento da problemática no território brasileiro.
Nesse sentido, o descaso estatal mostra-se como dificultador da problemática. Segundo Hideraldo Montenegro, “nenhum estado pode ser justo se as leis que o compõem não vêm dos anseios populares.” Isso, porque, a construção da legislação vem de uma elite que não atende todos os corpos sociais. Nesse contexto, é explícito que as mulheres não serão representadas, haja vista que, os anseios pelo reconhecimento do campo medicinal vem de um grande legado histórico que foi atendida de forma inadequada. Logo, é fulcral que o poder público aja sobre a problemática em questão.
Ademais, o silenciamento é um grande percursor na consolidação do revés. Consoante Jurgens Habermas, a linguagem é uma verdadeira forma de ação. Assim, percebe-se que no Brasil contemporâneo a ideia do pensador não está efetivada, uma vez que, não há debates sobre a falta e as dificuldades do reconhecimento da mulher, na medicina, em grandes espaços sociais, como mídias e escolas. Sendo assim, a população brasileira não estará ciente dos problemas e consequentemente a temática persistirá no Brasil. Portanto, há necessidade de que ações sejam tomadas para alcance dos objetivos sociais.
Torna-se imperativo, portanto, desenvolver medidas que ajam sobre o problema. Faz-se essencial que o Poder Executivo, em parceria com o Ministério da Saúde, invista, por meio das emendas parlamentares, em programas de reconhecimento à figuras femininas na saúde do Brasil, nomeando de “O meu lugar e na ciência''. Tais ações têm como finalidade o entendimento da problemática no território brasileiro.