- 19 Fev 2022, 14:52
#86615
Atualmente, no Brasil desenvolveu-se uma discussão acerca das contribuições das mulheres em vários aspectos da sociedade e seu valor, que por muitas vezes foi descartado ou diminuído. Nesse sentido, a participação feminina nas pesquisa científica da área médica se destaca, visto sua importantíssima contribuição social. Por isso deve-se valorizar a participação feminina recente e incentivá-la no ramo médico-científico, além da obrigação do poder público em rememorar atuações exitosas no passado.
Em primeiro lugar, é importante observar o papel e divulgação científica impetrado por Natália Pasternak, microbiologista brasileira, pós-doutorada em virologia, que obteve grande atenção por sua efusiva participação na educação dos cidadãos quanto ao novo coronavírus. Junto a outros pesquisadores, ela conseguiu de maneira ímpar expor dados concretos e aconselhar cientificamente governos e outras associações. A sua convocação e premiação por parte do Congresso Nacional e sua exposição em mídias de imprensa, sem dúvida, ressalta a importância do seu trabalho e incentiva outras mulheres a seguirem seu exemplo. Fato que deve ser valorizado para promover a inserção feminina nesse segmento.
Em segunda análise, é cristalino observar a necessidade latente do poder estatal em preservar a memória das grandes mulheres que trabalharam pelo avanço das ciências médicas no Brasil. Uma vez que, segundo a Constituição Federal de 1988, cabe a esse poder o dever de resguardar a história nacional e valorizá-la. É inequívoco que diante de um quadro fragmentado e com dificuldades orçamentárias, como exposto pelas associações médicas, obstáculos sejam impostos nesse sentido. No entanto, a guarda desses exemplos e sua exaltação é imanente ao fito de promover cada vez mais o reconhecimento e entrada maior de mulheres nesse meio tão caro ao país.
Portanto, diante do exposto, urge que o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, utilizando verbas estatais, crie programas objetivos de premiação e condecoração de mulheres no meio científico diante de descobertas e ações práticas que sejam de grande estima. Além de criar programas que permitam a inserção maior desse público no ambiente supracitado, com o fito de promover verdadeiro reconhecimento aos serviços prestados e maior igualdade de chances e oportunidades. Somente assim, o Brasil caminhará rumo ao avanço na questão tratada.
Em primeiro lugar, é importante observar o papel e divulgação científica impetrado por Natália Pasternak, microbiologista brasileira, pós-doutorada em virologia, que obteve grande atenção por sua efusiva participação na educação dos cidadãos quanto ao novo coronavírus. Junto a outros pesquisadores, ela conseguiu de maneira ímpar expor dados concretos e aconselhar cientificamente governos e outras associações. A sua convocação e premiação por parte do Congresso Nacional e sua exposição em mídias de imprensa, sem dúvida, ressalta a importância do seu trabalho e incentiva outras mulheres a seguirem seu exemplo. Fato que deve ser valorizado para promover a inserção feminina nesse segmento.
Em segunda análise, é cristalino observar a necessidade latente do poder estatal em preservar a memória das grandes mulheres que trabalharam pelo avanço das ciências médicas no Brasil. Uma vez que, segundo a Constituição Federal de 1988, cabe a esse poder o dever de resguardar a história nacional e valorizá-la. É inequívoco que diante de um quadro fragmentado e com dificuldades orçamentárias, como exposto pelas associações médicas, obstáculos sejam impostos nesse sentido. No entanto, a guarda desses exemplos e sua exaltação é imanente ao fito de promover cada vez mais o reconhecimento e entrada maior de mulheres nesse meio tão caro ao país.
Portanto, diante do exposto, urge que o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, utilizando verbas estatais, crie programas objetivos de premiação e condecoração de mulheres no meio científico diante de descobertas e ações práticas que sejam de grande estima. Além de criar programas que permitam a inserção maior desse público no ambiente supracitado, com o fito de promover verdadeiro reconhecimento aos serviços prestados e maior igualdade de chances e oportunidades. Somente assim, o Brasil caminhará rumo ao avanço na questão tratada.
- 19 Fev 2022, 17:42
#86628
@EuDavila @EmillyySilva @Felipe082 @eurodrigo @Mylike @Vini0324 @Jotaveh @anaclaradll @Isabelladu @Vestibular21 @geoca @Higorvaz @Amiran
Olá, vcs poderiam corrigir minha redação? obrigado desde já!
Olá, vcs poderiam corrigir minha redação? obrigado desde já!
- 20 Fev 2022, 18:34
#86717
Oi, @miguel044, tudo certo? Vou fazer uma breve correção da sua redação. Qualquer dúvida, fique à vontade para me perguntar.
C1 - 120. Há poucos desvios de gramática e algumas falhas na estrutura sintática.
Cuidado => é incorreto fragmentar períodos, como em "Fato que", em "Uma vez que" e em "Além de".
C2 - 160. Você trouxe bons repertório, mas não houve, a meu ver, uso suficientemente produtivo para se atingir a nota máxima. A referência do primeiro parágrafo de desenvolvimento, ainda que tivesse potencial, tornou-se o foco da discussão em vez de servir de suporte para o seu argumento central.
C3 - 120. Há algumas falhas no projeto de texto.
C4 - 200. Parabéns!
C5 - 200. Parabéns!
Total - 800
Muito boa nota! Conte comigo para ir ainda mais longe
Playlist do rumo ao 1000 no YouTube (criada pelo Rodrigo): clique aqui
C1 - 120. Há poucos desvios de gramática e algumas falhas na estrutura sintática.
C2 - 160. Você trouxe bons repertório, mas não houve, a meu ver, uso suficientemente produtivo para se atingir a nota máxima. A referência do primeiro parágrafo de desenvolvimento, ainda que tivesse potencial, tornou-se o foco da discussão em vez de servir de suporte para o seu argumento central.
C3 - 120. Há algumas falhas no projeto de texto.
C4 - 200. Parabéns!
C5 - 200. Parabéns!
Total - 800
Muito boa nota! Conte comigo para ir ainda mais longe
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