- 18 Mar 2022, 10:10
#88643
Diante o cenário mundial, é possível observar que desde a Grécia antiga, as mulheres eram limitadas aos cuidados com o lar e não tinham relevância nas questões sociais. Nesse tocante, nota-se ainda a falta de reconhecimento das ações femininas para o desenvolvimento do planeta, bem como de suas contribuições para a saúde no Brasil, causadas pelo machismo estrutural e silenciamento midiático.
Em primeiro plano, o machismo é um problema presente desde os tempos medievais. Dessa maneira, vale citar a novela "Nos Tempos do Imperador" onde retrata o Brasil a partir de 1856, e fala sobre a história de Pilar, a qual tinha o grande sonho de estudar medicina, -uma profissão exercida apenas por homens-, o que fez o povo não querer aderir aos seus métodos de trabalho. Assim, revela-se o porquê o machismo estrutural tem o poder de tornar invisível os esforços do público feminino quando se diz respeito a ciência, tendo em vista que desde criança são incentivadas a brincar de casinha, o que leva sociedade a desacreditar do seu potencial em outras áreas.
Sob outro olhar, pode-se mencionar o filme "Pantera Negra", onde destaca mulheres negras como protagonistas, as quais ocupam grandes cargos, são fortes e ganham voz por seus méritos. Contudo, sabe-se que essa não é a realidade brasileira, tendo como exemplo a pesquisadora brasileira Jaqueline Goes que coordenou a equipe responsável pelo sequenciamento do genoma do vírus da Covid-19 em apenas 48 horas após o primeiro caso confirmado no Brasil, juntamente com a imunologista Ester Sabino. Logo, é perceptível a falta de reconhecimento de seu significativo ato, assim se fazendo o silenciamento midiático
Ciente do exposto, é necessário que esse cenário seja revertido. Para tanto, cabe à midia, por meio das redes sociais de maior visibilidade, a exemplo do Instagram e Facebook, publicar materiais informativos para o alcance de toda a sociedade. Feito isso, o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde poderá tornar-se uma realidade no Brasil.
Em primeiro plano, o machismo é um problema presente desde os tempos medievais. Dessa maneira, vale citar a novela "Nos Tempos do Imperador" onde retrata o Brasil a partir de 1856, e fala sobre a história de Pilar, a qual tinha o grande sonho de estudar medicina, -uma profissão exercida apenas por homens-, o que fez o povo não querer aderir aos seus métodos de trabalho. Assim, revela-se o porquê o machismo estrutural tem o poder de tornar invisível os esforços do público feminino quando se diz respeito a ciência, tendo em vista que desde criança são incentivadas a brincar de casinha, o que leva sociedade a desacreditar do seu potencial em outras áreas.
Sob outro olhar, pode-se mencionar o filme "Pantera Negra", onde destaca mulheres negras como protagonistas, as quais ocupam grandes cargos, são fortes e ganham voz por seus méritos. Contudo, sabe-se que essa não é a realidade brasileira, tendo como exemplo a pesquisadora brasileira Jaqueline Goes que coordenou a equipe responsável pelo sequenciamento do genoma do vírus da Covid-19 em apenas 48 horas após o primeiro caso confirmado no Brasil, juntamente com a imunologista Ester Sabino. Logo, é perceptível a falta de reconhecimento de seu significativo ato, assim se fazendo o silenciamento midiático
Ciente do exposto, é necessário que esse cenário seja revertido. Para tanto, cabe à midia, por meio das redes sociais de maior visibilidade, a exemplo do Instagram e Facebook, publicar materiais informativos para o alcance de toda a sociedade. Feito isso, o reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde poderá tornar-se uma realidade no Brasil.