- 11 Fev 2022, 09:32
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É nítido que com o advento do capitalismo e, consequentemente, a ascensão do livro mercado, pautado no liberalismo econômico de John Locke e Adam Smith, as desigualdades seriam ressaltadas e competitividade empresarial seria maior. Iniciar uma carreira em um país emergente, como o Brasil, é, de fato, um grande desafio.
De acordo com o economista Karl Marx, toda história de luta da humanidade tem sido a luta de classes. Colocando em questão o abismo econômico, como: impostos e falta de incentivos fiscais, o microempreendedor não possui uma base sólida, com o apoio estatal e popular necessário para iniciar a sua jornada. Em contrapartida, além de todos os benefícios que as multinacionais ganham ao colocar polos no Brasil, desde o governo de Juscelino Kubitschek, como o plano político “50 anos em 5”; Elas possuem acusações graves de exploração excessiva dos recursos naturais e violação frequente de leis trabalhistas.
No Brasil, 40 milhões de pessoas estão em condição análoga a escravidão, sendo, principalmente, por meio de grandes empresas que possuem polos em países pouco desenvolvidos, como o Brasil, trabalhando em olarias, minas de carvão e etc. O empreendedorismo local, além de mais seguro e de mais fácil vigilância, é sustentável e ajuda a economia local.
Portanto, com o apoio do estado e investimentos no empreendedor iniciante, juntamente com incentivos de compra para os consumidores, haverá a melhoria do mercado de trabalho, pela presença de mão de obra abundante e oferta de empregos locais de empresas em ascensão. Fazendo com que a “mão invisível do mercado” siga seu percurso naturalmente e traga o tão sonhado desenvolvimento econômico para o país.
De acordo com o economista Karl Marx, toda história de luta da humanidade tem sido a luta de classes. Colocando em questão o abismo econômico, como: impostos e falta de incentivos fiscais, o microempreendedor não possui uma base sólida, com o apoio estatal e popular necessário para iniciar a sua jornada. Em contrapartida, além de todos os benefícios que as multinacionais ganham ao colocar polos no Brasil, desde o governo de Juscelino Kubitschek, como o plano político “50 anos em 5”; Elas possuem acusações graves de exploração excessiva dos recursos naturais e violação frequente de leis trabalhistas.
No Brasil, 40 milhões de pessoas estão em condição análoga a escravidão, sendo, principalmente, por meio de grandes empresas que possuem polos em países pouco desenvolvidos, como o Brasil, trabalhando em olarias, minas de carvão e etc. O empreendedorismo local, além de mais seguro e de mais fácil vigilância, é sustentável e ajuda a economia local.
Portanto, com o apoio do estado e investimentos no empreendedor iniciante, juntamente com incentivos de compra para os consumidores, haverá a melhoria do mercado de trabalho, pela presença de mão de obra abundante e oferta de empregos locais de empresas em ascensão. Fazendo com que a “mão invisível do mercado” siga seu percurso naturalmente e traga o tão sonhado desenvolvimento econômico para o país.