- 15 Mar 2022, 17:24
#88361
A Declaração Universal dos Direitos Humanos assegura a todos os cidadãos a liberdade de pensamento, que visa o direito de todo e qualquer ser humano de possuir uma crença e que a mesma seja respeitada. No entanto, a prática é, em grande parte, contraditória. Outrossim, é notório que além da insuficiência legislativa, a mentalidade social é outro fator que agrega na intolerância religiosa.
Thomas Jeferson afirma que "a aplicação das leis é mais importante que sua elaboração". Desse modo, em primeira análise, é significativamente alto o número de casos de violência e discriminação, tanto aos crentes quanto aos centros religiosos. Ademais, os praticantes de tamanha afronta se sobressai, muitas vezes, ilesos das consequências de seus atos devido ao escasso cumprimento das leis.
Em segunda análise, a má formação socioeducacional e familiar acarreta em seres humanos impertinentes que propagam discursos de ódio sobre um grupo de pessoas, além da exclusão social fundamentada nas doutrinas a serem seguidas por elas.
Diante dos fatos citados, é de suma importância que medidas devem ser tomadas. Cabe ao Poder Público propor planos de ação em buscar pela identificação dos sujeitos praticantes de crimes contra o sentimento religioso, a fim de que sejam devidamente punidos. Faz-se necessário a participação da família e da escola na educação das crianças, referente a diversidade de doutrinas, por meio de rodas de conversas e debates. Da mesma maneira, tendo em vista a grande influência da mídia, o assunto deve ser abordado nas redes sociais e telejornais para que assim, a intolerância religiosa seja contida e o Brasil poderá ter menos "cidadãos de papel", como defendeu Dimenstein.
Thomas Jeferson afirma que "a aplicação das leis é mais importante que sua elaboração". Desse modo, em primeira análise, é significativamente alto o número de casos de violência e discriminação, tanto aos crentes quanto aos centros religiosos. Ademais, os praticantes de tamanha afronta se sobressai, muitas vezes, ilesos das consequências de seus atos devido ao escasso cumprimento das leis.
Em segunda análise, a má formação socioeducacional e familiar acarreta em seres humanos impertinentes que propagam discursos de ódio sobre um grupo de pessoas, além da exclusão social fundamentada nas doutrinas a serem seguidas por elas.
Diante dos fatos citados, é de suma importância que medidas devem ser tomadas. Cabe ao Poder Público propor planos de ação em buscar pela identificação dos sujeitos praticantes de crimes contra o sentimento religioso, a fim de que sejam devidamente punidos. Faz-se necessário a participação da família e da escola na educação das crianças, referente a diversidade de doutrinas, por meio de rodas de conversas e debates. Da mesma maneira, tendo em vista a grande influência da mídia, o assunto deve ser abordado nas redes sociais e telejornais para que assim, a intolerância religiosa seja contida e o Brasil poderá ter menos "cidadãos de papel", como defendeu Dimenstein.