- 28 Fev 2022, 15:12
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Sabe-sê que o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil, quase nunca aconteceu.
Entretanto,em 1866, Rita Lobato Velho Lopes foi a primeira médica a se formar no Brasil e uma das pioneiras da área também na América Latina. Especializou-se em ginecologia e obstetrícia e foi considerada ousada para a época ao defender uma tese a respeito dos métodos utilizados em cesáreas. Esse não foi seu único marco na história, Rita Lobato exerceu a profissão até 1925 e depois, sob influência da bióloga Bertha Lutz, passou a integrar o movimento feminista que lutava pelo direito ao voto. Foi pioneira também na política, ao tornar-se a primeira mulher eleita vereadora em Rio Pardo, Rio Grande do Sul, em 1934.
Assim, é possível perceber que ao longo do ano, mulheres foram ganhando cada vez más força na ciência. Mas não somente na ciência, mulheres ao longo do tempo foram ganhando seu espaço e idealizando sua força e determinação.
Pensando por essa ótica, Nise Silveira foi a única mulher a se formar em medicina em sua turma, foi uma expoente da luta antimanicomial. Como psiquiatra, revolucionou os tratamentos do campo ao combater métodos agressivos como eletrochoques e, em vez disso, oferecer a seus pacientes pincéis e tintas, entendendo a arte como um processo terapêutico. As obras produzidas foram reunidas no Museu de Imagens do Inconsciente, fundado pela médica em 1952.
Segundo, Marie Curie "Me ensinaram que o caminho do progresso não era rápido nem fácil." Quando uma mulher escolhe algo, são grandes os desafios, ensinam o caminho mas a prática e os preconceitos sofridos a todo o tempo por simplesmente ser mulher são grandes, não são rápidos e nem fáceis.
Marie Curie, foi uma representativa para nós mulheres, ela diz a todo tempo que devemos acreditar que somos capazes.
A partir dos fatos elencados, é de extrema importância que as mulheres cada vez más tenham direitos de escolher sua profissão, é tenhamos respeito por onde formos. Que o machismo do outro nunca interfira nós nossos interesses. Por isso, acredita - se quê o futuro seja de realização e idealização da figura da mulher.
Entretanto,em 1866, Rita Lobato Velho Lopes foi a primeira médica a se formar no Brasil e uma das pioneiras da área também na América Latina. Especializou-se em ginecologia e obstetrícia e foi considerada ousada para a época ao defender uma tese a respeito dos métodos utilizados em cesáreas. Esse não foi seu único marco na história, Rita Lobato exerceu a profissão até 1925 e depois, sob influência da bióloga Bertha Lutz, passou a integrar o movimento feminista que lutava pelo direito ao voto. Foi pioneira também na política, ao tornar-se a primeira mulher eleita vereadora em Rio Pardo, Rio Grande do Sul, em 1934.
Assim, é possível perceber que ao longo do ano, mulheres foram ganhando cada vez más força na ciência. Mas não somente na ciência, mulheres ao longo do tempo foram ganhando seu espaço e idealizando sua força e determinação.
Pensando por essa ótica, Nise Silveira foi a única mulher a se formar em medicina em sua turma, foi uma expoente da luta antimanicomial. Como psiquiatra, revolucionou os tratamentos do campo ao combater métodos agressivos como eletrochoques e, em vez disso, oferecer a seus pacientes pincéis e tintas, entendendo a arte como um processo terapêutico. As obras produzidas foram reunidas no Museu de Imagens do Inconsciente, fundado pela médica em 1952.
Segundo, Marie Curie "Me ensinaram que o caminho do progresso não era rápido nem fácil." Quando uma mulher escolhe algo, são grandes os desafios, ensinam o caminho mas a prática e os preconceitos sofridos a todo o tempo por simplesmente ser mulher são grandes, não são rápidos e nem fáceis.
Marie Curie, foi uma representativa para nós mulheres, ela diz a todo tempo que devemos acreditar que somos capazes.
A partir dos fatos elencados, é de extrema importância que as mulheres cada vez más tenham direitos de escolher sua profissão, é tenhamos respeito por onde formos. Que o machismo do outro nunca interfira nós nossos interesses. Por isso, acredita - se quê o futuro seja de realização e idealização da figura da mulher.