- 27 Mar 2022, 12:42
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A constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo (6°) o direito a igualdade como inerente a todo cidadão brasileiro. Todavia tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase, na prática, quando se observa“ A democratização do acesso à cultura em questão no Brasil”, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise da negligência governamental e suas consequências.
Em uma primeira análise, vale ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a ausência de acesso à cultura no País. Nesse sentido, o estado deve proporcionar caminhos para o encontro dos cidadãos com as diversas culturas globais. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do“Contrato Social”, já que o estado não cumpre a sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos sociais indispensáveis, como a igualdade, o que infelizmente é vidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o preconceito e a ignorância como as principais consequências da ausência do acesso à cultura no Brasil. Segundo a JLeiva, quase um terço da população (32%) depende de acesso gratuito para ir a eventos culturais. Diante de tal exposto, esses sujeitos terão suas vidas afetadas caso não tenham o auxílio dos órgãos publico. Logo é inadmissível que essa situação continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o estado trabalho – órgão responsável pelo acesso à cultura no Brasil juntamente a mídia, proporcione exposições de artes culturais com mais amplitude, tendo a finalidade de proporcionar aos indivíduos uma educação cultural de qualidade Brasil. Assim se consolidará uma sociedade mais igualitária, onde estado desempenha corretamente seu“contrato social”, tal como afirma John Locke.
Em uma primeira análise, vale ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a ausência de acesso à cultura no País. Nesse sentido, o estado deve proporcionar caminhos para o encontro dos cidadãos com as diversas culturas globais. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do“Contrato Social”, já que o estado não cumpre a sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos sociais indispensáveis, como a igualdade, o que infelizmente é vidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o preconceito e a ignorância como as principais consequências da ausência do acesso à cultura no Brasil. Segundo a JLeiva, quase um terço da população (32%) depende de acesso gratuito para ir a eventos culturais. Diante de tal exposto, esses sujeitos terão suas vidas afetadas caso não tenham o auxílio dos órgãos publico. Logo é inadmissível que essa situação continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o estado trabalho – órgão responsável pelo acesso à cultura no Brasil juntamente a mídia, proporcione exposições de artes culturais com mais amplitude, tendo a finalidade de proporcionar aos indivíduos uma educação cultural de qualidade Brasil. Assim se consolidará uma sociedade mais igualitária, onde estado desempenha corretamente seu“contrato social”, tal como afirma John Locke.